sexta-feira, 17 de maio de 2024

Iniciação... menina assediando menina

Iniciação... 
menina
assediando menina

Vivido por: Lorena S. D. (2003)
Jundiaí - SP
Transcrito por: Anna Riglane

Lembro como se fosse ontem.
Eu andava com aquela curiosidade, aquela vontade, desejo mesmo, até que um dia... peguei minha amiguinha no banheiro da escola, ela encostada na parede, eu agachada, erguendo a sua sainha, beijando a sua calcinha, baixando a sua calcinha, roçando o nariz nos seus pelos, passando a língua, sentindo aquele cheirinho-perfume tão próprio... lambendo, lambendo.
A menina, antes assustada, surpresa, envergonhada... agora se abrindo, me segurando pelos cabelos, deixando escapar deliciosos gemidos... gozando.
Nunca esqueci aquela minha primeira vez com meninas.
E também nunca esqueci o modo como, depois de gozar, ela levantou a calcinha, baixou a saia e fugiu do local, sem me falar nada.
O que foi que eu fiz? - fiquei pensando, sem conseguir imaginar o que ela iria fazer.
Eu só pensava que eu estava lascada, e foi assim que assisti as duas aulas finais mais tensas da minha vida, ela sentada na carteira em frente, e a gente sem conversar.
Por isso, quando terminou a aula, eu não saí, queria que todo mundo fosse embora antes. Mas, depois de um tempo, ela apareceu de volta na sala, chegou perto e sentou do meu lado... me preparei para ouvir qualquer coisa.
- É que eu não queria fazer pra você. - ela foi falando, direto, para justificar a sua fuga.
- Desculpa! Eu não devia ter feito. - falei, supresa.
- Devia sim, eu gostei.
- Gostou... gostou mesmo... jura?
- Gostei... Só que... só que eu não quero fazer igual você fez, entende?
- Entendo... claro que entendo. Mas... posso te chupar de novo?
- Não sei, eu...
- Não precisa me chupar... só eu chupo... Quer?
- Quero.
- Vai na minha casa, então.
- Vou... amanhã, depois da aula, hoje a minha mãe está me esperando pra gente sair.
Saímos da sala, da escola, e nem conversamos mais, porque outra menina se juntou à gente.
Voltei para minha casa toda ansiosa, eufórica, só imaginando o dia seguinte... bati duas siriricas na parte da tarde e mais uma à noite, antes de dormir.
E no dia seguinte... eu parecia uma criança que sabia que ia ganhar um brinquedo. Sabia, mas ainda temia que pudesse não ganhar, precisava ter certeza.
- Você vai? - perguntei, logo que a vi na escola.
- Vou, mas, você sabe... eu não...
- Não precisa, já falei, deixa só eu fazer.
Aulas vagas... quer dizer, minha cabeça vagava durante as aulas, só pensando no depois, só olhando para a menina, suas coxas, seu rostinho lindo, sua xaninha, seu cheiro.
Quase arrastei a menina para casa, tamanha a pressa de chegar. E quando cheguei, sabendo que estávamos sozinhas, arrastei-a para o meu quarto, fiz ela deitar na minha cama, juntei a sua calcinha, tirei pelos pés, ajoelhei-me, coloquei-me entre as suas coxas.
- Abre... mostra ela... - fui pedindo, enchendo-me de um tesão fora do comum, enquanto admirava seus pelos, suas fendas, sua entradinha... suas entradinhas.
Chupei a menina por meia hora ou mais, primeiro só lambendo, dando beijinhos, depois impondo uma sequência de ritimos lentos alternados com ritimos rápidos... e paradinhas para deixá-la na expectativa, esperando o recomeço.
Parei e recomei várias vezes, lambi, beijei, mordisquei, enfiei a língua... meu mundo era aquela xaninha, nem era a menina.
Fiz ela gozar, gozei com ela.
Chupava e me masturbava, enfiava a língua nela, enfiava o dedo em mim.
Gozei três vezes, ela não sei quantas, até que se deu por satisfeita, cansada, abatida, morta.
Fiz, então, algo que eu tanto queria... quer dizer, eu queria bem mais que isso, mas não queria forçá-la, esperaria o momento certo.
Eu já tinha tirado a calcinha, coloquei-me em pé na cama, uma perna em cada lado das suas pernas, ergui a saia... e deixei que ela olhasse a minha xana, que admirasse, que percebesse algum gosto nisso.
Foi o meu maior presente.
Ela não me chupou, não me deu um beijo na xana, nem sequer me tocou com a mão... mas a sua olhada, o seu sorriso enquanto olhava, a promessa que eu via nos seus olhos... 
Um dia você me chupa, eu pensava, um dia você me chupa.




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Meu irmão me amarrou e...

  Meu irmão me amarrou e... Meu irmão me amarrou e...   Lucinda* J. M. (2005) Itacarambi - MG Meu nome verdadeiro* não posso falar...