sábado, 25 de maio de 2024

O Detetive Carlos em: Um carnaval diferente - Parte II

 O Detetive Carlos em:
Um carnaval diferente

 

Danpholias B. T. (1980) – São Paulo – SP
Transcrito por Anna Riglane

 

 Parte II



Sexta-feira - Noite

Acontecimento 1

 

Descobri, depois, que aquela menina era a Daniele, a filha caçula do patrão.

Ela me procurou no quintal, ainda meio sem graça, e perguntou:

- Você viu alguma peça de roupa minha lá no barracão?

- Sua calcinha?

- Meu biquíni?

- Sua calcinha... só achei a sua calcinha?

- É a calcinha do biquíni. Você achou?

- Está bem guardada. Pode ir buscar que te devolvo.

- Pega para mim, por favor.

Ela me acompanhou até a porta do barracão, mas não entrou. Pequei seu biquíni e entreguei na sua mão, esperando sua reação.

- Posso te pedir um favor? – ela falou.

- Claro! O que você quiser. - falei, já imaginando algum lucro.

- Sobre o que você viu hoje... Não conte para ninguém. Por favor. – ela disse, olhando em meus olhos.

- Fique tranquila. Só vou contar para os moradores do lado ímpar dessa rua.

- Estou falando sério. Sei que fiz uma coisa chata, mas... mas...

- Você não fez nada de chato. Ao contrário, fez uma coisa normal para alguém da sua idade. Só que...

- Só que...?

- Seria mais normal ainda se ao invés do cachorro fosse eu quem estivesse te... Sei fazer bem melhor que ele. – falei.

E parece... parece, não, foi real... a menina ficou meio perturbada, pois se afastou logo em seguida sem me dizer palavra alguma.

Fiquei olhando aquele corpinho se afastando, aquelas perninhas, aquela bundinha... Não pude me controlar, fui até os fundos do barracão...

 

Sexta-feira – Noite

Acontecimento 2

 

Não sei se já haviam programado ou se aconteceu por acaso, mas sei que de repente pessoal estava numa pequena festinha à beira da piscina.

Havia o pessoal da casa e também gente de fora, rapazes e moças, não sei se parentes ou apenas amigos, vizinhos.

Casais dançavam, alguns se beijavam.

Dr. Paulo e Dona Laura estavam em uma mesinha, conversando, Izabela, aquela menina ranzinza, estava com o noivo, o menino do meio estava rodeado de meninas, a moça mais velha estava com algumas amigas.

E havia um casalzinho num canto do quintal... eu só estava vendo a hora que o moleque ia comer a menina ali mesmo, tamanha era a safadeza.

Mas, eu tinha outras coisas mais para olhar.

Daniele andava de um lado para outro, conversando com uns e com outros, sem ninguém da sua idade com quem se enturmar.

Do lado de dentro do barracão, mas com a porta um pouco aberta, eu ficava olhando aquela movimentação, aquelas belezas de meninas, pernas.

Eu precisava comer alguma coisa.

Saí do barracão, fui beirando o jardim, até que cheguei na cozinha, onde o meu quadro de frustração sexual só fez aumentar.

Simplesmente flagrei a Cristina e o Romildo no maior pega.

Eles tentaram disfarçar, mas fizeram isso tarde demais, pois fiquei um tempão apreciando a cena até que me vissem.

- Perdão, mas... quero comer. - falei, puxando para a sacanagem.

Só que a minha brincadeira não foi muito bem aceita, pois ficou um clima meio pesado e a Cristina logo tratou de colocar um prato sobre a mesa e falar que a comida toda estava sobre o fogão, ainda quente.

Falou, e retirou-se para o seu quartinho.

O Romildo ainda tomou um copo de água antes de sair também, para o quintal.

Comi... a comida.

 

 

Sábado – Manhã

Também quero

 

O Dr. Paulo viajou (de mentirinha) logo cedo.

O Romildo foi levá-lo até o aeroporto, mas não sabia que de lá o homem ia rumar para um hotel, onde ficaria os dias de carnaval ou, então, até eu telefonar com alguma novidade.

Comecei os meus trabalhos de manutenção, verfificando uma tomada aqui, um aquecedor lá, mas sempre de olho e na esperança de ver a menina, a Daniele.

Que bom se tivesse alguma coisa para arrumar no quarto dela!

Eu ali, fazendo o conserto, e ela deitadinha na sua caminha, conversando comigo, de bumbum para cima, falando do episódio lá no barracão, só de calcinha e sutiã... melhor sem sutiã, aqueles peitinhos...

- Posso falar com você?

Que susto levei.

Mexia numa tomada e quase levei um choque quando a Cristina chegou, de repente, por trás.

- Caramba! - exclamei. - Quer me matar do coração?

- O que você viu ontem... não é o que parece. Ele me agarrou, já fez isso outras vezes, já ameacei contar para os patrões. Mas não tem jeito, ele não me respeita, sabe que sou casada, mas...

- Casada não é capada. - falei.

- Como assim? Mas... até você! Por favor...!

E ficamos nisso.

Nem tive tempo de falar que em troca do meu silêncio eu também queria uma participação com ela, pois chegou gente, passou gente... só não passou a Daniele.

Cristina se afastou.

 

Sábado – Tarde

Gente rica é outra coisa

 

Um sol daqueles, eu trabalhando numa coisa ou outra, e vendo coisas, muitas coisas.

Bastante gente na piscina, em torno da piscina.

Só não estava a Daniele, não sei por onde andava.

Em compensação... quer dizer, para o meu desespero, num canto da  piscina, o seu irmão Daniel, filho do meio do patrão, se divida entre duas meninas.

Bateu-me uma inveja desgraçada ver o rapaz ali, com uma moreninha mais que linda, e uma loirinha que mais parecia uma boneca.

Duas lindezas de meninas, mas eu não desgrudava o olho da loirinha, não sei se por ela lembrar bastante a Daniele ou se pelo fato de que ela parecia estar a fim de dar pra ele ali mesmo, na frente de todos, de tanto que o beijava e agarrava,

E a loirinha venceu, conseguiu o que queria.

Vi aquele corpinho miúdo, só de biquíni, arrastando o menino para dentro da casa, para o quarto dele.

Cheguei lá antes deles... quer dizer, corri para consertar não sei o quê num cômodo que dava de frente para a janela do quarto do moleque, e cheguei a tempo de ver a menina derrubando ele na cama...

E só.

Descasquei umas três... sabendo o que estava acontecendo naquele quarto, mas sem poder ver diretamente, pois a altura do ângulo de visão não permitia.

Por pouco não subo pelo batente da janela, me arriscando a levar o maior tombaço ou, então, a ser descoberto pelos dois.

Acho que essa segunda possibilidade foi o que realmente me impediu de subir.

Mas a frustação ou o nervosismo maior ainda estava por vir.

Depois de quase meia hora olhando para aquela janela, vendo o que eu não conseguia ver, vi a menina se levantando, ajeitando a parte de cima do biquíni, recobrindo os seus peitinhos, e vi, mas não vi, ela vestindo a parte de baixo...

Só pude vê-la curvando o corpo, mas não pude ver, embora eu soubesse que estava acontecendo, ela erguendo uma perninha, depois erguendo a outra, encaixando a calcinha, subindo o tecido pelas pernas, pelas coxas, ajeitando no quadril... tudo isso eu vi, mas não vi.

Quase bati a quarta.

E teria batido uma quinta...

 

... ao ver que a menina saía do quarto, mas o menino não...

... ao sair também para o quintal e ficar quase de frente com a menina e aquela sua carinha de quem acabara de ser comida...

... ao ver a safadinha chegar sorrindo junto à menina morena...

... ao ver a menina morena se levantar e subir para o quarto do menino...

 

Não fui ver.

Seria demais para mim.

Mas não fui ver o moleque transando com a menina morena, na sequência, por duas outras razões.

A primeira ou o motivo foi que a Daniele resolveu dar o ar da sua graça e apareceu à beira da piscina... tirou a bermudinha, tirou a camiseta, ficou só de biquíni, minúsculo... e fiquei imaginando ela se despindo daquele jeito só para mim.

A segunda razão, essa sim uma razão, pois era o meu verdadeiro trabalho, foi que a Dona Laura, num certo momento, atendeu a um telefonema e logo em seguida saiu do quintal, entrou para a casa.

Achei que fosse se preparar para sair e eu tinha de ir atrás.

Mas ela não saiu.

Ao contrário, recebeu uma visita visita... feminina.

Era uma amiga da Dona Laura que eu ainda iria ver outras vezes na casa, mas, tirando o fato de que as duas quase sempre permaneciam lá pelos aposentos privados, eu não tinha o que vigiar...

A não ser que as duas...

Será?

A ideia de que a Dona Laula gostasse de esfregar escovas me passou pela cabeça, mas não levei a sério.

Que maldade!

Melhor seria ela ter um amante.

 

 

Sábado – Noite

Tudo como dantes no quartel de abrantes

 

Sei lá o que significa esse "tudo como dantes no quartel de abrantes", que um antigo patrão vivia dizendo, mas para mim significa que nada de especial aconteceu da tarde para a noite daquele sábado de carnaval.

A reunião da moçaiada, uma festinha, na verdade, continuou à beira da piscina.

A menina morena também desceu do quarto do menino com cara de quem havia acabado de ser comida, juntou-se à loirinha.

Mais tarde um pouco apareceu uma mulher num carro, que parecia ser a mãe da loirinha, e as duas foram embora com ela.

O moleque comedor ficou sozinho.

Será que ele ainda queria mais?

A amiga da Dona Laura ficou com ela até quase meia noite, quando foi embora também, e senti, precisei, ir até a geladeira pegar ao menos uma cervejinha, que também sou filho de Deus.

Fui em silêncio, esperando flagrar alguma coisa, mas a Cristina estava no seu quartinho, assistindo bailes de carnaval, e o Romildo eu não tinha ideia por onde andava.

- Peguei uma cerveja. Não sei de quem é, mas peguei. - falei, na porta do quartinho da Cristina, esperando ser convidado a entrar.

- É do pessoal aí de fora, mas pode tomar.

- Acho que já foi todo mundo embora ou se recolheram... vou me recolher também.

- Boa noite!

Mas que boa noite mais seco, mais frustrante!

Saí, fui tomar a cerveja num cantinho do quintal, já quase na porta do barracão. Estava uma noite linda, me fazia pensar, divagar, sonhar.

Fiquei olhando para a janela do quarto da Daniele, estava aberta, a luz estava acesa.

O que estaria fazendo a menina?

Tive um impulso de achar um jeito de olhar, subir numa árvore, qualquer coisa, mas não olhei... talvez por respeito à menina.

 

 

Domingo – Manhã

A casa dorme

 

Diante da agitação que eu já tinha percebido naquela casa, e também pelo muito que já agitava a minha própria imaginação, era simplesmente uma agonia uma manhã de domingo com todos dormindo, e sem nada para eu ver e, menos ainda, fazer.

E foi por causa dessa monitonia momentânea e também pela certeza de ter ouvido alguns gritinhos ou algumas risadinhas típicas de meninas, que me pus aminvestigar a origem daqueles sons e a localização daquelas pessoas.

Logo vi que estavam no quintal da casa ao lado.

Me aproximei do local e pude ouvir nitidamente as vozes de duas ou mais meninas, sinds que não pudesse compreender o que elas falavam.

E as casas eram separadas por um muro um tanto alto.

Escada.

Com uma rapidez que só a grande curiosidade me possibilitava, peguei uma grande escada que ficava sempre presa na parede do barracão e a posicionei no muro, procurando não fazer qualquer barulho.

Subi, as vozes foram se tornando mais audíveis, e quando passei a cabeça por cima do muro vi que eram duas meninas apenas.

Ainda era um tanto cedo, mas as duas já estavam de biquíni, talvez esperando a água esquentar um pouco mais.

Mas foi outra coisa o que mais me chamou a atenção me fez ficar ali por mais de meia hora, observando.

Confesso que não entendi nada.

Um menina morena, mais cheinha, mas não gorda, seios bem crescidos, estava em pé ou quase sentada numa mureta... apoiava-se pelos pés e pela bundinha.

Uma outra menina, também morena, mas de corpo mais esguio, tipo magra, seios miúdos, também estava em pé ou quase sentada, também se apoiava pelos pés e pela bundinha... Mas seus pés estavam entre os pés da outra menina, e sua bundinha se apoiava no ventre da outra, bem em cima da testa, da xoxota.

Era uma posição na qual parecia que a menina de trás, a mais cheinha, estava comendo a outra por trás, ou mesmo a sua bundinha.

Talvez a menina de trás tivesse um pinto.

Mas com as duas estavam de biquíni, não tinha baixado nem nada, não parecia que uma estava comendo a outra.

Mesmo porque, não havia aqueles movimentos de vai e vem e sequer um mexe mexe.

A menina de trás ficava o tempo todo com as mãos apoidas na virilha da menina da frente, mas não fazia nenhum esforço, nenhum movimento de come come.

A menina da frente, por sua vez, ora estava quase ereta, com o seu rosto próximo ao da outra, para ouvir ou falar alguma coisa, ora estava com o corpo todo dobrado para frente, com as mãos quase tocando os pés.

Eu só esperava o momento de ver o pinto da outra menina, mas não, simplesmente porque ela não tinha pinto. Num breve relance em que a menina da frente descolou sua bundinha da outra, vi que não havia pinto algum ali.

Mas o que estava acontecendo então?

Fiquei mais do que curioso para saber, e imaginava, então, ou que as duas estavam apenas se preparando para alguma sacanagem, ounque a sacanagem já havia acontecido e só estavam descansando.

E entendi menos ainda quando as duas, de repente, se separaram e caminharam para dentro da casa.

Será que não estavam ali apenas conversando, na maior inocência, e eu é que estava imaginando coisas?

Será que já tinha acontecido algo antes e eu tinha perdido?

Será que ia acontecer lá dentro da casa?

 

(...)

 

Algo mais para eu ficar de olho.

 

 

Domingo – Tarde

A casa acorda

 

O domingo foi movimentado na casa.

Pela hora do almoço chegaram o noivo de Izabela e também a amiga da Dona Laura, além de algumas amigas e amigos do menino do meio.

Almocei com Cristina.

Saí para caminhar um pouco pelo bairro, comprar alguma coisa, tipo camisinha numa farmácia para comer alguém,  e quando voltei ....

Daniele e a toalha na porta.

Dei a volta por trás do barracão, espiei por uma fresta.

Coisa mais frustrante.

A menina estava no sofá, na mesma posição daquele outro dia, mas não havia o cachorro.

E também ela não tinha tirado a parte de baixo do biquíni, só estava com a mão lá dentro, rezando uma ave maria, ou mais, não sei.

- Tenho camisinhas aqui... - quase gritei pra ela.

Esperei que ela se refizesse, que saísse do galpão, e entrei.

Fui rezar também.

Mas acho que entrei apressado demais, pois tive a clara impressão de que a menina, ainda se afastando, me viu entrar.

Safadinha! - pensei.

 

(...)

 

Na parte da tarde, vi Izabela juto ao noivo num canto ou outro, pelo quintal, na piscina.

Também vis as demais pessoas por ali, mas tudo como uma reprise... quer dizer, nenhum fato ou acontecimento novo.

De novo mesmo só tinha a escada, que deixei próxima ao muro, e na qual subi algumas vezes, disfarçadamente, esperando ver novamente as meninas.

Não vi nada.

 

 

Domingo – Noite

Uma descoberta e tanto

 

Por volta da meia noite o grande quintal da casa começou a ficar vazio. Todos se recolheram, menos eu, que fiquei a olhar o casal de noivos, nuns pegas de tirar o fôlego.

A noiva era a Izabela, a ranzinza, uma das três filhas do Dr. Paulo, a segunda, por ordem de nascimento.

A outra moça, mais velha era a Beatriz, uma simpatia de pessoa, bem ao contrário daquela que estava ali, às turras com o noivo.

E quando digo às turras, é porque a moça se portava muito mais como uma estátua, frente ao rapaz que parecia estar muito a fim de umas boas transas.

Ele beijava, abraçava, encoxava, erguia o vestidinho dela, tentava baixar sua calcinha... e ela, além de mal corresponder, ainda impedia que ele fosse adiante.

O rapaz já estava de pau mais que duro, e eu também.

Na verdade, eu já estava quase arrancando o pau, de tanto tesão, quando brochou tudo, os dois, eu e o rapaz, pois que, de repente, ela empurrou o noivo e o conduziu até o carro dele e acionou o portão, mandando-o embora.

E eu pensando que ela ia transar com ele no carro.

Sozinha no quintal, ela se recompôs, ajeitou o vestidinho, os cabelos, mas não adentrou a casa, ficou andando pelo quintal, mostrando uma certa ansiedade ou qualquer coisa parecida.

Então, num certo momento, atendeu ao telefone, acionou novamente o portão, e vi entrar um carro, que logo apaga os faróis.

Mas não era o noivo de volta, era um outro rapaz, que logo se juntou a ela.

Curioso com aquela presença estranha, reparei melhor como Izabela estava linda.

Usava os cabelos soltos, caídos sobre um vestidInho vermelho bastante folgado em seu corpo. O vestido era de alças e podia-se ver que ela não usava sutiã, coisa que talvez nem precisasse, pois parecia ter seios médios e bem firmes, dispensando suportes.

Custei um pouco a acreditar, mas Izabela tinha um amante.

Os dois nem se abraçaram, apenas trocaram algumas palavras a poucos metros de onde eu estava, e nem notavam a minha presença.

Mas não ficaram ali por muito tempo. Logo ela tirou de um dos bolsos do vestido um pequeno pacote, mostrou a ele e em seguida pôs-se a caminhar com ele até o fundo do quintal.

Fiquei curioso, pois ao invés de conduzir o rapaz para algum local dentro da casa ela o levou para a escuridão.

Mas ela parecia saber muito bem para onde estavam indo, pois caminhou resoluta e logo sumiram no escuro.

Fui atrás, contendo meus passos para evitar topar com eles. Cheguei a perdê-los de vista, mas logo vi uma luz acesa e deduzi que tinham entrado numa antiga casa de empregados que agora estava abandonada e cheia de móveis velhos.

Esgueirei-me rente à parede da casa e cheguei até uma janela, de onde era possível ver os dois perfeitamente.

Esperei que fossem se abraçar e beijar, mas não foi isso o que aconteceu.

Sem mais nem menos, sem palavras ou qualquer carícias, o rapaz abriu a calça, abaixou até quase os pés e colocou uma camisinha no pau.

Imediatzmente, Izabela virou de costas para o rapaz, ergueu o vestido, baixou a calcinha até o meio das coxas e se ajoelhou no assento do sofá à sua frente.

Custava acreditar, mas Izabela ia transar com o rapaz.

E aquela não parecia ser a primeira vez.

O rapaz se posicionou atrás dela, ajeitaram a altura até nivelarem-se, ela abriu as nádegas com as duas mãos e preprarou-se para ser penetrada.

O rapaz apontou o pau e se pôs a despejar um tanto de gel.

Custava acreditar, mas Izabela ia dar a bunda para o rapaz.

Ela se abria com as duas mãos para ser penetrada no anus, no traseiro, na bunda, no cu...

Meu pau trincou.

Bati uma punheta atrás da outra, enquanto o carinha comia a bunda da moça, gozava no cu da moça.

Ele ficou por cerca de meia hora comendo aquela bunda, até que esgotou suas energias, tirou e deu sinal de que estava satisfeito.

Imediatamente, Izabela colocou-se em pé, subiu a calcinha, ajeitou-a no corpo, baixou o vestido e só esperou que ele ajeitasse a calça para sairem dali.

Saí atrás e vi que ela o acompanhou até o carro, onde se despediram sem nem sequer um beijo. Ela acionou o portão e ele se foi.

Em seguida ela entrou na casa e logo vi a luz do seu quarto acendendo e depois apagando novamente. Foi dormir.

Fui dormir.

Fiquei com mil perguntas na cabeça... se não havia romance entre eles, por que ela lhe dava a bunda?




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Meu irmão me amarrou e...

  Meu irmão me amarrou e... Meu irmão me amarrou e...   Lucinda* J. M. (2005) Itacarambi - MG Meu nome verdadeiro* não posso falar...