segunda-feira, 20 de maio de 2024

45 graus de tesão no carnaval

 


45 graus
de tesão no carnaval

 

 Eu já tinha ouvido uma piadinha boba de que beijo é igual ferro de passar roupa, que liga em cima e esquenta embaixo.

Mas eu nunca tinha entendido direito até que um dia senti na pele.

E nem foi com um beijo.

Chegava o carnaval, andava pela rua com umas primas, quando encontramos o Davi, um antigo namoradinho meu.

Na verdade o meu primeiro namorado, de quase três anos, que à época queria muito fazer uma coisa asquerosa comigo, já que eu ainda não havia me encorajado a perder a virgindade.

Mas nunca perdi a virgindade com ele e menos ainda fiz a coisa asquerosa, até que ele se mudou com a família para outro estado e nosso namoro acabou.

Passou o tempo, arranjei outro menino.

E então o Davi falou que estava por aqui para passar o carnaval, que ia brincar no clube onde brincávamos na adolescência, e me deu dois beijos no rosto: um de “oi”, outro de “até mais”.

E acendeu tudo.

No começo só uma pequena chama, depois uma labareda e, já próximo do sábado de carnaval um fogueira sem tamanho. uma fogueira úmida, molhada, um mel que me escorria só de pensar em como dar um nó no meu namorado e ir lá dançar com o Davi.

O nó não foi tão difícil eu dar, pois o meu namorado foi viajar com a família (com um pouco da minha ajuda) e fiquei livre para dar... quer dizer, para dançar o carnaval.

Mas quem é que queria dançar?

Nem eu e nem ele.

Logo estávamos nuns pegas daqueles e ele me conduziu até o seu carro, lá no fundo do estacionamento.

Tinha vidro escurecido e eu estava de saia.

Na verdade, eu usava uma sainha super curta, própria para brincar o carnaval.

E só precisei tirar a calcinha.

Ele só precisou baixar as calças para ficarmos nos esfregando, xana contra xano... quer dizer, contra pau.

Eu de cavalinho em cima dele.

- Tem camisinha? – perguntei.

Mas perguntei só para disfarçar, pois se ele falasse que não tinha eu já estava prontinha para abrir a minha bolsinha.

E começamos a transar, transar e transar.

Uma delícia, mil anos de saudades e vontade, um fogo do meu lado, um fogo do lado dele.

E um calor desgraçado.

Em certo momento já não sabíamos se estávamos transando ou cozinhar, pois o calor era simplesmente insuportável e jorrávamos suor.

Em parte até que era gostoso, pois as partes desnudas dos nossos corpos deslizavam uma na outra.

Mas eu só imaginava o cheiro que aquilo tudo ia me dar, tanto era o suor que escorria.

Sempre fico molhada nesses momentos, mas não no corpo todo.

Então tivemos a ideia de transar meio que dentro meio que fora do carro.

Eu debruçada sobre o banco, pra dentro, minha bunda pra fora, ele em pé do lado de fora.

Pra mim estava bom, pois se passasse alguém saberia que ali havia alguém levando piroca, mas não ia ver quem era.

Mas foi então que, quando percebi, ele aproveitou a situação, a posição e, principalmente, a molhação, para fazer o que tanto queria em outros tempos: a coisa asquerosa.

Apontou no meu traseiro e foi a seco... quer dizer, nem precisou de gel, de nada, pois minhas partes baixas já estavam tão suadas que simplesmente tudo escorregou para dentro.

- Meniiiiiino! – foi a única coisa que consegui falar.

E a vontade do menino em comer a minha bunda era tanta que ele grudou pelas coxas me prendeu, socando lá no fundo.

Acho que nem o capeta tirava ele dali naquele momento.

Só me largou quando gozou, quando encheu o meu traseiro de esperma.

Quer dizer... não encheu porque estava de camisinha, mas é como se tivesse enchido.

Adorei.

O problema foi só quando voltei para casa, estava uma porca, toda suada.

Porca, suada, mas saciada.

Pelo menos por algum tempo eu estava saciada.

sexta-feira, 17 de maio de 2024

Iniciação... menina assediando menina

Iniciação... 
menina
assediando menina

Vivido por: Lorena S. D. (2003)
Jundiaí - SP
Transcrito por: Anna Riglane

Lembro como se fosse ontem.
Eu andava com aquela curiosidade, aquela vontade, desejo mesmo, até que um dia... peguei minha amiguinha no banheiro da escola, ela encostada na parede, eu agachada, erguendo a sua sainha, beijando a sua calcinha, baixando a sua calcinha, roçando o nariz nos seus pelos, passando a língua, sentindo aquele cheirinho-perfume tão próprio... lambendo, lambendo.
A menina, antes assustada, surpresa, envergonhada... agora se abrindo, me segurando pelos cabelos, deixando escapar deliciosos gemidos... gozando.
Nunca esqueci aquela minha primeira vez com meninas.
E também nunca esqueci o modo como, depois de gozar, ela levantou a calcinha, baixou a saia e fugiu do local, sem me falar nada.
O que foi que eu fiz? - fiquei pensando, sem conseguir imaginar o que ela iria fazer.
Eu só pensava que eu estava lascada, e foi assim que assisti as duas aulas finais mais tensas da minha vida, ela sentada na carteira em frente, e a gente sem conversar.
Por isso, quando terminou a aula, eu não saí, queria que todo mundo fosse embora antes. Mas, depois de um tempo, ela apareceu de volta na sala, chegou perto e sentou do meu lado... me preparei para ouvir qualquer coisa.
- É que eu não queria fazer pra você. - ela foi falando, direto, para justificar a sua fuga.
- Desculpa! Eu não devia ter feito. - falei, supresa.
- Devia sim, eu gostei.
- Gostou... gostou mesmo... jura?
- Gostei... Só que... só que eu não quero fazer igual você fez, entende?
- Entendo... claro que entendo. Mas... posso te chupar de novo?
- Não sei, eu...
- Não precisa me chupar... só eu chupo... Quer?
- Quero.
- Vai na minha casa, então.
- Vou... amanhã, depois da aula, hoje a minha mãe está me esperando pra gente sair.
Saímos da sala, da escola, e nem conversamos mais, porque outra menina se juntou à gente.
Voltei para minha casa toda ansiosa, eufórica, só imaginando o dia seguinte... bati duas siriricas na parte da tarde e mais uma à noite, antes de dormir.
E no dia seguinte... eu parecia uma criança que sabia que ia ganhar um brinquedo. Sabia, mas ainda temia que pudesse não ganhar, precisava ter certeza.
- Você vai? - perguntei, logo que a vi na escola.
- Vou, mas, você sabe... eu não...
- Não precisa, já falei, deixa só eu fazer.
Aulas vagas... quer dizer, minha cabeça vagava durante as aulas, só pensando no depois, só olhando para a menina, suas coxas, seu rostinho lindo, sua xaninha, seu cheiro.
Quase arrastei a menina para casa, tamanha a pressa de chegar. E quando cheguei, sabendo que estávamos sozinhas, arrastei-a para o meu quarto, fiz ela deitar na minha cama, juntei a sua calcinha, tirei pelos pés, ajoelhei-me, coloquei-me entre as suas coxas.
- Abre... mostra ela... - fui pedindo, enchendo-me de um tesão fora do comum, enquanto admirava seus pelos, suas fendas, sua entradinha... suas entradinhas.
Chupei a menina por meia hora ou mais, primeiro só lambendo, dando beijinhos, depois impondo uma sequência de ritimos lentos alternados com ritimos rápidos... e paradinhas para deixá-la na expectativa, esperando o recomeço.
Parei e recomei várias vezes, lambi, beijei, mordisquei, enfiei a língua... meu mundo era aquela xaninha, nem era a menina.
Fiz ela gozar, gozei com ela.
Chupava e me masturbava, enfiava a língua nela, enfiava o dedo em mim.
Gozei três vezes, ela não sei quantas, até que se deu por satisfeita, cansada, abatida, morta.
Fiz, então, algo que eu tanto queria... quer dizer, eu queria bem mais que isso, mas não queria forçá-la, esperaria o momento certo.
Eu já tinha tirado a calcinha, coloquei-me em pé na cama, uma perna em cada lado das suas pernas, ergui a saia... e deixei que ela olhasse a minha xana, que admirasse, que percebesse algum gosto nisso.
Foi o meu maior presente.
Ela não me chupou, não me deu um beijo na xana, nem sequer me tocou com a mão... mas a sua olhada, o seu sorriso enquanto olhava, a promessa que eu via nos seus olhos... 
Um dia você me chupa, eu pensava, um dia você me chupa.




quinta-feira, 16 de maio de 2024

Seduzida pela noite... nos braços de outro homem


 Seduzida pela noite...

nos braços de outro homem

 

Amanda R. G.

São Paulo - SP

Nascimento: 1990

Acontecimento: 2019

  Passados quase cinco anos do ocorrido, acredito que já posso falar a respeito, mas falar sem correr o risco de ser identificada, porque as lembranças, essas ainda estão quentes, não sendo nenhum exagero eu dizer: parece que foi ontem.

Nascida no ano de 1990, casei-me aos 23 anos de idade, com o meu segundo namorado, um colega de faculdade. Não foi o meu primeiro homem, mas foi a quem me entreguei de corpo e alma, apaixonada, super apaixonada, com a certeza de ter nele o homem da minha vida.

E ele é o homem da minha vida, mas...

Nove anos de casada, um lindo casal de filhos crescendo num ambiente alegre, harmonioso, cheio de festividade. Nada faltava às crianças, fazia de tudo para nada faltar ao marido, e nada me faltava, nem mesmo um bom emprego, no qual eu já estava fazia quatro anos.

Salviano, meu colega, grande companheiro, também casado, também pai de duas crianças, o colega de trabalho que toda mulher quer ter. Nenhuma tentativa para cima de mim, nenhuma piadinha indiscreta ou com segundas intenções, nenhum convite que não fosse simplesmente tomar um lanche, oferecer uma carona, conversar sobre o nosso trabalho, nossa família.

O jantar de final de ano da firma... a noite.

Eu tinha combinado e aceitado a carona de volta para casa com ele porque sabia que ele mal bebe uma taça de vinho, podendo dirigir sem problema, enquanto que eu, com uma simples taça já perco a noção das coisas.

Confiança em um amigo... era o sentimento.

Salviano não bebeu mais que uma taça, bebi menos que isso, mas deixamos o local da inebriados. Na verdade, a embriaguez começou ainda no restaurante, com seu pátio extenso, num lugar alto, a vista para uma rodovia, mas ao longe a cidade, luzes, carros, noite.

Alguma coisa começou a me agitar quando, terminada a festividade, saímos para tomar ar fresco, ver as estrelas no céu, despedir dos outros colegas, procurar pelo carro dele. Alguma coisa me agitava, me excitava, e excitava a ele também.

Mas não era excitação sexual, ainda não. Era um tipo de euforia, de expectativa, de uma certeza de que alguma coisa podia acontecer.

Uma excitação por algo que eu podia fazer.

Mas eu não sabia o que era, ainda não sabia.

...

O carro flutuando na rodovia, o Salviano dirigindo com atenção, outros carros, luzes, a cidade. Não falávamos nada, e quando falamos, foi decisivo.

- Está cedo ainda, não?

- Está mesmo. Pensei que o jantar fosse demorar mais.

- Eu também. Você tem horário para chegar em casa?

- Horário não. Só tenho de chegar... e você também.

- É. Mas está cedo e...

- E...? No que você está pensando?

Ele apenas mostrou com a cabeça.

- Entra. - consenti.

Minutos depois estávamos isolados do mundo naquele quarto de motel, um ambiente de luxo, embriagante, mais inebriante do que a própria noite.

- A gente é louco. - lembro que ainda falei, em pé no meio do quarto, diante dele, olhando nos olhos dele.

- Somos? - ele perguntou, me tomando pela cintura.

Um primeiro beijo.

Em segundos estávamos nus, com a fome de dois adolescentes que não têm tempo a perder.

- A gente é louco. - eu repetia, sendo empurrada carinhosamente contra a grande cama, colocada deitada, escalada, trepada.

Salviano em cima, procurando me penetrar o mais rápido possível, com medo, talvez, que eu me arrependesse, mudasse de ideia.

Mas o que eu menos queria naquele momento era mudar de ideia.

Abri as pernas.

Soergui o quadril, me oferecendo.

Senti a lança aguda rasgando, penetrando a minha carne.

Eu era só umidade, uma poça de umidade.

Abracei-o forte, com os braços e com as pernas, puxei-o contra o meu corpo, para dentro do meu corpo.

Salviano socava com suavidade, dilacerando com todo o amor do mundo o meu sexo ardente. Seu pênis rígido, volumoso... me atingia no útero, além do útero.

Seu esperma me inundou, não se segurou muito tempo, a vontade, a excitação, a novidade de algo diferente.

Tratei de chegar ao ápice também, mexendo e remexendo o quadril, me socando contra o seu falo, deixando escapar descontrolados gemidos, verdadeiros grunhidos, e pedindo:

-Vai! Vai! Vaaaaaaaaiiii!

...

- Desculpa! - ele balbuciou, ainda ofegante.

- Desculpar do quê?

- Às vezes sou meio rápido assim mesmo.

- Normal. Você foi, eu fui... e foi muito bom.

- Prometo ir com menos fome na segunda.

- Que segunda, homem? Precisamos ir pra casa.

- Você disse que não tinha horário.

- Sim. Mas não vamos passar a noite aqui, não é?

- Mais uma, então.

- Só mais uma, só mais uma.

...

Em casa

...

Na volta das férias, no serviço.

- Salviano. Antes que você fale alguma coisa. Vamos esquecer aquilo, tá bom?

- Esquecer como? Foi a maior emoção da minha vida.

- Eu sei. Para mim também foi. Mas não vai acontecer mais, não é certo. E não se fala mais nisso. Combinado?

- Combinado. Eu entendo.

...

Hoje, passados cinco anos, continuamos colegas de trabalho, compartilhamos a mesma sala, os mesmos lanches e almoço, o mesmo carro nas caronas, mas nunca mais a mesma cama. Sequer tocamos mais no assunto.

Restou para mim, e sei que para ele também, a lembrança daqueles momentos em que fomos embriagados pela noite... momentos maravilhosos e inesquecíveis.

 

Amostra grátis

Amostra grátis


Quando mais novo eu ouvia meu bistaratavô dizer que a gente ainda ia ver coisas neste mundo. Que tipo de coisas ele nunca revelou, mas sempre acreditei que fossem coisas assombrosas.

Agora, no entanto, acredito que o meu bistaratavô se referia a algo semelhante ao que aconteceu comigo em novembro de 2023, em plena euforia dessa tal black friday.

Meu bistaratavô era da roça, não entendia nada de marketing de vendas, mas sabia o que estava falando... o marketing se tornou realmente assombroso.

Aconteceu foi que entre numa loja pensando em comprar uma bike, e quase fico trinta dias lá sem comprar nada, só olhando... as vendedoras, uma mais bonita que a outra, uma três vezes mais gostosa que a outra, e tanto a uma como a outra, as outras, todas de shortinho agarradinho, o holograma em 4 dimensões da framboesa, da rua  Rego Freitas... quer dizer, o rego...

Sabém o que é ficar doidão?

E se eu disser que eram todas de dois andares, tipos jogadoras de basquete, casquete, croquete...!!!

- Você compra a nossa bike modelo Prata Plus e tem direito a uma amostra grátis. - me falou aquela que me atendia, com uma voz que quase me causou uma mancha na calça.

- Se eu comprar eu tenho direito a uma amostra... Não é o contrário?

Não era. Paguei para ver que tipo de pegadinha era aquela, comprei uma das bikes mais caras da loja.

Feito os trâmites, estranhei que ela me apontasse um provador de roupas, mas atrás do provador tinha uma porta, atrás da porta tinha um quarto com uma cama, e ao lado da cama estava a irmã do Catatau.

A irmã ou prima do Catatau não devia medir mais que 1,45 m de altura, mas era muito bonitinha, de corpinho bem feitinho... e estava levantando o vestido, mostrando a calcinha, e pedindo para eu mesmo tirar.

...

Cenas proibidas.

...

Cerca de meia hora depois, bambeando as pernas, eu havia deixado o quarto, o provador, e estava de volta à loja querendo saber quanto custava a bike modelo Ouro Super Plus com Engrenagem Hiper sei lá o quê... e se ela me dava direito a uma amostra tamanho normal.

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Bitransei

 

Bitransei

Luana C. G.

2007

 

Sexta-feira, 22 de março de 2024.

Um dia que, com certeza, nunca mais esquecerei. Mas também nunca mais farei o que fiz. Adorei, mas nunca mais farei. Não é da natureza. Ou será que é?

Estava voltando da escola, caminhando descontraidamente pela calçada, quando ouço um BIP BIP..., olho para o lado, e recebo um convite para entrar num carro.

- Rica! Menino... há quanto tempo! Que surpresa gostosa!

- Então entra aí.

Mais que entrei. Sempre foi uma coisa tipo, assim, meio indescritível o meu fogo por aquele menino.

E sempre fiquei só no fogo, porque, simplesmente, ele namora uma amiga minha. Não é a minha melhor amiga, mas é amiga, sei separar as coisas.

Sei?

- Mudei para aqui perto, agora. Quer ir conhecer a minha casa?

- Com certeza. Dar um abraço na dona Lila, no senhor Walter... só que não posso demorar muito.

Dona Lila, senhor Walter?

O safado estava sozinho e, ao invés de mostrar o apartamento...

- Mas Rica... isso não. Para... a gente não pode, eu não posso... mas... não...

Nesse último não eu já estava meio deitada no sofá, ele estava tirando a minha calcinha e já havia uma certeza de eu ia ser comida.

Fui comida.

Não sei se fui eu ou se foi ele quem abriu as minhas pernas, só sei que já vi a lança dura, seu corpo por cima do meu...

Soltei aquele longo e profundo gemido, quase um grito, que há tempos eu sonhava soltar.

- Hummmmmm! Rica! Riiiiiiica!

- Lu... eu sempre te quis, Lu...

- Verdade?

- Verdade! Xaninha gostosa.

- Te amo! Te amo! Vai! Vai!

Pena que foi vapt vupt!

Pelo meu gosto, pelo tanto que eu havia sonhado, foi vapt vupt, eu queria mais, muito mais.

Mas foi só o tempo dele gozar, eu gozar, dar aquela descansadinha eivada de mil beijinhos apaixonados, e...

- Preciso ir. – falei, empurrando-o de dentro, de cima, me levantando, e já me preparando para ir embora.

Eu tinha um bom motivo, sabia que tinha.

- Fica mais.

- Não posso. - falei, vestindo a calcinha.

- Mas eu quero mais.

- Eu sei... também quero. - arrumando a saia, o cabelo.

- Noutro dia, então.

- A gente vê.

- Te levo.

- Não precisa.

Tentei dispensar a carona, mas não teve jeito. Eu sabia que podia dar galho, mas não teve jeito, ele me trouxe e...

O que eu mais temia: o Guiga, meu namorado, me esperando na porta do prédio.

- Minha colega me deu carona.

- Sua colega! Sua colega é homem?

- Ôxe! É a Vânia. Ela tem jeito de homem, mas é só jeito. Vamos subir.

Subimos, ele ainda desconfiado com a minha colega Vânia, perguntando porque eu tinha demorado, mas...

Mal entramos no apartamento, na sala...

- Não. Agora não... minha mãe tá chegando...

- Ninguém mandou você demorar. Tô aqui te esperando faz um tempão, tô muito a fim...

- Mas... a minha mãe, meu pai, não...

- E daí? Somos namorados, não somos? Te quero muito, menina, muito, muito!

E lá se foi a minha calcinha, pela segunda vez em menos de meia hora.

Abri as pernas... e lá vinha outra lança.

- Hummmmmm! Ri... Gui... Guiga... Meu amor! Te amo! Te amo!

Quase!

Foi vapt vupt outra vez, realmente a minha mãe estava para chegar.

Ele deve ter ficado só meio satisfeito, mas eu... eu já tinha dado duas.

domingo, 12 de maio de 2024

Punhetando amigos 2... é cada história!

  Punhetando amigos 2... é cada história!




Bati uma para o meu primo no desmanche
 

Gosto de punhetar, pegar no cabo, sentir a textura, excitar com movimentos leves, com movimentos rápidos, com apertões.

Mas tudo tem hora e local, certo?

Tem nada.

Meu pai tem um Kadett mil novecentos e bolinha, oitenta mil quilômetros originais, tudo funcionando, perfeito, impecável. E ai daquele que causar algum dano no seu placa preta! Ele é capaz de comer o cu

Meu pai comendo o meu cu?

Pois não foi que ele tirou umas férias, viajou para o interior, passou quase um mês lá, e a sem juízo aqui, logo nos primeiros dias, pegou o carro e foi dar um rolê...

...

Passei numa lombada meio aloprada e dois metros depois o carro começou a mancar de uma roda, até que parou no meio da avenida, travou, resolveu que não ia andar mais, e não andou mesmo. Funcionava o motor, tudo, mas o carro não andava.

- Primo Nivaldo, pelo amor de Deus! Me socorre.

O primo, que trabalha com guincho, chegou com guincho e tudo, levamos o carro até uma oficina conhecida dele, o mecânico olhou sem nem mesmo tirar de cima do guincho, e...

- Estourou a homogenética. Mas estou cheio de serviço e só posso arrumar na semana que vem.

- Pelo amor de Deus, primo! Até lá meu pai já chegou.

- Vem comigo, prima.

- O que é homogenética, primo. – perguntei, quando vi estávamos entrando num desmanche.

- Meu amigo aqui vai dar um jeito rapidinho, e não cobra caro.

- Tomara! O preço nem me importa, só tem de ser rápido, meu pai não pode nem desconfiar. Mas o que é homogenética?

- Uma punheta.

- Uma punheta! Como assim?

- Enquanto ele conserta o carro, você me bate uma punheta.

- Tá bestóide, primo? Que confiança é essa? Eu nunca te...

- Posso levar de volta pra garagem, talvez o tio nem descubra que foi você e...

- Eu bato, eu bato.... mas só com a mão.

- Um boquete até que ia bem, mas com a mão já serve.

...

O dono do desmanche encontrou uma homogenética usada, e levou quase meia hora para trocar, deixando o carro perfeito.

Dessa quase meia hora, passei bem uns doze minutos atrás de uns carros, brincando com o pau do primo.

Eu queria que ele gozasse logo, mas o filho da puta sabia se segurar, esquentava, desesquentava, esquentava, até que, finalmente, sobre o motor de um carro que estava com o capô aberto... despejou a maior parte da porra.

A outra parte ficou na minha mão, procurei uma torneira...

 

...

 

P.S.

Cumpre esclarecer, em benefício geral da verdade, que essa não foi a primeira vez que bati punheta para o primo.

Há muito, muito tempo atrás, ele abusava da minha inocência, me puxava para a garagem onde o meu pai guardava o Kadett e...

- É assim, prima. Pega assim... aperta, vai mais rápido... isso... devagar agora... aperta, mais rápido, aperta, rápido.

E não foram poucas vezes não, até que arranjei um namorado, comecei a entender as coisas, e parei.

E agora, depois de tantos anos...

 

 

sábado, 11 de maio de 2024

Punhetando amigos... é cada história!

 Punhetando amigos... é cada história!



Bati uma para o meu amigo
no estacionamento da firma
 
Luciana B. J. (2004) – Santo Amaro – São Paulo – SP
 
Tal fato ocorreu em dezembro do ano passado (2023), e não mais se repetiu.
Tenho um mesmo namorado desde os meus 15 anos, adoro ele, ele me adora, morre de medo que eu pise na bola com ele, vive me perguntando, se já o traí alguma vez.
Sempre juro que nunca traí, e nunca traí mesmo, nem nunca pensei em fazer tal coisa, com quem quer que fosse.
Mas...
Em setembro do ano passado comecei a trabalhar numa firma aqui mesmo no meu bairro, conheci o Davilson e logo desenvolvemos uma grande amizade. Mas era só amizade mesmo, de estar sempre conversando, almoçando juntos, e ele até me dando umas caronas na volta para casa, de vez em quando.
E só isso, até que:
Em dezembro teve a festinha de encerramento do ano, troca de amigo secreto, tudo ali mesmo, na firma. Eu nem ia ficar, mas como fiquei, pretendia sair logo, pegar o ônibus e correr para casa.
- Fica. Te dou carona depois.
- Tá bom!
Tomei champanhe, fiquei mais alegrinha, e lá pelas nove da noite começou todo mundo a ir embora. Caminhei com ele até o estacionamento, fomos conversando, paramos perto do carro.
- Vou te levar para um motel.
- Para com isso!
- Nenhuma chance?
- Nenhuma.
- Nem mesmo um beijinho?
- Tá bom!
Um beijinho virou dois, dois beijinhos viraram três, e quando vi, na efervescência da coisa, ele pegou a minha mão e...
- Mas... você tirou! Esconde isso.
- Pega ele.
- Não. Vamos embora.
- Pega! Por favor, pega!
Sempre punheto o meu namorado... sempre que não podemos transar, ele gosta muito.
Então... de repente, eu já estava punhetando o meu colega como se estivesse punhetando o meu namorado... parecia igual.
Fui manuseando, apertando, acelerando.
- Te quero!
- Não!
- Me dá ela!
- Não! E me solta, se não, eu paro.
- Me dá.
- Tira a mão! Me solta! Se quiser, é assim.
Ele quiseu... quer dizer, quis. Ficou convencido que ou era só a punheta ou era nada. Se deixou levar, deixou eu punhetar.
Eu olhava em volta, com medo que chegasse alguém, e punhetava, punhetava, até que...
- Porcão! – falei, como sempre falo para o meu namorado, quando senti a mão cheia de porra.
Minha sorte... gente se aproximava.
Limpei mais ou menos a mão numas folhas, acabei de limpar num pano dentro do carro, enquanto ele dirigia, meio apressado.
E foi só aquela vez. Ele até tentou conversar, ainda no carro, e na firma, depois das férias coletivas, mas fui cruel (palavra dele):
- Se quiser continuar sendo meu amigo... esquece.
Ele não esqueceu, tá na cara que não esqueceu, só não teve... não tem, é coragem de tentar novamente.  


Só boquete é traição?

 

Só boquete é traição?

 

Ana Regina R. S.

Vila Carioca - São Paulo – SP

Nascimento: 2006

Acontecimento: 2023-24

 
 
Existem coisas deprimentes, lugares deprimentes, ambientes deprimentes, locais de trabalho deprimentes.
 
...
 
Eu estava terminando o segundo grau, meio atrasada, estava precisando trabalhar, meio sem grana, meu namorado falou com o amigo dele, o amigo dele arrumou pra mim na fabriquinha onde ele trabalha, e chupei o pinto dele.
Só chupei, só fiz boquete.
Isso não é traição, é?
Está certo que chupei muitas vezes, mas, mesmo assim… uma amiga diz que traição é só quando a gente transa, mas a minha prima diz que é traição, sim, e das mais nojentas.
- Suja a boca com a porra do outro e depois vai beijar o namorado. Coitado! Faz ele chupar pau por tabela.
E agora?
Estou confusa.
Vou contar como aconteceu.
 

 
A fabriquinha era (é ainda) realmente uma fabriquinha, uma fabriqueta. Faz placas para aparelhos eletrônicos, tem uns tanques de produtos químicos onde mergulham as placas, fica num galpão alto, sujo, imundo na verdade, cheio de tranqueira por todos os lados.
Um lugar deprimente para trabalhar, num bairrozinho bem deprimente também.
A minha sorte foi que raramente eu entrava na fábrica, pois o meu trabalho era no escritório, que fica no outro lado da rua, num ambiente menos deprimente, mas, mesmo assim, nada parecido com um escritório de verdade.
O meu azar foi que no escritório praticamente só trabalhava eu e o (trabalha ainda) o Gustavo, o amigo do meu namorado que havia me arranjado a vaga.
Tinha os dois patrões, o Lua e o Daniel, muito novos ainda, que também usavam o escritório, mas raramente ficavam por lá. Ou estavam na fábrica, gerenciando a produção, ou estavam na rua, visitando clientes, fazendo vendas.
Quer dizer, 99,9% do tempo era mesmo só eu e o Gustavo ali, em nossas escrivaninhas, entre armários de arquivos, prateleiras, caixas de papelão e outras tranqueiras.
Ô lugar chato! Nem mesmo uma paisagem para se poder olhar pela janela... a janela dava para um muro de sei lá quantos metros de altura, e era cinza.
No início, até andei aplicando os meus dotes femininos e fiz alguma arrumação naquele escritório, mas logo descobri que era um esforço inútil, pois sempre chegava mais tranqueiras e eram simplesmente jogadas no chão.
Desisti.
E eu tinha pouco serviço, atender telefone, ler e-mails, digitar algumas coisas, e no mais era ociosidade total.
Com o Gustavo não era muito diferente, ele só ficava desenhando as placas, coçando o saco, e conversando comigo, e coçando o saco... coçando mesmo.
Não foram poucas as vezes que vi ele coçando o saco.
Nas primeiras vezes foi por acaso, nas outras eu ficava espreitando, disfarçadamente, enquanto ele, disfarçadamente, coçava.
Coçava ou alisava?
Comecei a desconfiar que ele alisava, porque tinha vezes que, depois de coçar, ele ia ao banheiro.
E do banheiro saía com aquela carinha de quem havia acabado de dar uma... quer dizer, de bater uma.
Então ele não coçava mais, até o dia seguinte.
Estou correndo risco, eu pensava.
Mas ver o Gustavo coçando o saco até que foi bom; pelo menos eu tinha uma distração que me ajudava a passar o tempo.
Só que um dia...
Teve um dia...
Naquele dia...
Bom...
Não sei o que me deu, não sei mesmo.
Eu estava na maior distração, vendo o Gustavo coçar o saco, estava até menos deprimida que nos outros dias, estava...
Ele foi para o banheiro e fui junto, segurei a porta antes que ele fechasse.
- O que foi? – ele perguntou.
- Tira! – ordenei.
- Tira o quê?
- Tira o pinto.
- Tirar o... mas...
- Você não tem namorada, não? – fui falando e, ao mesmo tempo, alisando o seu pau, por cima da calça. – Abre! Tira. Vai!
Ainda um tanto confuso, meio cismado, ele abriu a calça e seu pinto...
Seu pauzão saltou para fora, duro, nervoso, querendo encrenca.
Quem costumava dizer que o pinto estava querendo encrenca era um menino que conheci lá pelos meus tempos. Foi ele quem me ensinou a bater punheta.
Bati uma punheta para o Gustavo.
Juntei o pintão dele, grandão mesmo, enchi a mão, corri para a base, trouxe até a cabecinha, corri para a base, fui acelerando o ritmo, fui apertando, acelerando...
Ele me agarrava, apertava os meus peitos, apertava a minha bunda, quase apertou a minha xana, tudo por cima da minha roupa. E só não apertou ela porque não deixei, virei o quadril, resmunguei que não queria.
- É você quem está precisando. – meio que falei.
Ô menino demorado pra gozar.
Aquele menino que me ensinou eu só conseguia bater direito na segunda, porque na primeira era só eu pegar e ele já estava espirrando pra tudo quanto é lado.
Meu namorado já é mais calmão, eu também. Nem sempre a gente transa, por falta de tempo, de lugar, e então vamos na punheta e/ou no boquete. Mas ele demora um pouco até gozar porque fica segurando, diz que é para ficar mais gostoso, enquanto que eu, mesmo querendo gozar, fico naquela demora, chego quase, esfrio, vou esquentando novamente... sempre dou o maior trabalho pra os dedos e/ou para a língua dele.
Mas o Gustavo, ele não estava segurando, eu via que ele queria gozar, só que, não sei se por causa do tamanho do seu pau, ele não estava conseguindo mesmo.
Eu punhetava, punhetava, apertava mais na ponta, apertava mais na base, acelerava, ia devagar, e ele me apertando, querendo enfiar a mão... eu já estava quase gozando só de fazer pra ele e ele naquela lerdeza.
Então descobri o que faltava.
Sem querer ou por querer abreviar o tempo, encostei a boca no ouvido dele e falei.
- Goza, goza!
Rapaz!
Ele estremeceu todo, me apertou todinha, soltou uns gemidos violentos, começou a agitar o quadril como se estivesse comendo alguém...
Quanta porra!
Quanta porra!
Um monte e tanto na minha mão, outros montes na parede.
E então fiz a maior descoberta da minha vida.
Descobri que não é vantagem nenhuma o menino ter o pinto grande. Aquele menino gozava e permanecia com o pinto duro, meu namorado goza e permanece com o pinto duro, mas o Gustavo... foi gozando e foi amolecendo, murchando.
Fiquei com aquele pescoço de frango morto na mão, soltei.
- Limpa a parede. – mandei, enquanto procurava lavar a mão.
- Deixa eu fazer pra você.
- Deixo não. Você é quem estava precisando. Eu tenho namorado.
Ele ainda insistiu, mas não deixei mesmo. Bem que eu podia ter deixado. Bem que é gostoso gozar com o menino batendo punheta pra gente, mas, simplesmente, eu não queria, não estava a fim.
 
...
 
Eu não estava a fim naquele dia, também não estava a fim no dia seguinte, na semana seguinte, na outra.
O que aconteceu foi que ele gostou da ideia, amou, e ao invés de ficar coçando, preferia que eu “coçasse” pra ele.
E o que aconteceu depois do que aconteceu foi que, certo dia, pensando em fazer ele gozar um pouco mais rápido, ao invés de ficar em pé ao lado dele, batendo punheta pra ele, sentei no vazo sanitário, fiquei na altura, fiz boquete.
Que inundação na minha boca!
Que inundação!
Mas foi nesse dia, depois da inundação, que não resisti e deixei ele fazer pra mim.
Ele sempre queria me punhetar, mas eu não deixava. Não sei porque, mas eu preferia gozar com o meu namorado.
Mas, naquele dia, ao invés de tentar me punhetar, ele me levantou, me encostou na parede, ficou de joelhos aos meus pés, ergueu a minha saia, coisa que raramente eu usava (até aquele dia), baixou minha calcinha.
Que língua!
Que chupada levei!
Então adotei a saia como roupa de trabalho.
E assim, por longos e deliciosos meses, aquele escritório deprimente já não era tão deprimente, pois o Gustavo queria boquete de manhã, e eu também, e queria boquete à tarde, quando o seu pau endurecia de novo, minha xaninha ficava molhada de novo.
Nunca dei pra ele, nunca mesmo.
E não foi por causa do tamanho do seu pau, não foi por nada. Simplesmente eu não queria mesmo.
Bater punheta pra ele.
Fazer boquete pra ele.
Ele bater punheta para mim.
Ele me chupar.
Só isso... ou tudo isso que a gente fazia já estava bom demais e, além disso, eu não estava traindo o meu namorado... quer dizer, acho que não.
Tinha aquele negócio da porra na boca, mas eu sempre lavava.
Tudo foi assim, e só assim, até que saí para um emprego melhor, num bairro não deprimente, uma firma não deprimente... mas com alguma saudade daquele antigo empreguinho deprimente.
 
...
 
Detalhe: nem a minha amiga e nem a minha prima sabem dessa minha história... quer dizer, sabem, mas não sabem que foi comigo, pois inventei que foi uma outra menina que...
 
 

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