sábado, 29 de junho de 2024

O pai da minha amiga queria me comer

 O pai da minha amiga queria me comer

 

Cilene M. S. (2005)

Guarulhos - SP

--------------
ESTE relato faz parte do ebook
"Nem todo mundo come  a Cris",
em publicação na
amazon.com.br
--------------

Minha melhor amiga é a Irene. O pai dela é o Sr. Augusto, que queria me comer.

Eu conhecia a Irene desde o Fundamental, fomos nos tornando amigas, grandes amigas, mas poucas vezes eu tinha ido na sua casa, até que, já com 17 anos, comecei a frequentar mais e até a dormir lá, quando saíamos juntas, azarando meninos.

Azarando entre aspas, porque sempre fomos relativamente bem-comportadas. Meninos de cama, até então eu só tinha conhecido três, sendo que um havia sido meu namorado. Ela contava um a mais que eu, mas nunca me revelou quem era o quarto menino ou, na verdade, o quarto homem.

- Não posso revelar, ele é casado, tem idade para ser meu pai... melhor eu manter segredo.

- Um coroa! Você transa com um coroa?

- Hum hum!

- Mas... me fala. Como é que é?

- Dá de dez a zero em qualquer menino.

- Sei. Deve ter mais experiência. Mas não é isso... me fala como rolou a coisa, como chegaram nessa relação, quem é ele.

- Segredo de Estado. Só te conto o milagre, mas não posso revelar o santo.

- Tá bom! Pensei que fôssemos amigas. -  eu brincava.

(Continua após o anúncio)

-----------


A mulher do próximo... e outros perigos eróticos
Dizem que a grama do quintal do vizinho sempre parece mais verdade que a grama do nosso próprio quintal. Mas tem um problema, o vizinho pode não gostar de ver você pegando ou tentar pegar a grama do quintal dele, e aí...

15 histórias
01 - Chupei mais de quinze, eu acho
02 - Crime e castigo
03 - Minha tia, o OVNI e o amante que morreu de susto
04 - Mais um consolo para a minha linda irmã
05 - Mulher de amigo pode ser homem, mas o cuzinho é um perigo
06 - Quando a vizinha é gostosa o vizinho não dorme e faz merda
07 - O prazer e o perigo de buscar minha sobrinha na faculdade
08 - Mulheres casadas que comi no ano passado
09 - Quem come quieto vive um pouco mais
10 - Jamais cobice ou transe com a mulher do próximo
11 - The day after... saindo da retranca
12 - Meu menino ideal, meu pênis ideal, minha vida real
13 - Tal pai tal filha
14 - Minha superpoderosa calcinha
15 - O menino que incestuava
Leia completo
R$ 14,99
PIX
annariglane@gmail.com
Código QC-102

-------

Mas, com o tempo, comecei a descobrir que nem sempre as melhores amigas se abrem em todos os seus segredos.

Fui descobrindo isso em função de uma outra descoberta, que foi acontecendo.

O pai dela, o Senhor Augusto, me secava, olhava minhas pernas, mordia os lábios quando me via e, certa vez, sentados à mesa, ele se levantou várias vezes para olhar meus peitinhos na folga da camiseta.

Como é que eu podia revelar isso pra ela, para a mãe dela, para o irmão dela, como?

O tempo foi passando, passando, o homem não avançava, mas também não parava de me secar. Na verdade, me secava cada vez mais, até que uma dia...

Um dia, depois de quase um ano desde que eu tinha começado a desconfiar das intenções dele, aconteceu o que aconteceu.

- Te dou 3 mil reais. - ele disse, num momento em que ficamos a sós. A Irene tinha ido na padaria e os demais não estavam.

- Me dá três mil pra quê, por quê?

- Você está precisando para a faculdade, ouvi você falar.

- Sim. Mas o meu pai me arruma.

- Eu também arrumo. Só quero...

- Quer o quê? Senhor Augusto... para!



Ele foi falando e se ajoelhando aos meus pés, subindo as mãos pelas minhas coxas, levantando a minha saia...

Eu queria estar menstruada. Ah, se eu estivesse menstruada! Mas eu queria mesmo?

Ele começou mordendo a minha xana por cima da calcinha, me causando umidade, mas logo puxou o tecido para baixo, causando mais umidade ainda.

Sua língua arrancou de mim um grito que não consegui conter, e continuou arrancando gemidos, conforme subia e descia, bailando num ritmo louco entre a entrada da minha vagina e o meu grelo.

Eu estava quase gozando, sentimos a presença da minha amiga, me apavorei, empurrei o homem e caminhei para o sofá levantando a calcinha, ajeitando a saia. Ele disparou para o banheiro.

As portas do inferno tinham sido abertas para mim, as portas do paraíso também.

Inferno: eu tinha tido um envolvimento com um homem mais velho, e casado.

Paraíso: aquele breve envolvimento mexeu com as minhas bases... todas elas.

Como seria se eu tivesse gozado na boca dele? Isso nunca tinha me acontecido.

Quando, para a minha mais absoluta surpresa, ele me ligou na terça-feira, ao invés de dar uma dura nele... combinamos hora e local para o encontro.

Meu primeiro motel… um homem mais velho, uma língua, mil dedos, um falo latejante. Não foi aquele 10 todo, mas me fez latejar e gozar uma vez, duas, três...

Bem assim...

Agora, minha amiga tem um segredo, eu também, estamos empatadas, nós duas contamos três meninos e um homem... um homem que, tenho fortes suspeitas, é comum a nós duas.

FIM... do nosso primeiro encontro




Em publicação na



domingo, 23 de junho de 2024

sábado, 22 de junho de 2024

O homem que queria comer a bunda da pastora

 

O homem que queria comer

a bunda da pastora


100% Anônimo

Vila Prudente - São Paulo - SP

Nascimento: 1992

Acontecimento: 2024

  

Sou proprietário de uma loja de veículos usados na Avenida Luís Ignácio de Anhaia Melo e chega!

Sou casado, tenho filhos, nome a zelar, etc. e tal... não posso falar mais nada.

Certo dia entrou na minha loja uma puta... uma puta dona super lindona e tri-super gostosa. Só não era mais gostosa por falta de bunda.

Quer dizer, bunda é o que não faltava, então, a mulher era gostosa e pronto.

Ela entrou, olhou para um carro, olhou para outro, fui me aproximando pra atender, e a Dona Ivete já achou que eu estava de sacanagem pra cima da mulher.


Mas eu só estava querendo vender um carro pra ela.

E ela não estava a fim de comprar nada. Simplesmente olhou para vários carros até que parou num seminovo, joia rara, único dono, carro de mulher, perguntou o preço, financiamento, falou que era para o marido, e que depois ele próprio apareceria para ver melhor o carro e, talvez, comprar.

- É casada, é fria. - meio que resmunguei, quando ela já estava saindo.

- É pastora. - falou o Bacamarte, meu faz tudo na loja.

- Pastora, Simão?

- É. Pastora lá da igreja que frequento.

O nome do meu ajudante é Simão, mas uma vez um cliente perguntou se ele era o Simão Bacamarte, fiquei curioso, fui pesquisar, e descobri que se trata do personagem principal do conto O Alienista, de Machado de Assis.


É a história de um médico que estuda a loucura e vai internando todo mundo na cidade, até que, no final, acaba soltando todo mundo e se auto internando, como o verdadeiro e único louco.

- Simão Bacamarte, onde é a igreja que você frequenta?

- Vai virar religioso, patrão?

- Não. Claro que não! Só quero ir lá... ver se fecho negócio com o marido da mulher.

- Sei. Fechar negócio com o marido ou abrir o negócio da mulher?

- Que ideias poluídas, Simão! Aliás, qual o nome dela?

- Pastora Alberta. Mas cuidado, hem! Tem gente que pode não gostar.

- Quem pode não gostar?

- Lá na igreja, o marido dela, claro! E aqui na loja...

- O que tem aqui na loja?

- A Dona Ivete, oras!

- Dona Ivete! Ela é minha mulher, por acaso?

- E não é? Pode não ser esposa, mas...

- Fecha essa matraca, Simão. Quando é que tem culto lá na igreja, que dia e hora?

...

Mas não precisei ir na igreja do Simão.

Eu ia, até que ia. Não sei como, com que desculpa, mas eu ia dar um jeito de ir.

Mas não foi preciso.

E também acabei mudando de ideia.

_____________________________________

Este relato faz parte do ebook The Black Ebook69 Contos Eróticos, publicado na amazon.com.br
_____________________________________

Dois dias depois, e a mulher parece novamente na loja.

- Pastora Alberta! Resolveu comprar o carro?

- Você me conhece, sabe o meu nome, que sou pastora...!

- Claro! Não perco uma das suas pregações.

- Mas eu nunca te vi na igreja.

- É que fico meio escondido, sabe? Sou meio tímido e...

- E o quê?

- Bom... é que, na verdade, não é bem para ouvir as pregações que vou lá.

- Não? É pra fazer o quê, então?

- Para ver a pregadora.

- Ver a prega... E ainda se diz tímido. Mas olha, já vou adiantando, não posso te proibir de me olhar, mas nem venha com certas esperanças, porque isso aqui não é para qualquer um não.

E falou correndo as mãos ao longo do corpo.

Ah filha de uma puta! - me deu vontade de falar.

- Mas eu não sou qualquer um, sou?

- É só você se enxergar um pouco para descobrir. E passe bem!

Falou e saiu.

Ah filha de uma puta! - me deu vontade de falar.

Fiquei olhando para a bunda que se afastava, fiquei olhando.

Pois é a sua bunda que vou comer! - decretei.

Mas como?

 

(...)

 

Passei uma semana pensando, só pensando, maquinando, até que tive uma brilhante ideia.

- Simão, como é que eu faço para comer o cu da Pastora Alberta?

- Que isso, patrão!?

Claro que não foi assim! Apenas cheguei no meu velho e querido empregado e perguntei se ele, por acaso, não sabia, assim, de algum podre da vida da mulher.

- Podre?

- É, Bacamarte. Você sabe... de repente ela tem algum segredo, andou aprontando alguma...

- Como botar chifre no marido, por exemplo?

- Isso! Isso! Te dou um beijo, Simão. Me fala! Com quem ela trai o marido? Quando costuma se encontrar com o outro... ou os outros?

- Pera aí, patrão! Eu dei como exemplo, não falei que ela trai.

- Não? Mas então...?

- Agora, se você quer saber se ela desvia dinheiro da igreja...

- Mas só quero. Fala! Ela desvia? Quanto? Como? Fala, homem!

- Bom...

- Te dou um aumento.

- Assim é melhor. Beijo eu não ia querer, não.

- Então fala!

- Vou falar. Eu não tenho muita certeza... quer dizer, é quase certeza, mas não posso provar...

- Não enrola!

- Calma! Acontece que um troquinho ou outro sempre vi ela pegar, mas até entendo, pois ela e o marido vivem numa pindura sem tamanho. Eles têm dois filhos e...

- Vivem na pindura e ela se acha a tal!

- Ela gosta mesmo de se mostrar o que não é, mas é boa gente, sabe?

- Sim. Mas o que mais essa boa gente andou aprontando, o que é que ela faz que você não pode provar?

- Bom... eles não têm um gato para puxar pelo rabo e agora estão querendo comprar carro.

- Sim...

- Acontece que eles resolveram isso depois que a sede da nossa igreja, enviou uma remessa de dinheiro para fazer algumas reformas na nossa igrejinha.

- Hum....! Isso é interessante. Muito dinheiro?

- Não muito. Deve dar para fazer as reformas e ainda desviar um tanto para comprar o carro.

- É? Mas como é que você sabe disso?

- Sei porque sou eu quem vai fazer as reformas, já dei orçamento, já listei o material necessário, e ela já deixou escapar que o total das despesas deve chegar a uns 60% do montante que a sede enviou.

- Sim. Mas qual o montante?

- Aí eu não sei. Só sei que entre a minha mão de obra e o material vai ficar em 75 mil.

- Mas aí tá fácil, é só calcular. Pera aí... (peguei a calculadora e lembrei meus tempos de escola)... 125 mil total... eles têm 50 mil para comprar o carro... e eu comer o cu dela.

- Como é que é?

...

Eu só tinha um problema.

Para comer o cu da mulher eu precisava que ela fizesse a coisa errada, e ela não tinha feito ainda.

Na verdade, eu tinha dois problemas, pois ela havia saído da minha loja indisposta comigo; não creio que voltaria para comprar algum carro.

Só se eu ficasse vigiando a mulher, sondando se ela comprasse o carro nalguma outra agência...! O Bacamarte podia me ajudar nisso.

Mas acabei tendo uma outra ideia: me humilhar.

Como dizem que no amor e na guerra vale tudo, na vontade de comer um cu vale também.

Juntei fotos e fichas de uma meia dúzia dos carros que eu tinha na agência e fui pra igreja.

- Olha... sei que naquele dia fui meio inconveniente, mas estou aqui para me desculpar e... blá, blá., blá... e também mostrar os carros novos que entraram e...

- Ah! Então o senhor veio para tentar vender um carro, não para se desculpar.

- Não é isso... quer dizer...

- Pois podemos fazer negócio, sim.

- Podemos?

- Podemos. Mas tem um problema. Posso ir na sua loja amanhã para explicar?

- Explica agora.

- Amanhã.

...

E amanhã... quer dizer, no dia seguinte, sentada à minha escrivaninha, sob o olhar implacável da Dona Ivete, a Pastora Alberta foi curta, mas não grossa.

- O senhor sabe, negócios são negócios. Eu tenho 50 mil para comprar o carro, mas não posso simplesmente fazer isso. Preciso comprovar que gastei esse dinheiro em material de construção.

- Entendi. Mas isso é fácil, o Simão pode...

- Nem pense. Ele é o fiel mais trouxa... quer dizer, mais honesto que existe.

Já comi! Já comi! - eu pensava, rindo por dentro.

E enquanto ria, eu me comprometia a arranjar algumas notas fiscais frias com alguns conhecidos meus.

E assim eu fiz.

Nunca vi uma reforma tão pequena gastar tanto cimento, areia, argamassa, tinta, mas a venda do carro estava garantida.

E o cuzinho também.

A Pastora Alberta juntou nas mãos as notas fiscais no montante de 50 mil, e escolheu um carro de 42 mil.

- O senhor sabe, temos de ter uma reservinha.

- Sei.

Nada mais aconteceu, até que, um mês depois, procurei a mulher.

- Estou correndo risco de vida, e você também.

- Pelo amor de Deus, homem! O que aconteceu?

- Não aconteceu, está acontecendo, e pode acontecer o pior.

- Fala logo! O que é?

- Fui procurado por dois sujeitos mal-encarados. Pelo visto eles são capangas lá do seu bispo.

- Misericórdia! Vão me destruir, vão acabar comigo lá na igreja.

- Ou pior.

- Pior?

- Ou melhor.

- Quer se explicar, favor!

- Explico. Pelo que entendi, eles foram enviados pelo bispo, pela cúpula da sua igreja, e têm carta branca para matar.

- Meu Jesus! O quê que eu fui fazer?

- Mas calma, tem a parte melhor... quer dizer, que pode ser melhor.

- E o que é?

- Os capangas são mais corruptos que você e...

- Eu, corrupta?

- E não é? Mas então, eles não querem matar e nem devolver o dinheiro para o bispo, eles querem o dinheiro pra eles. Você dá os 50 mil pra eles, e fica tudo resolvido.

- Mas onde que eu vou arranjar 50 mil? Só se eu der o carro.

- Eles querem o dinheiro.

- Então eu vendo o carro. Você me compra e...

- Compro, pago 22 mil.

- Só 22 mil? Paguei 42.

- Você pagou, não. Seus fiéis é que pagaram. E você sabe, qualquer loja vai te oferecer esse valor ou até menos.

- Ladrões!

- Quem é ladrão?

- Desculpe! Mas o que é que vou fazer? Me fala.

- Eu tenho os 42 mil.

- Tem? Você me empresta? Eu ainda tenho os 8 mil. Depois eu te pago.

- Claro que paga!

- Como assim?

- Você me devolve o carro, a gente desfaz o negócio, eu te devolvo os 42 mil e...

- Maravilha! Jura que você faz isso? Nem sei como te agradecer.

- Sabe sim. É só deixar eu terminar de falar.

- Deixo. Termina. Fala!

- Motel Salve Jorge.

- Como é que é?

- Isso mesmo que você ouviu. É pertinho da estação do metrô. Podemos ir de carro ou a pé.

- Você acha mesmo que vou trair o meu esposo?

- Não sei. Talvez você prefira morrer. Mas nem precisa trair, viu. Só tem uma coisa que eu quero de você.

- Uma coisa... o que é?

- O cu.

- Que horror!

Ela falou tão alto que até a Dona Ivete ouviu.

Disfarçou, disfarçamos, combinamos.

- Quinta-feira, 15:00 hs., saída Norte da Estação Tatuapé.

- Tá! Eu vou. Só não sei se vou ter coragem de entrar num motel.

- Entra sim, é tranquilo.

- Lugar de pecado, coisa do demo, isso sim. Mas olha...

- Fala!

- Eu vou... mas vamos fazer o normal, nada de sodomia, eu nunca fiz isso.

- Pois vai fazer. Vamos fazer o normal e a sodomia... vou comer sua precheca e o seu cu.

- Que horror! Não fale assim. Vamos desfazer o negócio, então, eu trago o carro.

- Negativo. Primeiro vamos fazer o negócio.

- Como assim?

- Motel Salve Jorge, estação Tatuapé.

- Mas...?

- Quem me garante que depois você não foge? Primeiro o nosso encontro. Falo com os caras, peço um tempo para arranjar o dinheiro.

- Tá bom! Tá bom! Mas você entende que está me submetendo a uma coisa vexaminosa, não está?

- Entendo. Claro que entendo.

 


No dia e horário combinado encontrei uma loira à minha espera, e a Pastora Alberta é morena.

- Comprei essa peruca para me disfarçar, não quero ser reconhecida por ninguém. Deus me livre. - foi a primeira coisa que ela disse, alguns passos depois, já na suíte do Motel Salve Jorge.

A segunda coisa foi um pedido para apagar todas as luzes.

- Negativo. Quero ver esse teu corpão gostoso por inteiro.

- Mas nem o marido... ele nunca viu.

- Mas hoje eu vou ver.

E assim falando, fui chegando, fui tocando, fui soltando o seu vestido, fazendo cair aos seus pés, fui tirando o seu sutiã.

A calcinha deu um pouco mais de trabalho, ela queria que eu só tirasse quando já estivéssemos na cama, sob o lençol.

- Mas que mané lençol! - falei, deixando-a peladinha, aquela buceta peludona, igual à da Dona Ivete.

Concordei em darmos a primeira no modo normal, papai e mamãe, tive de me esforçar um bocado até conseguir fazer a mulher gozar.

Na segunda, já um pouco mais solta, e contando das suas singelas transas com o esposo, e só com o esposo, consegui que ela ficasse por cima, que me cavalgasse.

No início ela ainda cobria os seios e a xerenca com o lençol, mas acabei vencendo e tirando, seus seios balançavam diante dos meus olhos, enquanto a sua vagina subia e descia, molhadíssima, escorregando no meu pau.

Gozou mais fácil.

A terceira, por mais que ela resistisse e me implorasse, foi com ela de quatro, eu em pé ao lado da cama, foi com muito gel, foi com muito cuidado, e uma certa ponta de orgulho, vingança.

Fala agora que você não é material para qualquer um, fala! - eu sentia vontade de falar, mas não falava.

Me contentava apenas em ficar olhando o meu pau sumir no seu cu, reaparecer, sumir, reaparecer...


Moral ou, na verdade, resultado da história:

Além de ficar bastante interessada num possível novo encontro, dando sinais evidentes de que queria mais, dias depois a Pastora Alberta me entregou de volta o carro e mais os 8 mil para completar os 50 mil.

Os 50 mil que eu, perigosamente, ia entregar aos homens mal-encarados.




 

sábado, 15 de junho de 2024

O pedreiro que me ensinou a transar (revisado com vídeo)

O pedreiro que me ensinou a transar

(revisado com vídeo)

 

Perdi minha virgindade aos 16 anos, com um namorado que tinha desde os 14.

Foi uma coisa gostosa e libertadora, mas não chegou a ser nada parecido com um choque de dois boings em pleno ar, como eu imaginava.

Depois teve outras vezes, teve o fim do namoro, teve outro namorado, outras transas semelhantes a choques de bicicletas ou, quando muito, de dois carros 1.0. 

Eu não sabia bem porque, mas sempre imaginei e esperei que transar fosse uma coisa que me virasse do avesso, quer dizer, que me fizesse sair de mim, flutuar sobre os prédios...

Acho que eu fantasiava demais.

E teve também um período em que fiquei sozinha e amargurada na vida, depois de descobrir que meu amado namorado me botava chifre com aquela que se dizia minha melhor amiga. Foi um período terrível em que eu vivia chorando e não queria saber de estudar ou sair, até que descobri o pedreiro...

Um carinha chinfrim, que não se enxergava de jeito nenhum e acreditava até que podia me ganhar. Ele se achava o maior comedor e, se duvidar, acho que cantou até minha mãe, pois não sei de uma menina, prima, amiga, vizinha, que tenha estado lá em casa naqueles tempos e que não tenha passado por algum tipo de assédio. Aliás, assédio não é bem o termo correto, pois aquele projeto de ser humano era do tipo que já chegava, ia falando, passando a mão. Acho que ele se sentia dono de todas as mulheres do mundo.

Mas o danado se dava bem. Pelo que fiquei sabendo, não houve uma empregadinha ali das redondezas que ele não tivesse catado. Não que eu tenha alguma coisa contra as empregadas e tampouco as menosprezo, mas a questão é que havia uma grande diferença de nível entre eu, minhas amigas e minhas primas e eles; as empregadas e o pedreiro. Ele não podia pensar que eu seria mais uma das suas conquistas.

Só que acabei sendo. E tudo aconteceu porque eu andava mesmo nuns dias de muita tristeza e, para completar, um dia cheguei em casa e ouvi gemidos no meu quarto. Fiquei curiosa e depois furiosa, pois em cima da minha cama estava a nossa empregada, dona Geralda, e o pedreiro. Ela de quatro, ele ajoelhado atrás dela, enfiando não sei em qual buraco. Nem fiz questão de ver, pois logo lembrei que ela era casada e que aquela era minha cama. Gritei tanto e joguei tantas coisas em cima deles, que saíram do quarto pelados, juntando as roupas pelo chão, conforme eu ia jogando.

Ele foi para o quintal, onde tinha seus serviços para fazer, e a dona Geralda ficou na sala, vestindo a roupa, pedindo para eu me acalmar e conversar com ela.

- Não sei o que me deu na cabeça. – ela dizia. – Acho que ele tem parte com o demônio, pois veio com uma conversinha e quando vi.

- Há quanto tempo você vem dando pra ele? – perguntei.

- Na sua cama foi só hoje, mas é porque...

- E se eu contar pro meu pai, pra minha mãe, para os seus filhos, para o seu marido?

- Pelo amor de Deus! A senhora não me faça uma coisa dessas. Acaba com minha vida.

- Tá certo! – falei. – Gosto muito de você para fazer uma coisa dessas. Mas trate de trocar toda a roupa da minha cama e queimar lá no quintal.

- Não precisa queimar! Eu lavo tudo direitinho e...

Minha fúria diminuiu e até ameacei sorrir, achando engraçada aquela situação e o desespero da dona Geralda. Onde já se viu! Uma mulher como ela, religiosa, casada, com 40 anos de idade...

- Só me fala uma coisa. – eu disse para ela. – Por acaso ele estava comendo sua bunda?

Ela não respondeu, mas não foi preciso. Seu olhar caído revelava tudo. Só depois de algum tempo ela conseguiu falar.

- É que ele dizia que era gostoso e falou tanto isso que acabei experimentando.

- Hoje?

- Não! Já fiz outras vezes, mas só com ele, não sou mulher disso e...

Minha fúria acabou cedendo ao humor e ao invés de dar bronca passei a tirar com dona Geralda, por ela estar dando a bunda por um carinha como aquele. Voltamos às boas e ela, além de perdão, pediu umas dez vezes que eu não revelasse nada a ninguém. E também falou que não ia mais dar pra ele.

- Duvido. – eu dizia.

E eu tinha toda razão, pois já no dia seguinte eu a vi se esgueirando com ele até o barracão onde eram guardadas as ferramentas e os materiais. Imaginei que estavam a fim de terminar a foda que eu tinha interrompido.

Duas semanas se passaram e eu observava que dona Geralda não falhava um dia sem se enfiar num canto qualquer com o pedreiro. Pelo visto, a mulher quarentona havia novamente despertado suas energias e cheguei a me perguntar se o pedreirinho tinha por acaso algum segredo especial para motivar as mulheres tanto assim, pois além da dona Geralda, também a empregada da vizinha andava se amoitando por ali.

Mas como eu estava naquela tristeza doída, por causa do namoro rompido, esperando e desejando que ele viesse me procurar de volta, acabei não dando maior atenção às conquistas do carinha e nem para as sacanagens da dona Geralda. Estava tão mal que chegou o feriadão prolongado e eu nem quis viajar com meus pais. Inventei que precisa ficar em casa para colocar meus estudos em ordem, mas na verdade eu queria estar ali era para o caso do meu ex-namorado me ligar. Sofria muito por ele. E sofria muito também pela falta de uma boa transa. Mas como eu só conseguia me imaginar transando com ele, só podia esperar. Esperar e imaginar que no nosso reencontro acontecesse pelo menos uma trombada de caminhão.

Quem eu pensei que não fosse gostar muito da minha ideia era a dona Geralda, pois comigo em casa ela perdeu quatro dias de folga. Mas, ao contrário, a mulher ficou foi por demais feliz, e logo entendi muito bem o porquê, pois o pedreirinho também resolveu permanecer por ali e trabalhar no feriado.

Mas logo no primeiro dia do feriado, já sozinha em casa, mais o pedreiro e dona Geralda, minha tristeza se multiplicou por noventa. Fiquei realmente estudando ou tentando, enquanto aguardava uma ligação que fosse do meu ex, mas nada aconteceu. Vi quando o pedreiro carregou dona Geralda para o quarto de material e da mesma forma que pensei na felicidade deles, lembrei da minha tristeza, da minha vontade de ter alguém ali comigo para transar. Mas tinha de ser o meu ex. E como ele não ligou, fui eu quem ligou para sua casa, para ser atendida por sua mãe e para saber que ele tinha viajado com as primas, justo as primas, que haviam sido o motivo da nossa briga e separação. Entrei em prantos.

Comecei a andar de um lado para outro na casa e quando vi estava no quintal, ao lado do barracão. Ouvi gemidos fortes de dona Geralda e não me aguentei de curiosidade. Entrei pela porta que estava só encostada, dei a volta por trás de umas madeiras e vi uma cena que eu jamais imaginei pudesse ver, a não ser em filmes pornôs. O carinha estava deitado sobre um colchonete, com a piroca dura e apontada para cima, segura pela base por uma das suas mãos, enquanto dona Geralda estava em pé, ou quase, com uma perna de cada lado do corpo dele, o que as deixava completamente aberta, e movimentando-se para cima e para baixo.

Mas ela se movimentava até que o pau saísse completamente da sua xana e ainda subia mais pouco o corpo, para depois descer e ir direto ao encontro do mastro, que entrava de uma vez. E na velocidade de descida que ela vinha, deixava o corpo cair até encostar nele, engolindo tudo. Então subia novamente, descia, subia...

Duas coisas me ocupavam o pensamento naquele momento: primeiro era dona Geralda fazendo uma coisa daquelas. Eu que a imaginava capaz de fazer apenas o papai-e-mamãe. Segundo, era a coragem do carinha, pois se a mulher errasse o alvo, era uma vez um pau. E por falar em pau, uma terceira coisa passou a preencher meus pensamentos: o tamanho do pau do pedreirinho. Não que fosse aquele exagero, mas diante dos que eu conhecia, era bem capaz de provocar uma trombada, nem que fosse de duas vans.

Mas acho que me entusiasmei ou me espantei demais com aquela visão maluca, pois descuidei de mim, pisei numa tábua, derrubei outra, caiu umas três ou quatro mais. Dona Geralda subiu o corpo assustada, juntou as pernas, procurou sua roupa; enquanto que o malditinho nem se movia. Ficou ali, com seu pau apontado para cima, dando nele umas chacoalhadas, como que me convidando.

Aceitei o convite. Dona Geralda estava acabando de se vestir, enquanto eu começava a tirar a minha roupa.

- Menina! – ela me falou, como a me condenar pelo que eu ia fazer.

- Fique aqui. – pedi a ela. – Onde tem camisinha?

 Claro que eu não pensava em ficar abraçando e beijando aquele sujeitinho metido. O que me interessava era aquilo que ele estava segurando apontado para cima. Dona Geralda me deu uma camisinha e sentou-se num banco ao lado. Encapei a piroca do carinha e fiquei na mesma posição em que ela estava antes. Fui baixando meu corpo, as pernas foram se abrindo, nossos sexos foram se aproximando, se acoplando...

Logo na primeira entrada eu já estava soltando gritos do mais profundo prazer. Mas meus gritos aumentaram ainda mais, a cada vez que eu subia, que escapava, que eu descia, que entrava de novo. Eu estava a caminho de um engavetamento.

Realmente, a piroca do carinha não era de se menosprezar; bem maior que outras que eu já havia experimentado. E naquela posição louca em que eu comandava a velocidade do entra e sai, não tardei a dar uma das minhas mais violentas gozadas. Só que nessa hora fiquei imóvel, ou quase, com todo o peso do meu corpo em cima dele, sentindo aquele mastro tocando meu útero. E depois me esfreguei, quase ralei a xana de tanto esfregar, em busca de gozar mais uma vez.

E só quando me senti cansada é que me dei contar de que havia feito uma coisa inédita, que também eu nunca havia imaginado; transei com uma outra pessoa olhando, sem contar que transei por transar, por puro fogo na xana, e não por amor, por desejos com o namorado.

Mas eu havia interrompido a transa da dona Geralda e queria vê-la gozar. E como o carinha havia se segurado sem gozar e estava ainda com o pau super duro, ordenei.

- Dá a bunda pra ele. – falei para a dona Geralda.

E logo descobri que a mulher tinha mesmo despertado seu fogo no rabo, pois logo estava nua novamente, trocou a camisinha, despejou bastante gel e sentou em cima, fazendo tudo como estava fazendo antes, só que agora no outro buraco.

Depois eu também quero experimentar isso. – eu pensava.

E experimentei muito mais.

Naquela mesma noite, quase dormimos os três na minha cama, fazendo revezamentos, chupa-chupa, lambe-lambe, pau em nossas xanas, pau em nossos rabos...

No dia seguinte, logo cedo, minha mãe ligou, perguntando se estava tudo bem e se eu não queria tomar um ônibus se me juntar a eles.

Mas por nada nesse mundo eu queria sair de casa naqueles três dias que ainda faltavam de feriado.

Três dias, só que...

sem a dona Geralda.

Só eu e o filho da putinha

do pedreiro.

-.-.-.-.-.-.-

L E I A   M A I S


O poderoso pó de buceta

O poderoso Pó de Buceta   Não sei se alguém vai acreditar, mas… Muita gente não tem fé, não acredita em certas coisas, certos aconte...