quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Menino indeciso... quase gay

 Menino indeciso... quase gay

 

 Eu bem sabia que minha irmã dava a bunda para o namorado, que tinha o apelido de Tatu.

Já tinha ouvido ela comentando com uma amiga e dizia que era gostoso.

Mas ela explicava para a amiga que não era só dar a bunda, pois que faziam tudo como se estivessem transando de verdade; beijos, chupadas e tudo o mais.

- Só na hora de colocar é que ao invés de por na xana, eu deixo colocar atrás. - ouvi ela falando.

- Mas não dói? - perguntava a menina.

- Na primeira vez doeu um pouquinho, mas acho que é porque a gente não sabia fazer direito. Agora a gente vai com calma, brinca bastante e eu nem sinto nada.

- Não sente?

- Não sinto dor. Mas sinto um gostoso só.

E então foi me crescendo aquela curiosidade e desejava saber como minha irmã se sentia dando a bunda.

Um dia fiquei vigiando os dois, fingi sair de casa e os deixei à vontade.

Logo estavam quase nus, chupando um ao outro, até que ela ficou de quatro na cama e ele, em pé no chão, entrou atrás dela. E senti que minha irmã gostava.

Foi a partir desse dia que comecei a frequentar mais a casa de Tatu.

Não sabia direito o que eu queria, mas ficava por ali, embaçando, seguindo-o por todos os cantos, até no banheiro.

E acho que ele percebeu as olhadas que, disfarçadamente eu dava para o seu pau, pois um dia me disse.

- Belo pau... não!? Quer experimentar?

E antes mesmo que eu falasse qualquer coisa, foi abrindo o armário e pegando um pote de creme e esfregando no pau, dizendo que eu iria gostar.

- Gostar do quê? - perguntei.

- Pensa que não sei que você fica me olhando, me querendo? Abaixe as calças!

- Mas eu não quero... eu...

- Claro que quer. Vamos!

E então ele mesmo baixou minha bermuda e me virou, fazendo com que eu me apoiasse no lavabo.

Atrás de mim, começou a esfregar o seu pau em minha bunda.

Senti vontade de sair correndo, mas ao mesmo tempo queria ficar.

Era a chance de saber como era.

- Abre a bunda! - ele disse.

E então, como uma mulherzinha, abri a bunda com as mãos e esperei.

Logo o seu pau encostou em meu cu e ele começou a forçar para entrar.

E não demorou muito para que isso acontecesse.

Senti uma dor violenta e quando percebi o seu pau já havia escorregando para dentro do meu cu.

E continuou entrando até que minha bunda encostasse em sua barriga.

Senti vergonha do que eu estava fazendo.

A dor no cu já havia passado, mas a dor na alma estava apenas começando.

Eu não sabia se devia deixar aquilo continuar.

Mas fui deixando, ele foi movimentando o pau lá dentro, foi ficando gostoso.

Triste confessar, mas estava mesmo gostoso.

 Meu pau ficou duro e comecei a me masturbar igual vi minha irmã se masturbando quando estava lá, de quatro na cama, dando para ele.

Gozei.

Tatu também gozou.

Minha porra espirrou na parede e não chão, a dele ficou dentro da minha bunda.

Debrucei-me no lavabo e fiquei sem saber o que fazer.

- Mexe! - ele disse.

E então comecei a mexer a bunda e ele voltou a empurrar o pau para dentro e para fora novamente.

Acho que ficamos uns dez minutos assim, eu mexendo, ele fodendo, até que meu pau ficou duro novamente e o dele também, mais do que já estava; senti-o crescendo lá dentro.

Bati outra punheta, gozei.

Tatu também gozou outra vez em minha bunda.

Meu pau amoleceu, o dele também e então ele o puxou para fora.

Senti quando saía.

Sentei-me no vaso, sentindo como se meu anus ainda estivesse invadido pelo pau de Tatu.

Era uma sensação estranha, de prazer e leveza, mas de horror e repulsa, tudo ao mesmo tempo.

Eu havia acabado de dar a bunda, ainda sentia uma certa ardência nas paredes do meu anus, ainda sentia a invasão, e podia jurar que sentia também o esperma quente lá dentro.

Tatu entrou no box, abriu a água e se lavou.

Depois saiu e ficou na minha frente, enxugando o pênis.

Eu me mantinha de cabeça baixa, olhando para o chão, mas sem poder deixar de ver aquele membro grosso, agora um tanto flácido, mas que alguns minutos antes estivera dentro da minha bunda, deslizando em cu, me enchendo de porra.

Tatu segurou o pênis e o empurrou contra o meu rosto, quase na minha boca.

Afastei-me um pouco e, nesse momento, encarei Tatu nos olhos.

O que ele estaria pensando de mim?

O que seria se eu pegasse seu pau na mão?

Sentir ele lá atrás, na bunda, talvez fosse menos vexaminoso que pega na mão.

Tesão no cu pode ser uma coisa normal, mas desejo de pegar um pau na mão...

Ainda olhei mais um pouco para a expressão de vitória de Tatu, para o seu pau, já quase duro outra vez.

Olhava e permanecia indeciso sobre o que fazer, para que fazer.

Tive um ímpeto de me levantar, levantar as calças e ir embora.

Tatu chacoalhou o pau na minha frente.

Levantei, ainda com as calças no meio das pernas, encostei no lavabo, debrucei-me, juntei a bunda com as mãos e me abri novamente, só esperando ele esfregar seu pau em meu rego, esperando endurecer, esperando entrar outra vez...

Não peguei, não chupei, apenas deixei ele me comer novamente, gozei com um pau no cu novamente.

Talvez numa próxima vez, se eu tiver coragem de dar pra ele mais uma vez... talvez eu pegue, talvez eu chupe.

-.-.-.-.-.-.-

L E I A   M A I S

Cura gay... os sete escritos da Irmã Angélica


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