quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Num motel com dois amores ao mesmo tempo


Num motel com dois amores

ao mesmo tempo


Eu tinha de ficar me escondendo do Jeferson para transar com o Douglas, me escondendo do Douglas para transar com o Jeferson... Mas por que não transar com os dois ao mesmo tempo?

Só que não foi bem assim.

Entre o querer e o conseguir houve uma diferença enorme, tudo rolou divino.

Divino não... rolou infernal, mas não só o Jeferson acabou dançando como também fiz uma descoberta.

E que descoberta!

...

Bom... meu nome é Talita, fictício, assim com os nomes dos meus meninos, para que o Papa Francisco não venha descobrir nossas travessuras, mas a minha idade verdadeira, agora, começo de 2024, é 19 aninhos.

Comecei com 14.

Como sou de São Paulo, comecei pelas imediações do EE Professor José Marques da Cruz.

Comecei com o Jeferson, menino lindinho, por mim amado e adorado, mas que queria me comer logo no primeiro encontro, no primeiro fico...

- Calma, menino! Não é assim... sou virgem ainda, tenho que...

... comeu no terceiro.

Que delícia transar com o Jeferson!

Transar em pé, no muro, no escurinho, sempre interrompendo quando alguém aproximava mais do que devia.

Na terceira vez eu reclamei, falei que queria algo mais tranquilo.

- Na minha casa não dá, só se for na sua.

- Só se for de tarde, meus pais trabalhando, meu irmão na escola, e eu... mas vamos ter de matar aula,

Matamos aulas, muitas aulas. Tantas que a vizinha crentona chegou na minha mãe.

- Sua filha está faltando no colégio para fazer coisas do capeta. Já trouxe uns oito diabinhos aqui para a sua casa.

O cabo de vassoura subiu.

- Mas mãe... é um só, é o Jeferson, meu namorado.

O cabo de vassoura desceu.

- E você lá tem idade pra namorar?

O cabo de vassoura comeu solto.

- Mas mãe, a gente se ama e...

- Ama? Quem ama não fica fazendo putaria. Quero ver quando arrumar barriga. Deixa o teu pai saber disso.

- O pai não. Pelo amor de Deus!

- Vai morar com a tua tia! Pode arrumar suas coisas.

...

EE Dona Amélia de Araújo.

Nem sei como minha mãe conseguiu a minha transferência tão rapidinho.

E também não sei como ela conseguiu convencer o meu pai com a história de que a irmã dela logo ia ter outro filho e que precisava de mim para ajudar.

E também não sei qual foi a vantagem, pois tanto a casa da tia quanto o novo colégio não distam mais que algumas quadras da minha casa e do colégio antigo. Uma distância considerável, na verdade, mas...

Quem quer dar não se importa com algumas caminhadas apressadas e fugas dos olhares da tia.

Acontece que a minha tia, barrigudona e sempre com sono, não estava lá muito preocupada com as andanças sexuais de uma sobrinha ainda nem próxima de fazer 15 anos. Ela queria mais era dormir.

Chato só era ter de voltar a transar em pé, no muro, e agora bem rapidinho, pois o tempo maior eu passava nas caminhadas, de ida, morrendo de vontade, e de volta, toda molengona.

E chato também é que...

Não sei onde a minha mãe estava com a cabeça, pois a tia já estava no seu quarto filho, e o mais velho já tinha 20 anos e, trabalhando meio período na parte da manhã, estudando à noite, tinha a tarde toda para perceber as minhas caminhadas apressadas, as minhas chegadas molengonas.

Nunca vi coisa para rolar tão rápido, se bem que, na verdade, eu ainda não tinha mesmo visto muita coisa.

- Que ideia, primo! Só estou indo no meu antigo colégio para rever meus amigos. Nem tenho namorado.

O Douglas, filho mais velho da minha tia, podia não ter a certeza de que eu fugia para o outro colégio para ficar e transar com alguém, mas ele sabia... e soube muito bem me levar na conversa, me enrolar.

E depois que me enrolou a primeira vez eu queria mais era ser enrolada.

O primo Douglas, quase seis anos a mais que eu, trabalhava de manhã, estudava à noite, os irmãos deles estudavam à tarde, a tia tomava remédio e dormia o tempo todo...

O primo Douglas tinha a tarde toda, e quase todas as tardes... para me comer, até mesmo as tardes em que eu ia correndo ver o Jeferson.

Explico essa parte.

Acontece que eu não podia matar aula todos os dias, tinha de estudar. Era uma ou duas vezes só, por semana.

E acontece também que, não sei por qual razão, continuei negando para o primo que eu tinha outro.

Quer dizer... acontecia de eu ser "obrigada" a dar para os dois num mesmo dia.

 

(...)

 

O tempo passou , passou, passou, voltei para a minha casa, cheguei aos 19 anos, continuei firme o meu namoro com o Jeferson, amando ele cada vez mais, mas...

Já no último ano do colégio conheci o Danilo, um ano mais que eu, menino acadêmico (faz academia), um corpaço.

A gente tem dado uns ficos que me deixam super molenga. Sempre na casa dele.

Não tive mais aquelas tardes inteirinhas com o primo Douglas, mas mesmo com momentos mais curtos, curti as lambidas que ele me dava, as cavalgadas, o modo como ele me ensinou a fazer anal; e só com ele é que tenho feito. Continuamos a nos encontrar com certa frequência, mesmo ele já namorando sério uma moça da idade dele, falando em casar.

Três meninos me comendo delícia, nenhum sabendo do outro... quer dizer, o primo Douglas sempre desconfiou.

- Me engana que é só comigo que você transa.

- É sim, primo. Eu juro.

- Jura pela tua mãe?

- Claro que não! A mãe não. É pecado.

Um dia o primo Douglas me levou num motel... minha primeira vez num lugar assim, exclusivo para putaria.

E não estou falando apenas da putaria que a gente fez, do 69, da cavalgada, do quatro pé, do anal... estou falando das putarias que vimos nos vídeos que passavam na televisão.

Misericórdia!

Homens com cada pinto que nem cavalo tem igual.

Mulheres engolindo aqueles pintos com a maior felicidade, em todos os buracos.

Homens com duas mulheres.

Mulher com dois homens...

- Nossa! Que loucura, primo! E ela aguenta os dois.

- Eu já transei com duas meninas ao mesmo tempo.

- Jura? E é legal?

- Claro que é! Você nunca transou com dois?

- Claro que não, primo! Imagina!

...

O primo me levou uma segunda vez num motel.

- Primo... será que é legal mesmo transar com dois ao mesmo tempo?

- Tá curiosa, né!? Tá com vontade, né!?

E eu estava mesmo. Desde aquela primeira vez eu não conseguia parar de pensar no assunto.

- Só curiosidade. Vontade acho que não. Eu nem teria coragem.

- Não mesmo?

...

Na nossa terceira vez num motel o primo Douglas me convenceu.

Me colocou de quatro, me deixou alucinada com uma super lambida na xana e, ao mesmo tempo, umas super mexidas no meu furinho, passando gel e cutucando.

Eu já estava mordendo o lençol quando ele parou de chupar, se levantou, e encaçapou com tudo.

- Olha prima! Sente! Sentem o outro menino comendo a sua xana, sente!

Eu não entendia porque ele falava em um outro menino me comendo, mas já mastigava o lençol... quando ele tirou.

Tirou da xana e encaçapou no meu furinho.

- Aí, prima... tô comendo o teu cuzinho. Sente o meu pau no teu cuzinho, sente!

Já não havia mais lençol sobre o colchão, estava tudo enrolado comigo.

O primo tirou do meu cuzinho, colocou na xaninha.

- Sente o menino te comendo, sente!

Tirou da minha xaninha, enfiou no cuzinho.

- Tô comendo o teu cu, prima. Ele tá comendo a tua xana, eu tô comendo o teu cu...

E tira do cu para socar na xana, e tira da xana para enfiar no cu...

Lá da portaria deviam estar ouvindo os meus gritos.

 

(...)

 

Claro que eu não ia falar com o Jeferson, meu namorado de mais de cinco anos, namoro sério!

Por certo que só de falar que eu imaginava algo assim ele já me mandaria tomar no cu, fim de namoro.

Falei com o Danilo, menino ficante, sem nenhum compromisso, e...

- Mas só vou!

- Vai mesmo? Já pegou alguma mina assim, em dois?

- Não, mas tenho a maior vontade.

...

A maior vontade, né!?

Entendi porque ele tinha a maior vontade.

...

Combinamos tudo, marcamos para um sábado à tarde, dei aquele nó no Jeferson, fomos no carro do primo Douglas.

A recepcionista ficou me olhando com cara de quem queria estar no meu lugar, baixei a cabeça, acho que meio envergonhada.

E continuei envergonhada quando entramos na suíte. Não foi exatamente vergonha, mas, coisa que antes eu não havia pensado, achei meio constrangedor ficar pelada na frente dos dois.

Achava normal transar com os dois e tinha vergonha de ficar pelada?

Vá entender!

E para complicar, o primo Douglas, bem mais velho que nós dois, e com mais experiência, sentou na cama, convidou o Danilo a sentar, e exigiu um streap tease.

Tive de tirar a calça, tirar a camiseta, tirar a calcinha... em pé, na frente dos dois.

Só eu sei, garanto que só eu sei, a "frescura" que me deu naquela hora.

Falo frescura, porque não sei qual seria o termo correto. Foi uma mistura, de frenesi, tesão, sensação de liberdade, alegria, vontade de fazer xixi.

De repente, eu era só a minha xana, minha xana era eu, e ela vibrava, vertia umidade... e o meu cuzinho também.

...

O primo Douglas levantou e ficou peladão, pauzão durão balançando, o Danilo fez o mesmo, pauzão durão balançando.

O pau do Jeferson é bem maior...

Mas aquele era momento para estar pensando no meu namorado?

- Chupa nóis, prima.

Paguei boquete duplo, agachada na frente dos dois. Um pauzão numa mão, outro pauzão na outra, um pauzão na boca, outro pauzão na boca, dois pauzões na boca... um pauzão encostando no outro pauzão, o primo Douglas dando uma recuada, o Danilo não se importando, minha xana vertendo melado.

E foi a minha xana, só pode ter sido ela, quem me deu a ideia de fazer uma luta de espadas.

Continuei chupando um, chupando o outro, colocando os dois na boca ao mesmo tempo, encostando as cabecinhas... até que comecei a luta.

Bati o pauzão do primo no pauzão do Danilo, o pauzão do Danilo revidou... e foi uma briga generalizada, com a minha boca intervindo, tentando apaziguar ou, na verdade, botando mais fogo ainda.

O resultado?

Porra... muita porra.

Eu já tinha levado porra na boca antes, porra do Jeferson, porra do primo Douglas, porra do Danilo...

Aliás, na primeira vez que fiquei com o Danilo, no muro atrás da escola, primeiro ele me fez gozar com um siririca bem gostosa, depois fiz ele gozar... na boca.

- Menino porco!

- Seus porcões!

Primeiro foi o Danilo, mais rapidinho, quem me encheu os lábios, o nariz, os olhos, depois foi o primo, que me segurou a cabeça, como já tinha feito outras vezes, e me encheu a boca.

O primo é porrudo feito ele só.

Mas não engoli, não engulo, deixei escorrer, fiquei brincando com a língua e com a boca, passando porra de um para o pauzão do outro.

O primo fazia cara de nojinho, o Danilo parecia gostar.

- Agora é a minha vez.

...

Fui no banheiro me lavar, o primo foi atrás, lavei também o pauzão dele, e quando ele saiu chamei o Danilo.

...

Meninas, meninas!

Se levar uma chupada de um menino já é aquela loucura toda, imagem com dois meninos alternando... línguas, lábios, dentes... na portinha, no grelo, na precheca toda.

Com certeza, a recepcionista deve ter batido umas três siriricas ouvindo os meus gritos.

Será por isso que ela pôs a gente numa suíte bem próxima da portaria?


Ou... ouvi dizer, que alguns motéis colocam câmeras escondidas... Será que ela estava monitorando eu lá com dois meninos, dois homens, dois machos?

Dois machos?

Na hora de gozar, era o Danilo quem estava me chupando. Eu segurava o pau dele e chupava o pau do primo.

Nem pude gritar muito.

Mas gritei, e muito, algum tempo depois, quando sentei de cavalinho no pauzão do Danilo, enterrando até as bolas na xana, e o primo Douglas enterrou até as bolas no meu cuzinho.

Aquela brincadeira que o primo tinha feito na outra vez, revezando o seu pauzão nos meus dois furos (e que é muito perigosa, fiquei sabendo depois), agora era realidade.

Virei recheio de um sanduíche alucinado. O Danilo me socando de baixo para cima, o primo socando de cima para baixo, cada um num buraco.

Gozei.

Gozei não, alucinei, virei uma louca.

O Danilo gozou na minha xana, o primo, na hora H, tirou e gozou nas minhas costas.

E o Danilo me abraçando.

Comecei a ficar meio desconfiada.

...

Caímos mortos, descansamos, fui tomar uma ducha junto com o Danilo, depois entrou o primo... e foi aí que eu vi.

Aquela sacanagem toda, beijos rolando, pega pauzões, meus peitos chupados... me agachei para chupar o primo.

Chupei, chupei, cismei de tirar uma dúvida, fiz o Danilo agachar também...

Tirei o pauzão do primo da boca, beijei a boca do Danilo.

Coloquei, chupei, tirei, beijei...

Coloquei o pauzão do primo na boca do Danilo e ele chupou.

O primo estranhou quando me levantei para beijá-lo e ele continuou sendo chupado.

Estranhou, mas não se importou.

E não se importou também quando, já na cama, enchi o seu pauzão de gel, coloquei o Danilo de quatro...

...

Muito mais real, muito mais emoção que os vídeos na TV.

Vi claramente, a poucos centímetros dos meus olhos, o pauzão do primo rompendo as dificuldades do cu do Danilo, passando a cabecinha e entrando... tudo, tudinho.

Não aguentei, passei gel no meu próprio cuzinho, passei no pauzão do Danilo, me ajeitei na frente dele, embaixo dele, ajeitei com a mão, arrebitei a bundinha...

Imaginei a recepcionista monitorando aquela cena.



(...)

 

Depois, mais banho, um bom lanche, soninho, o Danilo nos contou que era a primeira vez que fazia anal de verdade. Contou que quando era molequinho andou dando o cu para alguns meninos, mas que faziam muita gozação com ele e, por isso, tinha resolvido se "emendar".

Só que não se emendou. Quando vou o pauzão do Douglas...

...

Foi uma tarde de felicidade orgásmica, e quero repetir.

Só que nem penso em falar com o Jeferson, meu verdadeiro amor... ele pode terminar o namoro ou, nem quero pensar, vai que ele faça igual ao Danilo.

-.-.-.-.-.-.-

L E I A   M A I S


O poderoso Pó de Buceta

Não sei se alguém vai acreditar, mas…

Muita gente não tem fé, não acredita em certas coisas, certos acontecimentos, mas a verdade é que, como já se diz faz tempo, existe muito mais entre o céu e a terra do que pode supor a nossa vã filosofia, como, por exemplo, o pó de asterisco ou, na verdade, pó de buceta.

Melhor contar os fatos do que tentar explicar.

(...)

Juliano, 32 anos de idade, casado desde os 20, era o tipo de sujeito fiel por imposição da natureza, pois, se de um lado não possuía nenhum atrativo físico para as mulheres... quer dizer, era feio que doía, do mesmo lado era o sujeito mais tímido e mais sem sorte que já habitou esse planeta... não pegava ninguém.

Nos seus tempos de oitava série e de colégio foi apaixonado, apaixonadíssimo, por uma menina chamada Maria Izabel, tinha amizade com ela, nunca foi distratado por ela, mas nunca teve coragem de declarar a sua mais sincera paixão. 

Juliano via a menina começar seus namoricos com outros meninos, sofria com isso, mas sofria calado. 

O tempo os afastou, mas tudo indica que ele nunca a esqueceu de verdade, mesmo se casando com outra.

Muito se perguntou como foi que Juliano conseguiu arrumar uma namorada e casar, e muito se explicou que foi coisa meio natural, convivência na igreja, conivência das famílias ou, na verdade, aquele tipo de namoro e casamento que acontece de forma espontânea.

Por isso e tudo o mais, Juliano era fiel e comportado, o que não significa dizer que nas suas andanças oníricas ele não andava pegando meio mundo, desde a aquela irmã boazuda da igreja, casada com o pastor, até a sua própria cunhada, que também tinha um corpo bastante atraente.

O homem sonhava com a cunhada, com a irmã da igreja, com a irmã da irmã da igreja... quer dizer, com todas, mas mantinha os seus desejos nos sonhos apenas, não saía disso, não se arriscava a dar um passo em falso... afinal, era tímido, era feio, e era pobre.

Pobre homem!

(...)

Pobre homem! Vale repetir.

Tanta fidelidade para, num certo dia, chegar em casa num momento em que não devia chegar e encontrar a sua esposa aos gritos e gemidos, sobre a cama do casal, com outro homem... alguém lá da igreja.

(...)


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O poderoso pó de buceta

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