sábado, 2 de dezembro de 2023

O pedreiro que me ensinou a transar

 


O pedreiro que me ensinou a transar

 

Perdi minha virgindade aos 16 anos, com um namorado que tinha desde os 14.

Foi uma coisa gostosa e libertadora, mas não chegou a ser nada parecido com um choque de dois boings em pleno ar, como eu imaginava.

Depois teve outras vezes, teve o fim do namoro, teve outro namorado, outras transas semelhantes a choques de bicicletas ou, quando muito, de dois carros 1.0. 

Eu não sabia bem porque, mas sempre imaginei e esperei que transar fosse uma coisa que me virasse do avesso, quer dizer, que me fizesse sair de mim, flutuar sobre os prédios...

Acho que eu fantasiava demais.

E teve também um período em que fiquei sozinha e amargurada na vida, depois de descobrir que meu amado namorado me botava chifre com aquela que se dizia minha melhor amiga. Foi um período terrível em que eu vivia chorando e não queria saber de estudar ou sair, até que descobri o pedreiro...

Um carinha chinfrim, que não se enxergava de jeito nenhum e acreditava até que podia me ganhar. Ele se achava o maior comedor e, se duvidar, acho que cantou até minha mãe, pois não sei de uma menina, prima, amiga, vizinha, que tenha estado lá em casa naqueles tempos e que não tenha passado por algum tipo de assédio. Aliás, assédio não é bem o termo correto, pois aquele projeto de ser humano era do tipo que já chegava, ia falando, passando a mão. Acho que ele se sentia dono de todas as mulheres do mundo.

Mas o danado se dava bem. Pelo que fiquei sabendo, não houve uma empregadinha ali das redondezas que ele não tivesse catado. Não que eu tenha alguma coisa contra as empregadas e tampouco as menosprezo, mas a questão é que havia uma grande diferença de nível entre eu, minhas amigas e minhas primas e eles; as empregadas e o pedreiro. Ele não podia pensar que eu seria mais uma das suas conquistas.

Só que acabei sendo. E tudo aconteceu porque eu andava mesmo nuns dias de muita tristeza e, para completar, um dia cheguei em casa e ouvi gemidos no meu quarto. Fiquei curiosa e depois furiosa, pois em cima da minha cama estava a nossa empregada, dona Geralda, e o pedreiro. Ela de quatro, ele ajoelhado atrás dela, enfiando não sei em qual buraco. Nem fiz questão de ver, pois logo lembrei que ela era casada e que aquela era minha cama. Gritei tanto e joguei tantas coisas em cima deles, que saíram do quarto pelados, juntando as roupas pelo chão, conforme eu ia jogando.

Ele foi para o quintal, onde tinha seus serviços para fazer, e a dona Geralda ficou na sala, vestindo a roupa, pedindo para eu me acalmar e conversar com ela.

- Não sei o que me deu na cabeça. – ela dizia. – Acho que ele tem parte com o demônio, pois veio com uma conversinha e quando vi.

- Há quanto tempo você vem dando pra ele? – perguntei.

- Na sua cama foi só hoje, mas é porque...

- E se eu contar pro meu pai, pra minha mãe, para os seus filhos, para o seu marido?

- Pelo amor de Deus! A senhora não me faça uma coisa dessas. Acaba com minha vida.

- Tá certo! – falei. – Gosto muito de você para fazer uma coisa dessas. Mas trate de trocar toda a roupa da minha cama e queimar lá no quintal.

- Não precisa queimar! Eu lavo tudo direitinho e...

Minha fúria diminuiu e até ameacei sorrir, achando engraçada aquela situação e o desespero da dona Geralda. Onde já se viu! Uma mulher como ela, religiosa, casada, com 40 anos de idade...

- Só me fala uma coisa. – eu disse para ela. – Por acaso ele estava comendo sua bunda?

Ela não respondeu, mas não foi preciso. Seu olhar caído revelava tudo. Só depois de algum tempo ela conseguiu falar.

- É que ele dizia que era gostoso e falou tanto isso que acabei experimentando.

- Hoje?

- Não! Já fiz outras vezes, mas só com ele, não sou mulher disso e...

Minha fúria acabou cedendo ao humor e ao invés de dar bronca passei a tirar com dona Geralda, por ela estar dando a bunda por um carinha como aquele. Voltamos às boas e ela, além de perdão, pediu umas dez vezes que eu não revelasse nada a ninguém. E também falou que não ia mais dar pra ele.

- Duvido. – eu dizia.

E eu tinha toda razão, pois já no dia seguinte eu a vi se esgueirando com ele até o barracão onde eram guardas as ferramentas e os materiais. Imaginei que estavam a fim de terminar a foda que eu tinha interrompido.

Duas semanas se passaram e eu observava que dona Geralda não falhava um dia sem se enfiar num canto qualquer com o pedreiro. Pelo visto, a mulher quarentona havia novamente despertado suas energias e cheguei a me perguntar se o pedreirinho tinha por acaso algum segredo especial para motivar as mulheres tanto assim, pois além da dona Geralda, também a empregada da vizinha andava se amoitando por ali.

Mas como eu estava naquela tristeza doída, por causa do namoro rompido, esperando e desejando que ele viesse me procurar de volta, acabei não dando maior atenção às conquistas do carinha e nem para as sacanagens da dona Geralda. Estava tão mal que chegou o feriadão prolongado e eu nem quis viajar com meus pais. Inventei que precisa fiar em casa para colocar meus estudos em ordem, mas na verdade eu queria estar ali era para o caso do meu ex-namorado me ligar. Sofria muito por ele. E sofria muito também pela falta de uma boa transa. Mas como eu só conseguia me imaginar transando com ele, só podia esperar. Esperar e imaginar que no nosso reencontro acontecesse pelo menos uma trombada de caminhão.

Quem eu pensei que não fosse gostar muito da minha ideia era a dona Geralda, pois comigo em casa ela perdeu quatro dias de folga. Mas, ao contrário, a mulher ficou foi por demais feliz, e logo entendi muito bem o porquê, pois o pedreirinho também resolveu permanecer por ali e trabalhar no feriado.

Mas logo no primeiro dia do feriado, já sozinha em casa, mais o pedreiro e dona Geralda, minha tristeza se multiplicou por noventa. Fiquei realmente estudando ou tentando, enquanto aguardava uma ligação que fosse do meu ex, mas nada aconteceu. Vi quando o pedreiro carregou dona Geralda para o quarto de material e da mesma forma que pensei na felicidade deles, lembrei da minha tristeza, da minha vontade de ter alguém ali comigo para transar. Mas tinha de ser o meu ex. E como ele não ligou, fui eu quem ligou para sua casa, para ser atendida por sua mãe e para saber que ele tinha viajado com as primas, justo as primas, que haviam sido o motivo da nossa briga e separação. Entrei em prantos.

Comecei a andar de um lado para outro na casa e quando vi estava no quintal, ao lado do barracão. Ouvi gemidos fortes de dona Geralda e não me aguentei de curiosidade. Entrei pela porta que estava só encostada, dei a volta por trás de umas madeiras e vi uma cena que eu jamais imaginei pudesse ver, a não ser em filmes pornôs. O carinha estava deitado sobre um colchonete, com a piroca dura e apontada para cima, segura pela base por uma das suas mãos, enquanto dona Geralda estava em pé, ou quase, com uma perna de cada lado do corpo dele, o que as deixava completamente aberta, e movimentando-se para cima e para baixo.

Mas ela se movimentava até que o pau saísse completamente da sua xana e ainda subia mais pouco o corpo, para depois descer e ir direto ao encontro do mastro, que entrava de uma vez. E na velocidade de descida que ela vinha, deixava o corpo cair até encostar nele, engolindo tudo. Então subia novamente, descia, subia...

Duas coisas me ocupavam o pensamento naquele momento: primeiro era dona Geralda fazendo uma coisa daquelas. Eu que a imaginava capaz de fazer apenas o papai-e-mamãe. Segundo, era a coragem do carinha, pois se a mulher errasse o alvo, era uma vez um pau. E por falar em pau, uma terceira coisa passou a preencher meus pensamentos: o tamanho do pau do pedreirinho. Não que fosse aquele exagero, mas diante dos que eu conhecia, era bem capaz de provocar uma trombada, nem que fosse de duas vans.

Mas acho que me entusiasmei ou me espantei demais com aquela visão maluca, pois descuidei de mim, pisei numa tábua, derrubei outra, caiu umas três ou quatro mais. Dona Geralda subiu o corpo assustada, juntou as pernas, procurou sua roupa; enquanto que o malditinho nem se movia. Ficou ali, com seu pau apontado para cima, dando nele umas chacoalhadas, como que me convidando.

Aceitei o convite. Dona Geralda estava acabando de se vestir, enquanto eu começava a tirar a minha roupa.

- Menina! – ela me falou, como a me condenar pelo que eu ia fazer.

- Fique aqui. – pedi a ela. – Onde tem camisinha?

 Claro que eu não pensava em ficar abraçando e beijando aquele sujeitinho metido. O que me interessava era aquilo que ele estava segurando apontado para cima. Dona Geralda me deu uma camisinha e sentou-se num banco ao lado. Encapei a piroca do carinha e fiquei na mesma posição em que ela estava antes. Fui baixando meu corpo, as pernas foram se abrindo, nossos sexos foram se aproximando, se acoplando...

Logo na primeira entrada eu já estava soltando gritos do mais profundo prazer. Mas meus gritos aumentaram ainda mais, a cada vez que eu subia, que escapava, que eu descia, que entrava de novo. Eu estava a caminho de um engavetamento.

Realmente, a piroca do carinha não era de se menosprezar; bem maior que outras que eu já havia experimentado. E naquela posição louca em que eu comandava a velocidade do entra e sai, não tardei a dar uma das minhas mais violentas gozadas. Só que nessa hora fiquei imóvel, ou quase, com todo o peso do meu corpo em cima dele, sentindo aquele mastro tocando meu útero. E depois me esfreguei, quase ralei a xana de tanto esfregar, em busca de gozar mais uma vez.

E só quando me senti cansada é que me dei contar de que havia feito uma coisa inédita, que também eu nunca havia imaginado; transei com uma outra pessoa olhando, sem contar que transei por transar, por puro fogo na xana, e não por amor, por desejos com o namorado.

Mas eu havia interrompido a transa da dona Geralda e queria vê-la gozar. E como o carinha havia se segurado sem gozar e estava ainda com o pau super duro, ordenei.

- Dá a bunda pra ele. – falei para a dona Geralda.

E logo descobri que a mulher tinha mesmo despertado seu fogo no rabo, pois logo estava nua novamente, trocou a camisinha, despejou bastante gel e sentou em cima, fazendo tudo como estava fazendo antes, só que agora no outro buraco.

Depois eu também quero experimentar isso. – eu pensava.

E experimentei muito mais.

Naquela mesma noite, quase dormimos os três na minha cama, fazendo revezamentos, chupa-chupa, lambe-lambe, pau em nossas xanas, pau em nossos rabos...

No dia seguinte, logo cedo, minha mãe ligou, perguntando se estava tudo bem e se eu não queria tomar um ônibus se me juntar a eles.

Mas por nada nesse mundo eu queria sair de casa naqueles três dias que ainda faltavam de feriado.


-.-.-.-.-.-.-

L E I A   M A I S

A Kalcinha que o meu namorado me deu




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quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Menino indeciso... quase gay

 Menino indeciso... quase gay

 

 Eu bem sabia que minha irmã dava a bunda para o namorado, que tinha o apelido de Tatu.

Já tinha ouvido ela comentando com uma amiga e dizia que era gostoso.

Mas ela explicava para a amiga que não era só dar a bunda, pois que faziam tudo como se estivessem transando de verdade; beijos, chupadas e tudo o mais.

- Só na hora de colocar é que ao invés de por na xana, eu deixo colocar atrás. - ouvi ela falando.

- Mas não dói? - perguntava a menina.

- Na primeira vez doeu um pouquinho, mas acho que é porque a gente não sabia fazer direito. Agora a gente vai com calma, brinca bastante e eu nem sinto nada.

- Não sente?

- Não sinto dor. Mas sinto um gostoso só.

E então foi me crescendo aquela curiosidade e desejava saber como minha irmã se sentia dando a bunda.

Um dia fiquei vigiando os dois, fingi sair de casa e os deixei à vontade.

Logo estavam quase nus, chupando um ao outro, até que ela ficou de quatro na cama e ele, em pé no chão, entrou atrás dela. E senti que minha irmã gostava.

Foi a partir desse dia que comecei a frequentar mais a casa de Tatu.

Não sabia direito o que eu queria, mas ficava por ali, embaçando, seguindo-o por todos os cantos, até no banheiro.

E acho que ele percebeu as olhadas que, disfarçadamente eu dava para o seu pau, pois um dia me disse.

- Belo pau... não!? Quer experimentar?

E antes mesmo que eu falasse qualquer coisa, foi abrindo o armário e pegando um pote de creme e esfregando no pau, dizendo que eu iria gostar.

- Gostar do quê? - perguntei.

- Pensa que não sei que você fica me olhando, me querendo? Abaixe as calças!

- Mas eu não quero... eu...

- Claro que quer. Vamos!

E então ele mesmo baixou minha bermuda e me virou, fazendo com que eu me apoiasse no lavabo.

Atrás de mim, começou a esfregar o seu pau em minha bunda.

Senti vontade de sair correndo, mas ao mesmo tempo queria ficar.

Era a chance de saber como era.

- Abre a bunda! - ele disse.

E então, como uma mulherzinha, abri a bunda com as mãos e esperei.

Logo o seu pau encostou em meu cu e ele começou a forçar para entrar.

E não demorou muito para que isso acontecesse.

Senti uma dor violenta e quando percebi o seu pau já havia escorregando para dentro do meu cu.

E continuou entrando até que minha bunda encostasse em sua barriga.

Senti vergonha do que eu estava fazendo.

A dor no cu já havia passado, mas a dor na alma estava apenas começando.

Eu não sabia se devia deixar aquilo continuar.

Mas fui deixando, ele foi movimentando o pau lá dentro, foi ficando gostoso.

Triste confessar, mas estava mesmo gostoso.

 Meu pau ficou duro e comecei a me masturbar igual vi minha irmã se masturbando quando estava lá, de quatro na cama, dando para ele.

Gozei.

Tatu também gozou.

Minha porra espirrou na parede e não chão, a dele ficou dentro da minha bunda.

Debrucei-me no lavabo e fiquei sem saber o que fazer.

- Mexe! - ele disse.

E então comecei a mexer a bunda e ele voltou a empurrar o pau para dentro e para fora novamente.

Acho que ficamos uns dez minutos assim, eu mexendo, ele fodendo, até que meu pau ficou duro novamente e o dele também, mais do que já estava; senti-o crescendo lá dentro.

Bati outra punheta, gozei.

Tatu também gozou outra vez em minha bunda.

Meu pau amoleceu, o dele também e então ele o puxou para fora.

Senti quando saía.

Sentei-me no vaso, sentindo como se meu anus ainda estivesse invadido pelo pau de Tatu.

Era uma sensação estranha, de prazer e leveza, mas de horror e repulsa, tudo ao mesmo tempo.

Eu havia acabado de dar a bunda, ainda sentia uma certa ardência nas paredes do meu anus, ainda sentia a invasão, e podia jurar que sentia também o esperma quente lá dentro.

Tatu entrou no box, abriu a água e se lavou.

Depois saiu e ficou na minha frente, enxugando o pênis.

Eu me mantinha de cabeça baixa, olhando para o chão, mas sem poder deixar de ver aquele membro grosso, agora um tanto flácido, mas que alguns minutos antes estivera dentro da minha bunda, deslizando em cu, me enchendo de porra.

Tatu segurou o pênis e o empurrou contra o meu rosto, quase na minha boca.

Afastei-me um pouco e, nesse momento, encarei Tatu nos olhos.

O que ele estaria pensando de mim?

O que seria se eu pegasse seu pau na mão?

Sentir ele lá atrás, na bunda, talvez fosse menos vexaminoso que pega na mão.

Tesão no cu pode ser uma coisa normal, mas desejo de pegar um pau na mão...

Ainda olhei mais um pouco para a expressão de vitória de Tatu, para o seu pau, já quase duro outra vez.

Olhava e permanecia indeciso sobre o que fazer, para que fazer.

Tive um ímpeto de me levantar, levantar as calças e ir embora.

Tatu chacoalhou o pau na minha frente.

Levantei, ainda com as calças no meio das pernas, encostei no lavabo, debrucei-me, juntei a bunda com as mãos e me abri novamente, só esperando ele esfregar seu pau em meu rego, esperando endurecer, esperando entrar outra vez...

Não peguei, não chupei, apenas deixei ele me comer novamente, gozei com um pau no cu novamente.

Talvez numa próxima vez, se eu tiver coragem de dar pra ele mais uma vez... talvez eu pegue, talvez eu chupe.

-.-.-.-.-.-.-

L E I A   M A I S

Cura gay... os sete escritos da Irmã Angélica


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Cura gay... os sete escritos da Irmã Angélica

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Num motel com dois amores ao mesmo tempo


Num motel com dois amores

ao mesmo tempo


Eu tinha de ficar me escondendo do Jeferson para transar com o Douglas, me escondendo do Douglas para transar com o Jeferson... Mas por que não transar com os dois ao mesmo tempo?

Só que não foi bem assim.

Entre o querer e o conseguir houve uma diferença enorme, tudo rolou divino.

Divino não... rolou infernal, mas não só o Jeferson acabou dançando como também fiz uma descoberta.

E que descoberta!

...

Bom... meu nome é Talita, fictício, assim com os nomes dos meus meninos, para que o Papa Francisco não venha descobrir nossas travessuras, mas a minha idade verdadeira, agora, começo de 2024, é 19 aninhos.

Comecei com 14.

Como sou de São Paulo, comecei pelas imediações do EE Professor José Marques da Cruz.

Comecei com o Jeferson, menino lindinho, por mim amado e adorado, mas que queria me comer logo no primeiro encontro, no primeiro fico...

- Calma, menino! Não é assim... sou virgem ainda, tenho que...

... comeu no terceiro.

Que delícia transar com o Jeferson!

Transar em pé, no muro, no escurinho, sempre interrompendo quando alguém aproximava mais do que devia.

Na terceira vez eu reclamei, falei que queria algo mais tranquilo.

- Na minha casa não dá, só se for na sua.

- Só se for de tarde, meus pais trabalhando, meu irmão na escola, e eu... mas vamos ter de matar aula,

Matamos aulas, muitas aulas. Tantas que a vizinha crentona chegou na minha mãe.

- Sua filha está faltando no colégio para fazer coisas do capeta. Já trouxe uns oito diabinhos aqui para a sua casa.

O cabo de vassoura subiu.

- Mas mãe... é um só, é o Jeferson, meu namorado.

O cabo de vassoura desceu.

- E você lá tem idade pra namorar?

O cabo de vassoura comeu solto.

- Mas mãe, a gente se ama e...

- Ama? Quem ama não fica fazendo putaria. Quero ver quando arrumar barriga. Deixa o teu pai saber disso.

- O pai não. Pelo amor de Deus!

- Vai morar com a tua tia! Pode arrumar suas coisas.

...

EE Dona Amélia de Araújo.

Nem sei como minha mãe conseguiu a minha transferência tão rapidinho.

E também não sei como ela conseguiu convencer o meu pai com a história de que a irmã dela logo ia ter outro filho e que precisava de mim para ajudar.

E também não sei qual foi a vantagem, pois tanto a casa da tia quanto o novo colégio não distam mais que algumas quadras da minha casa e do colégio antigo. Uma distância considerável, na verdade, mas...

Quem quer dar não se importa com algumas caminhadas apressadas e fugas dos olhares da tia.

Acontece que a minha tia, barrigudona e sempre com sono, não estava lá muito preocupada com as andanças sexuais de uma sobrinha ainda nem próxima de fazer 15 anos. Ela queria mais era dormir.

Chato só era ter de voltar a transar em pé, no muro, e agora bem rapidinho, pois o tempo maior eu passava nas caminhadas, de ida, morrendo de vontade, e de volta, toda molengona.

E chato também é que...

Não sei onde a minha mãe estava com a cabeça, pois a tia já estava no seu quarto filho, e o mais velho já tinha 20 anos e, trabalhando meio período na parte da manhã, estudando à noite, tinha a tarde toda para perceber as minhas caminhadas apressadas, as minhas chegadas molengonas.

Nunca vi coisa para rolar tão rápido, se bem que, na verdade, eu ainda não tinha mesmo visto muita coisa.

- Que ideia, primo! Só estou indo no meu antigo colégio para rever meus amigos. Nem tenho namorado.

O Douglas, filho mais velho da minha tia, podia não ter a certeza de que eu fugia para o outro colégio para ficar e transar com alguém, mas ele sabia... e soube muito bem me levar na conversa, me enrolar.

E depois que me enrolou a primeira vez eu queria mais era ser enrolada.

O primo Douglas, quase seis anos a mais que eu, trabalhava de manhã, estudava à noite, os irmãos deles estudavam à tarde, a tia tomava remédio e dormia o tempo todo...

O primo Douglas tinha a tarde toda, e quase todas as tardes... para me comer, até mesmo as tardes em que eu ia correndo ver o Jeferson.

Explico essa parte.

Acontece que eu não podia matar aula todos os dias, tinha de estudar. Era uma ou duas vezes só, por semana.

E acontece também que, não sei por qual razão, continuei negando para o primo que eu tinha outro.

Quer dizer... acontecia de eu ser "obrigada" a dar para os dois num mesmo dia.

 

(...)

 

O tempo passou , passou, passou, voltei para a minha casa, cheguei aos 19 anos, continuei firme o meu namoro com o Jeferson, amando ele cada vez mais, mas...

Já no último ano do colégio conheci o Danilo, um ano mais que eu, menino acadêmico (faz academia), um corpaço.

A gente tem dado uns ficos que me deixam super molenga. Sempre na casa dele.

Não tive mais aquelas tardes inteirinhas com o primo Douglas, mas mesmo com momentos mais curtos, curti as lambidas que ele me dava, as cavalgadas, o modo como ele me ensinou a fazer anal; e só com ele é que tenho feito. Continuamos a nos encontrar com certa frequência, mesmo ele já namorando sério uma moça da idade dele, falando em casar.

Três meninos me comendo delícia, nenhum sabendo do outro... quer dizer, o primo Douglas sempre desconfiou.

- Me engana que é só comigo que você transa.

- É sim, primo. Eu juro.

- Jura pela tua mãe?

- Claro que não! A mãe não. É pecado.

Um dia o primo Douglas me levou num motel... minha primeira vez num lugar assim, exclusivo para putaria.

E não estou falando apenas da putaria que a gente fez, do 69, da cavalgada, do quatro pé, do anal... estou falando das putarias que vimos nos vídeos que passavam na televisão.

Misericórdia!

Homens com cada pinto que nem cavalo tem igual.

Mulheres engolindo aqueles pintos com a maior felicidade, em todos os buracos.

Homens com duas mulheres.

Mulher com dois homens...

- Nossa! Que loucura, primo! E ela aguenta os dois.

- Eu já transei com duas meninas ao mesmo tempo.

- Jura? E é legal?

- Claro que é! Você nunca transou com dois?

- Claro que não, primo! Imagina!

...

O primo me levou uma segunda vez num motel.

- Primo... será que é legal mesmo transar com dois ao mesmo tempo?

- Tá curiosa, né!? Tá com vontade, né!?

E eu estava mesmo. Desde aquela primeira vez eu não conseguia parar de pensar no assunto.

- Só curiosidade. Vontade acho que não. Eu nem teria coragem.

- Não mesmo?

...

Na nossa terceira vez num motel o primo Douglas me convenceu.

Me colocou de quatro, me deixou alucinada com uma super lambida na xana e, ao mesmo tempo, umas super mexidas no meu furinho, passando gel e cutucando.

Eu já estava mordendo o lençol quando ele parou de chupar, se levantou, e encaçapou com tudo.

- Olha prima! Sente! Sentem o outro menino comendo a sua xana, sente!

Eu não entendia porque ele falava em um outro menino me comendo, mas já mastigava o lençol... quando ele tirou.

Tirou da xana e encaçapou no meu furinho.

- Aí, prima... tô comendo o teu cuzinho. Sente o meu pau no teu cuzinho, sente!

Já não havia mais lençol sobre o colchão, estava tudo enrolado comigo.

O primo tirou do meu cuzinho, colocou na xaninha.

- Sente o menino te comendo, sente!

Tirou da minha xaninha, enfiou no cuzinho.

- Tô comendo o teu cu, prima. Ele tá comendo a tua xana, eu tô comendo o teu cu...

E tira do cu para socar na xana, e tira da xana para enfiar no cu...

Lá da portaria deviam estar ouvindo os meus gritos.

 

(...)

 

Claro que eu não ia falar com o Jeferson, meu namorado de mais de cinco anos, namoro sério!

Por certo que só de falar que eu imaginava algo assim ele já me mandaria tomar no cu, fim de namoro.

Falei com o Danilo, menino ficante, sem nenhum compromisso, e...

- Mas só vou!

- Vai mesmo? Já pegou alguma mina assim, em dois?

- Não, mas tenho a maior vontade.

...

A maior vontade, né!?

Entendi porque ele tinha a maior vontade.

...

Combinamos tudo, marcamos para um sábado à tarde, dei aquele nó no Jeferson, fomos no carro do primo Douglas.

A recepcionista ficou me olhando com cara de quem queria estar no meu lugar, baixei a cabeça, acho que meio envergonhada.

E continuei envergonhada quando entramos na suíte. Não foi exatamente vergonha, mas, coisa que antes eu não havia pensado, achei meio constrangedor ficar pelada na frente dos dois.

Achava normal transar com os dois e tinha vergonha de ficar pelada?

Vá entender!

E para complicar, o primo Douglas, bem mais velho que nós dois, e com mais experiência, sentou na cama, convidou o Danilo a sentar, e exigiu um streap tease.

Tive de tirar a calça, tirar a camiseta, tirar a calcinha... em pé, na frente dos dois.

Só eu sei, garanto que só eu sei, a "frescura" que me deu naquela hora.

Falo frescura, porque não sei qual seria o termo correto. Foi uma mistura, de frenesi, tesão, sensação de liberdade, alegria, vontade de fazer xixi.

De repente, eu era só a minha xana, minha xana era eu, e ela vibrava, vertia umidade... e o meu cuzinho também.

...

O primo Douglas levantou e ficou peladão, pauzão durão balançando, o Danilo fez o mesmo, pauzão durão balançando.

O pau do Jeferson é bem maior...

Mas aquele era momento para estar pensando no meu namorado?

- Chupa nóis, prima.

Paguei boquete duplo, agachada na frente dos dois. Um pauzão numa mão, outro pauzão na outra, um pauzão na boca, outro pauzão na boca, dois pauzões na boca... um pauzão encostando no outro pauzão, o primo Douglas dando uma recuada, o Danilo não se importando, minha xana vertendo melado.

E foi a minha xana, só pode ter sido ela, quem me deu a ideia de fazer uma luta de espadas.

Continuei chupando um, chupando o outro, colocando os dois na boca ao mesmo tempo, encostando as cabecinhas... até que comecei a luta.

Bati o pauzão do primo no pauzão do Danilo, o pauzão do Danilo revidou... e foi uma briga generalizada, com a minha boca intervindo, tentando apaziguar ou, na verdade, botando mais fogo ainda.

O resultado?

Porra... muita porra.

Eu já tinha levado porra na boca antes, porra do Jeferson, porra do primo Douglas, porra do Danilo...

Aliás, na primeira vez que fiquei com o Danilo, no muro atrás da escola, primeiro ele me fez gozar com um siririca bem gostosa, depois fiz ele gozar... na boca.

- Menino porco!

- Seus porcões!

Primeiro foi o Danilo, mais rapidinho, quem me encheu os lábios, o nariz, os olhos, depois foi o primo, que me segurou a cabeça, como já tinha feito outras vezes, e me encheu a boca.

O primo é porrudo feito ele só.

Mas não engoli, não engulo, deixei escorrer, fiquei brincando com a língua e com a boca, passando porra de um para o pauzão do outro.

O primo fazia cara de nojinho, o Danilo parecia gostar.

- Agora é a minha vez.

...

Fui no banheiro me lavar, o primo foi atrás, lavei também o pauzão dele, e quando ele saiu chamei o Danilo.

...

Meninas, meninas!

Se levar uma chupada de um menino já é aquela loucura toda, imagem com dois meninos alternando... línguas, lábios, dentes... na portinha, no grelo, na precheca toda.

Com certeza, a recepcionista deve ter batido umas três siriricas ouvindo os meus gritos.

Será por isso que ela pôs a gente numa suíte bem próxima da portaria?


Ou... ouvi dizer, que alguns motéis colocam câmeras escondidas... Será que ela estava monitorando eu lá com dois meninos, dois homens, dois machos?

Dois machos?

Na hora de gozar, era o Danilo quem estava me chupando. Eu segurava o pau dele e chupava o pau do primo.

Nem pude gritar muito.

Mas gritei, e muito, algum tempo depois, quando sentei de cavalinho no pauzão do Danilo, enterrando até as bolas na xana, e o primo Douglas enterrou até as bolas no meu cuzinho.

Aquela brincadeira que o primo tinha feito na outra vez, revezando o seu pauzão nos meus dois furos (e que é muito perigosa, fiquei sabendo depois), agora era realidade.

Virei recheio de um sanduíche alucinado. O Danilo me socando de baixo para cima, o primo socando de cima para baixo, cada um num buraco.

Gozei.

Gozei não, alucinei, virei uma louca.

O Danilo gozou na minha xana, o primo, na hora H, tirou e gozou nas minhas costas.

E o Danilo me abraçando.

Comecei a ficar meio desconfiada.

...

Caímos mortos, descansamos, fui tomar uma ducha junto com o Danilo, depois entrou o primo... e foi aí que eu vi.

Aquela sacanagem toda, beijos rolando, pega pauzões, meus peitos chupados... me agachei para chupar o primo.

Chupei, chupei, cismei de tirar uma dúvida, fiz o Danilo agachar também...

Tirei o pauzão do primo da boca, beijei a boca do Danilo.

Coloquei, chupei, tirei, beijei...

Coloquei o pauzão do primo na boca do Danilo e ele chupou.

O primo estranhou quando me levantei para beijá-lo e ele continuou sendo chupado.

Estranhou, mas não se importou.

E não se importou também quando, já na cama, enchi o seu pauzão de gel, coloquei o Danilo de quatro...

...

Muito mais real, muito mais emoção que os vídeos na TV.

Vi claramente, a poucos centímetros dos meus olhos, o pauzão do primo rompendo as dificuldades do cu do Danilo, passando a cabecinha e entrando... tudo, tudinho.

Não aguentei, passei gel no meu próprio cuzinho, passei no pauzão do Danilo, me ajeitei na frente dele, embaixo dele, ajeitei com a mão, arrebitei a bundinha...

Imaginei a recepcionista monitorando aquela cena.



(...)

 

Depois, mais banho, um bom lanche, soninho, o Danilo nos contou que era a primeira vez que fazia anal de verdade. Contou que quando era molequinho andou dando o cu para alguns meninos, mas que faziam muita gozação com ele e, por isso, tinha resolvido se "emendar".

Só que não se emendou. Quando vou o pauzão do Douglas...

...

Foi uma tarde de felicidade orgásmica, e quero repetir.

Só que nem penso em falar com o Jeferson, meu verdadeiro amor... ele pode terminar o namoro ou, nem quero pensar, vai que ele faça igual ao Danilo.

-.-.-.-.-.-.-

L E I A   M A I S


O poderoso Pó de Buceta

Não sei se alguém vai acreditar, mas…

Muita gente não tem fé, não acredita em certas coisas, certos acontecimentos, mas a verdade é que, como já se diz faz tempo, existe muito mais entre o céu e a terra do que pode supor a nossa vã filosofia, como, por exemplo, o pó de asterisco ou, na verdade, pó de buceta.

Melhor contar os fatos do que tentar explicar.

(...)

Juliano, 32 anos de idade, casado desde os 20, era o tipo de sujeito fiel por imposição da natureza, pois, se de um lado não possuía nenhum atrativo físico para as mulheres... quer dizer, era feio que doía, do mesmo lado era o sujeito mais tímido e mais sem sorte que já habitou esse planeta... não pegava ninguém.

Nos seus tempos de oitava série e de colégio foi apaixonado, apaixonadíssimo, por uma menina chamada Maria Izabel, tinha amizade com ela, nunca foi distratado por ela, mas nunca teve coragem de declarar a sua mais sincera paixão. 

Juliano via a menina começar seus namoricos com outros meninos, sofria com isso, mas sofria calado. 

O tempo os afastou, mas tudo indica que ele nunca a esqueceu de verdade, mesmo se casando com outra.

Muito se perguntou como foi que Juliano conseguiu arrumar uma namorada e casar, e muito se explicou que foi coisa meio natural, convivência na igreja, conivência das famílias ou, na verdade, aquele tipo de namoro e casamento que acontece de forma espontânea.

Por isso e tudo o mais, Juliano era fiel e comportado, o que não significa dizer que nas suas andanças oníricas ele não andava pegando meio mundo, desde a aquela irmã boazuda da igreja, casada com o pastor, até a sua própria cunhada, que também tinha um corpo bastante atraente.

O homem sonhava com a cunhada, com a irmã da igreja, com a irmã da irmã da igreja... quer dizer, com todas, mas mantinha os seus desejos nos sonhos apenas, não saía disso, não se arriscava a dar um passo em falso... afinal, era tímido, era feio, e era pobre.

Pobre homem!

(...)

Pobre homem! Vale repetir.

Tanta fidelidade para, num certo dia, chegar em casa num momento em que não devia chegar e encontrar a sua esposa aos gritos e gemidos, sobre a cama do casal, com outro homem... alguém lá da igreja.

(...)


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O poderoso pó de buceta

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Garoto de Programa 01... meu primeiro serviço

Garoto de Programa 01...

meu primeiro serviço

  

Sou de família humilde e meus pais são extremamente religiosos, moralistas e honestos.

 Por conta disso, eles devem continuar acreditando que a boa quantia de dinheiro que dou em casa todo mês, assim como o dinheiro da minha faculdade e da faculdade da minha irmã mais nova, entre outras quantias, vem do meu trabalho como motorista de aplicativo.

 Minha irmã sabe que faço programas com mulheres, com ela não tem erro, mas os meus pais, se descobrirem, cortam fora o meu instrumento de trabalho.

 E tudo começou há alguns anos, e foi por acaso ou, na verdade, por uma inconveniência minha.

 Foi quando eu tinha 19 para 20 anos, estava começando a faculdade, e trabalhava meio período como repositor num supermercado, recebia uma merreca, e o meu pai, pedreiro de profissão, se esforçava muito, trabalhando duro para conseguir garantir os meus estudos.

 E tinha a minha irmã que logo terminaria  o Segundo Grau e queria ir para a faculdade também.

 Como o meu pai estava se enchendo de serviço, comecei a ajudá-lo na parte da tarde, depois das duas horas, quando eu deixava o serviço no supermercado.

 Contando com a minha ajuda, ele pegou mais um serviço grande, num apartamento enorme, super mesmo, num bairro nobre de São Paulo

 Era o dono, o senhor Adalberto, um homem de 40 anos mais ou menos, engenheiro e dono de uma construtora, a dona, senhora Silvia, uma mulher de 37 anos, eu acho, psicóloga, e duas filhas, de 20 e 18 anos, cujos nomes eu não sabia.

 Todos eles se mudaram para um outro apartamento no mesmo prédio, enquanto eu, sem nenhuma experiência como pedreiro, fazia as quebradeiras, a sujeira e a poeirada toda. Meu pai continuava nos outros serviços e só se juntaria a mim depois, para começarmos a operação inversa, qual seja, a reforma propriamente dita.

 Com marreta, martelete e outras ferramentas, eu trabalhava com afinco, de segunda a sexta-feira. Se fosse permitido pelo síndico eu trabalharia também nos finais de semana, mas como não era, eu ia trabalhar com o meu pai nas outras obras.

 E as coisas foram acontecendo.

 A família mudou, mas a maior parte das coisas havia ficado no apartamento em reforma, e o tempo todo aparecia ou a mãe ou uma das meninas para pegar alguma coisa.

 As três bem bonitinhas e jeitosinhas, eu observava. Mas só observava, sem maiores pretensões... e sempre me condenando por observar.

 Já de tardezinha, pela hora de largar o serviço e ir para a faculdade, chegava o marido, o pai, para conversar um pouco e ver como estava o andamento da obra.

 Ele saía, eu dava uma lavada nas mãos e no rosto, mudava a roupa, e ia para a faculdade daquele jeito mesmo.

 Mas isso não era legal, principalmente por causa do forte calor que fazia. Então, um dia, pouco antes do horário do homem chegar, tomei um banho de chuveiro no banheiro da suíte, todo quebrado, cheio de entulho, sem porta e sem box.

 Me enxuguei numa toalha que encontrei numa gaveta no quarto das meninas.

 Melhorou muito ir para a faculdade com o corpo limpo.

 No dia seguinte nem pensei duas vezes, e até me demorei um pouco mais sob a água.

 Mas vi um vulto na porta. Pior, vi que o vulto estivera me espiando enquanto eu lavava a cabeça, e fugiu quando abri os olhos.

 O homem não podia ser. Ou era a mãe ou uma das filhas.

 Que merda! - pensei.

 O homem chegou, conversamos, e não aconteceu o esculacho que eu tanto temia. Claro, ele estava chegando do escritório e ainda não haviam contado a ele. Mas, por via das dúvidas, nada de banho nos dias seguintes.

 E nada do homem falar comigo sobre o ocorrido, a não ser quatro dias depois, na sexta-feira.

 Só que chegou com duas doses de bebida nas mãos, perguntou se eu bebia, me passou um dos copos, uísque de qualidade, e se pôs a olhar e comentar sobre o serviço, até que chegou ao banheiro.

 - Não tomou banho hoje? - perguntou, ao ver que estava tudo seco.

 - Ba...nho. - dei uma gaguejada. - É que estava um calor imenso, eu estava todo sujo e suado, quase nem ia para a faculdade e por isso, só por isso é que...

 - Não interessam os seus motivos. Você vai ter de pagar.

 - Pagar! Pagar pelo banho?

 - Exatamente!

 - Mas pagar como, quanto?

 - É só como mesmo, não é quanto. Eu e minhas filhas vamos estar fora neste final de semana e queremos você aqui na noite de amanhã para domingo.

 - Me querem aqui? Mas para quê?

 - Minha mulher é quer você aqui, ela viu você tomando banho e gostou.

 - Ela me viu? Desculpa eu... mas ela gostou, gostou do quê?

 - Gostou do que viu. Ela quer dormir com você.

 - Dormir... Pera aí! Que brincadeira é essa? Sei que errei, que não devia ter tomado banho e...

 - Não devia era ter deixado a porta aberta.

 - Eu sei, mas não tinha porta, não tem ainda.

 - Bebe seu uísque, se não, vai esquentar na sua mão.

 - Eu bebo, mas... não sei o que o senhor está pretendendo e...

 - Não sou eu quem está pretendendo, é ela.

 O homem levou bem uns quinze minutos para me convencer de que aquilo não era nenhum tipo de troça.

 Eu, que costumo beber muito pouco, quase nada, quando vi já tinha virado todo o uísque e agitava nervosamente o gelo no copo.

 Sorte, e também providencial, é que eu estava sem namorada fazia uns seis meses. Muito mais religiosa que eu, ela ainda conservava a virgindade, mas sempre me fazia alguns favores com as mãos e até mesmo com a boca. E fazia então uns seis meses que eu estava necessitado.

 Nem fui para a faculdade naquela sexta-feira, pois o senhor Adalberto me serviu mais uma outra dose bem caprichada e tudo começou a girar em volta de mim.

 Cheguei em casa disfarçando a zonzeira e o cheiro do álcool, e no dia seguinte voltei de ressaca ao apartamento, mas não para trabalhar, porque não era permitido barulho. Só fingi que estava adiantando uma coisa ou outra.

 Mas o que eu esperava mesmo era ver a dona Silvia, conversar com ela, me certificar de que o marido dela não estava me aprontando alguma enrascada, mas não a vi.

 Quem eu vi foi o próprio marido, surpreso por eu estar ali num sábado.

 - Era para você vir lá pelas dez da noite, não agora. Vou partir com as minhas filhas lá pelas três da tarde.

 - Bem... eu vim porque...

 - Por quê?

 - É que... estou achando isso meio estranho e...

 - Não tem nada de estranho, ela quer dormir com você, transar.

 - Mas ela é sua esposa.

 - Ela te explica tudo, pode vir sossegado.

 - Sossegado... Não sei, eu...

 Eu cogitava seriamente não comparecer, contaria a verdade para o meu pai e pediria para trabalhar noutra obra.

 Mas o último argumento do senhor Adalberto me convenceu. Não exatamente naquela hora, mas depois, conforme fui pensando, pensando.

 É que ele deu uma saída do apartamento e voltou minutos depois me mostrando um envelope recheado com cédulas de dólares, talvez uma quantia para vários meses de faculdade.

 - Você pega com ela amanhã cedo. - ele disse, saindo com o envelope na mão.

 Acho que foi a partir desse momento que comecei a dar menos atenção ao meu lado religioso.

 ...

 Eu não era acostumado a passar noites fora e, por isso, tive de inventar em casa que ia estudar com um amigo e que não sabia a hora de voltar. Manteria comunicação por telefone.

 Nervoso, ansioso, e muitas outras emoções ao mesmo tempo, cheguei ao apartamento exatamente às dez horas da noite.

 Não havia sido combinado em qual apartamento seria, mas como eu tinha sido anunciado na portaria, a dona Silvia me ligou e mandou eu descer dois andares.

  Era o apartamento em que eles estavam morando provisoriamente, e que pertencia aos pais dela, que estavam em viagem pela Europa.

 Tudo isso fiquei sabendo depois, primeiro eu vi a mulher me recebendo como se fosse a filha mais nova dela. Usava uma camiseta de alças, com estampas pequenas, e um shortinho do mesmo tecido, curto e folgado nas coxas.

 Parecia mesmo uma menina. Mas essa era de fato a sua aparência o tempo todo.

 Logo que entrei vi uma mesinha de centro decorada com taças, copos, salgadinhos, mas logo vi também como era um tanto estranha aquela situação.

 Primeiro, por estar ali para transar com uma mulher que eu mal conhecia, com quem mal havia trocado umas poucas palavras, uma mulher casada, e que o próprio marido havia me pedido, praticamente me intimado a passar a noite com ela.

 Segundo, por ainda estar me perguntando que tipo de marido paga para alguém transar com a mulher dele.

 Sorte que a dona Silvia escolheu antes namorar um pouco... me convidou a sentar, serviu duas pequenas dose de uísque com gelo, e começou a me deixar mais ou menos à vontade.

 - Gosto mais de vinho que de uísque. - falou. - Se você também gostar, tenho um reserva especial resfriando na geladeira, podemos abrir.

 - Gosto sim. - falei, ainda meio sem jeito.

 - Que bom! Então, primeiro o uísque, depois o vinho. Posso te dar um beijo?

 - Anh!?

 Realmente, a pergunta me surpreendeu.

 Ela se levantou à minha frente, juntou minha face com as duas mãos, me deu um beijo meio demorado nos lábios, e saiu para buscar o vinho.

 Fiquei olhando o seu corpinho, ainda não estava acreditando.

 Vinho branco, seco, não era exatamente o tipo de vinho que eu estava acostumado a beber, mas com os vários tipos de queijo que ela trouxe junto, logo virou uma delícia, uma bebida dos deuses.

 - Você acha que sou uma puta?

 - Ahn!?

 Tive de ir me acostumando com as perguntas surpresa, perguntas bomba, que a dona Silvia me fazia quase sempre.

 Aliás... que a Silvia fazia.

 Silvinha talvez fosse mais adequado, devido ao seu tamanho.

 Ela foi me explicando que não era puta e nem o marido era corno, apenas tinham um tipo de casamento diferente.

 Desde moleca sempre fui muito levada, sabe! Segurei a minha virgindade até enquanto deu, na época, quando eu estava no Segundo Grau ainda, eu desejava muito um certo menino, mas tinha vergonha de falar com ele. Acredita que pedi ao meu amigo para falar?

 - Normal. – falei.

 - Sei não. Normal seria se eu pedisse para ele pedir para o menino me namorar ou para, pelo menos, para ficar.

 - E não foi isso o que você falou para ele falar com o outro menino?

 - Não. O outro menino tinha uns cinco anos mais que eu, devia me achar criança, não ia querer me namorar. Então o que eu pedi foi mesmo para ele transar comigo.

 - Jura que pediu isso?

 - Mais que isso. Eu queria que ele tirasse a minha virgindade.

 - Mas olha só! E ele tirou?

 - Tirou. Mas antes... antes eu tinha prometido ao meu amigo que em troca dele fazer o pedido para o menino eu daria um beijo nele. Mas ele quis mais que um beijo, quis um amasso. E nessa de dar o amasso, acabei dando outra coisa.

 - Sei. Perdeu a virgindade com ele.

 - Sim e não.

 - Como assim?

 - Perdi a outra virgindade, entende?

 - Sodomia?

 - Se quiser chamar assim... mas eu dei foi a bunda mesmo. E não foi uma vez só não. Dei, gostei, e acabei dando até para um outro menino também.

 - E o da virgindade, aquele com quem você queria transar a primeira vez?

 - Então, ele realmente tirou a minha virgindade, foi o primeiro, mas logo em seguida o meu amigo também tirou, depois um outro menino, depois outro...

 - Que isso... trenzinho?

 - Trenzinho... Não. Não foi trenzinho, mas quase. Foi uma festinha, um monte de meninos com um monte de meninas, todo mundo com todo mundo.

 - Quer horror!

 - Horror?

 - Horror de gostoso, eu quis dizer. – falei, me corrigindo, quando, na verdade, horror foi a primeira impressão que me veio na cabeça. Eu pensava que festinhas assim nem existissem

 - Gostoso mesmo. Teve aquela vez, teve outras vezes, meu amigo sempre me levava. E não bastasse a gente já transar direto na minha casa ou na casa dele, chegava na festinha e a gente transava também. Eu ia com outros meninos, ele ia com outras meninas, mas sempre tínhamos a nossa vez.

 - Poxa! Legal você e esse seu amigo.

 - Meu marido.

 - O quê? – perguntei, chegando a pensar por um certo momento que ela estava anunciando a chegada do marido.

 - Ele, aquele meu amigo, hoje é o meu marido. Estamos juntos desde aquela época. Ele é pai da minha segunda filha.

 Jesus! – quase exclamei, mas me contive.

 - Verdade? Então... agora eu entendo. Vocês se dão essas liberdades desde quando namoravam.

 - Desde antes de namorar. Éramos só amigos. Depois é que veio o namoro, o casamento.

 - Mas espere aí! Você disse que ele é pai da sua segunda filha, mas e a primeira?

 - Tive ela com 17 anos.

 - Com 17 anos!? Mas ele é o pai também?

 - Não. Não sabemos quem é. Muitos amiguinhos, sabe... as festinhas.

 Eu ia perguntar como ele pode ter casado com ela sabendo que meio mundo comia, que ela tem uma filha que nem sabe quem é o pai... mas me contive. 

Estava ficando cada vez mais difícil, mas eu ia conseguindo me conter, não falar o que eu estava pensando.

 - E ele sempre arruma... parceiros pra você? – procurei desviar um pouco a conversa.

 - Sempre... quer dizer, sempre que fica mais fácil ele arrumar, como no seu caso. Mas o normal é que eu mesma arranje os meus homens e que ele arranje as mulheres dele.

 - Gozado isso.

 - O que que é gozado?

 - Sei lá! Ele viajando com as meninas e sabendo que você está aqui com outro. 

- Pois é! Mas pelo menos eu não estou traindo, não é? Ele está sabendo, sempre sabe de tudo. E tem mais, viu?

 - Tem mais o quê?

 - Hoje a gente namora só nós dois, mas qualquer dia vai ser nós três.

 - Nós três? Eu namorar o seu marido? - perguntei, mais surpreso do que nunca, mas também já mais solto, o uísque e o vinho fazendo efeito.

 - Não, moço, não! - riu - Vocês dois me namoram, eu namoro vocês dois.

 ...

 Sentada ao meu lado no sofá, com aquela roupinha estampada simples, Silvia parecia uma menina, uma namoradinha, apesar de ter pelo menos uns 15 anos de idade mais que eu.

 Suas coxas pouco cobertas pelo shorts bastante curto me causavam uma excitação para além do natural. Eu nem saberia explicar.

 Minha vontade, vontade louca mesmo, era meter a mão, juntar sua xana, cair por cima dela, mas alguma coisa me dizia, e dizia muito forte, que ela era a mandante, ela era quem devia dar a iniciativa, dizer quando queria, o que queria.

 No entanto, quando vi estávamos segurando nossas mãos, como dois namoradinhos, nossas mãos sobre as suas coxas, eu fazendo carícias.

 Minha mão esquerda, que segurava uma taça de vinho, levou o restante da bebida à minha boca, depositou a taça na mesinha, e ficou livre para acariciar as coxas da Silvia, avançar pelo meio delas, penetrar por uma das pernas do seu shorts, tocar a sua calcinha, dedilhar.

 - Mooooço! - ela deixou escapar.

 E foi abrindo as pernas, se oferecendo, e oferecendo a boca para um beijo, dois beijos...

 Sua taça vazia caiu sobre a mesinha e caímos sobre o sofá.

 Minutos depois estávamos inteiramente nus, ávidos por sexo.

 E o sexo começou a acontecer ali mesmo no sofá, eu sentado, ela em cima, de frente pra mim, olhando nos meus olhos, pegando e ajeitando o meu membro na entrada da sua vagina, soltando o corpo, afundando.

 - Mooooço! - ela fez.

 Vagina úmida, quente, apertada, seu quadril mexendo para frente e para trás, para os lados, seus seios na minha boca, sua boca na minha boca, minhas mãos nas suas nádegas, sua bunda.

 Já não éramos mais namoradinhos, pois com a minha namorada eu nunca havia chegado a esse ponto, nem mesmo a tinha visto nua alguma vez.

 A Sílvia... Silvinha, foi se agitando cada vez mais em cima de mim, meu pau massageando o seu útero, e não parou nem mesmo quando gozou.

 Continuou mexendo, falando coisas que eu não entendia, falando coisas que eu entendia,

 - Goza! Goza dentro de mim, goza!

 E beijava a minha boca, mordia o meu pescoço, me deixava marcas de unhas nas costas.

 Eu nunca tinha visto coisa assim. Com a minha namorada eu nunca tinha transado, apenas masturbado, e ela sempre gozava discretamente. Com duas meninas do meu bairro que andei pagando para fazer sexo, elas até gozavam comigo, mas era tudo tão mecânico, tão frieza.

 E como eu não conhecia nada diferente, para mim aquilo era normal.

 A Silvinha me provou o contrário, mostrou a loucura que é uma mulher gozando, e a loucura que é gozar com uma mulher assim.

 Nem esfriou, e só parou de mexer em cima de mim pra sair, se ajoelhar entre as minhas pernas e abocanhar o meu pau... meu pau sujo de esperma e da umidade dela.

 Chupava com uma volúpia que parecia querer engolir tudo. Na verdade, engolia. Não sei como, devia entrar pela garganta, mas ela engolia.

 Mas também quis ser chupada. Suja ou não, me fez colar a boca e a língua na sua buceta... xoxotinha, como ela chamava.

 E se colocou de quatro no sofá, para eu pegar por trás.

 E depois quis também atrás.

 Correu até o quarto, voltou com um tudo na mão, me passou um monte de líquido no pau, passou nela mesma, no seu traseiro...

 Me sentou no sofá e sentou em cima, de costas.

 Uma das meninas que eu pagava só deixava fazer atrás, para não engravidar, mas, descobri então, que ela apenas deixava eu fazer... não fazia.

 A Silvinha, ao contrário, parecia sentir tanto ou até mais prazer atrás do que na frente... e gozou dando a bunda. Gozou de quase desmaiar, não conseguir parar em pé.

 ...

 A canseira sexual e o efeito das bebidas caíram sobre nós, e ela me levou para a cama.

 - Vamos dormir um pouco, moço. Depois eu quero mais... Você quer?

 - Eita! Aqui na cama do casal!? – meio que brinquei, esquecendo que não estávamos no apartamento deles, mas pensando seriamente num marido chegando e me enchendo de chumbo.

 - Aqui mesmo... ele gosta... e gosta de assistir.

 - Ele gosta de assistir! Mas como? Ele está aqui, não viajou com as filhas. - perguntei, olhando para todos os lados, procurando possíveis esconderijos onde o senhor Adalberto pudesse estar.

 - Calma, moço! Ele não está por aqui não. Vai ver depois, está tudo gravado.

 - Gravado!?

 - Sim. Antes de sair ele espalhou câmeras por todo o apartamento.

 - Lá na sala também?

 - Lá na sala também. Vem dormir, vamos!

 Eu não tinha escolha, estava mesmo que era um caco, a cabeça pesada, tudo girando, o pau já marcando seis e meia.

 E foi por volta das seis e meia da manhã do domingo que acordei, fui ao banheiro, passei pela sala, pelado como eu estava, com a sensação ou o medo de que pudesse aparecer alguém.

 Mas quem apareceu foi só mesmo a Silvinha, também peladinha ainda, me chamando para um banho, um ducha gostosa, reparadora, a dois... e mais cama.

 - Vou pedir um café da manhã, enquanto não chega a gente namora mais um pouquinho... ou não? – ela falou, e perguntou, pegando o telefone e fazendo o pedido.

 - Claro! – falei.

 Por pouco não falo “você está pagando”.

 E pagou mesmo.

 Ela se vestiu para receber o café da manhã, que chegou numa cesta e foi tão magníiíco quanto a nossa noitada, e depois do pasto, já me preparando para ir embora.

 - Não vai querer o seu pagamento? – ela perguntou.

 - Pagamento? Eu é que devia pagar.

 - Não. Quem paga sou eu... pago hoje e pago outras vezes, você quer?

 - Quero. Claro!

 - Então pega.

 - Pega o quê?

 - O seu pagamento.

 - Sim... mas aonde está?

 - Vai ter de achar.

 Puxei sua camiseta, não estava entre os seus peitinhos, baixei o seu shorts, a sua calcinha...

 - Mas tem de dar um beijo antes de pegar.

 Dei vários beijos antes de sair, alguns na bucetinha, outros na sua boca.

 ...

 E antes de sair, antes de abrir a porta, mais uma novidade.

 - Escuta. Tenho uma amiga que está precisando de você.

 - Precisando de mim? – perguntei, pensando em algum serviço de pedreiro.

 - É... o marido dela não come ela direito. Posso falar pra ela que te vi tomando banho e que você tem um martelão bem grandão, gostosão...?

 ...

 E assim comecei a minha carreira de Garoto de Programa, comedor profissional.

 Uma foi passando pra outra, outra foi passando pra outra...


-.-.-.-.-.-.-

L E I A   M A I S




Dando por amor...
o trauma da minha primeira vez

(2022-03-01)
Hoje tenho 30 anos de idade, sou casada, tenho dois filhos e uma família bem estruturada, sou formada em jornalismo e tenho uma carreira em formação em uma grande empresa, além de que, faço muitos serviços como free lancer e acho que está tudo bem em minha vida.
Por conta da minha formação, os vários anos de faculdade e outros estudos, possuo uma visão de mundo bastante ampla e crítica.
Mas é por isso mesmo que fico muitas vezes me perguntando como é que foi me acontecer uma coisa tão besta, quando eu tinha 16 anos. 
E digo besta porque não consigo encontrar um outro termo que defina melhor esse episódio ocorrido na minha vida. 
Um episódio que começou alegre, enchendo-me de felicidade, e depois se transformou numa profunda tristeza, até se transformar numa vergonha e, por fim, num trauma que demorei um bom tempo para superar.
Eu tinha acabado de fazer 16 anos e era uma garota feliz, contente com minha família e também com um namoradinho que eu tinha desde os treze anos.
Quer dizer, de namoro mesmo a gente tinha pouco tempo, menos de um ano, pois até então a gente só embaçava, ficava, dava um tempo, voltava, mas não falava em namoro, pois eu me sentia ainda muito nova para isso.
Muito nova!
Mas olha só!
(...)
Certo dia, depois que saí do colégio, fui com uma amiga até uma pequena igreja evangélica, que ela e a família frequentavam. 
Ela foi falar com o pastor sobre uma festa que estavam organizando.
Fomos recebidas pelo pastor em uma salinha e desde o início notei alguma coisa diferente. 
Ele olhava para mim e procurava puxar conversa comigo de uma tal maneira, que eu não sabia dizer o que estava acontecendo. 
Mas até aí não achei tão estranho assim, a não ser que cheguei a pensar que ele estava vendo em mim alguma coisa errada, eu podia estar com alguma coisa ruim ou algo assim.
Foi na hora de ir embora que senti algo mais profundo, quando ele pegou na minha mão, olhou em meus olhos e disse que gostaria muito que eu também comparecesse à festa, que seria no sábado seguinte.
(...)

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Dando por amor... o trauma da minha primeira vez
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45 graus de tesão no carnaval

  45 graus de tesão no carnaval     Eu já tinha ouvido uma piadinha boba de que beijo é igual ferro de passar roupa, que liga em cima e ...