sábado, 6 de julho de 2024

Mais uma tarde com o meu pai... minha sentença

 



Mais uma tarde com 
o meu pai...
minha sentença



Este relato faz parte da coleção
69 Contos Eróticos de todos os tempos,
publicada na

a m a z o n

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Mais uma tarde como meu pai...
minha sentença

Entramos no motel e logo fui me livrando das minhas vestes, tirando peça por peça, até que só ficasse a calcinha, de tecido lisinho, do jeito que ele gosta.

À minha frente, não muito distante, ele também se despia.

 

(...)

 

Um dia desejei matar meus pais, não consegui, tive os meus planos descobertos antes de serem colocados em prática e hoje também pago minha pena, quase que semanalmente.

Hoje tenho vinte e um anos, mas quando tudo começou bem antes.

Na época, morávamos eu, meus pais e mais dois irmãos mais velhos, numa casa muito bonita e cheia de conforto.

Depois nos mudamos para um condomínio fechado, mas eu gostava mais de lá.

Sempre que estou naqueles momentos com meu pai lembro-me daquela casa.

E lembro por duas razões.

Primeiro porque ele mesmo faz questão de me lembrar, para que eu não esqueça nunca que quase os matei um dia (ele e minha mãe).


Nossos primeiros encontros, por sinal, aconteceram naquela casa.

Lembro ainda da primeira vez que fui ter com papai, numa sexta-feira à tarde, em seu quarto.

Eu disse que achava aquilo nojento, eu e ele, pai e filha.

E ele me lembrou que na prisão seria mais nojento ainda, pois eu ia ter de dar para muito mais gente, tanto homens quanto mulheres.

- Quer transar com mulheres? - perguntava.

Naquele dia, em seu quarto, tive de oferecer-lhe meu corpo nu.

Não foi de todo ruim, exceto pela mágoa em relação ao meu menino que eu tanto amava.

Eu sentia que o estava traindo.

Tivemos muitos encontros, eu e papai, ali no seu quarto ou então lá na chácara.

Fora disso, éramos pai e filha, sem que ninguém, nem mamãe nunca desconfiasse de nada, como não desconfia até hoje.

Mas se ela descobre, logo irá saber que eu sempre fiz tudo obrigada, e, por outro lado, também irá descobrir minhas antigas intenções de matá-la.

Depois que mudamos, quando eu já tinha mais de dezoito anos, é que ele começou a me levar para os motéis.

A segunda razão que sempre me leva de volta àquela casa é minha mesmo.


Foi lá que arrumei um namorado que até hoje não esqueci, um menino que não queria nada com nada da vida, a não ser fumar e curtir seu barato.

O problema é que só hoje eu percebo isso e, embora ainda sinta algo por ele, sei que não devo nem sequer procurar saber por onde anda.

Naquela época, deu-se que, apesar do garoto possuir o mesmo nível social que a minha família, meus pais, desde o início não aceitaram o nosso namoro e, por várias vezes, expulsaram ele da nossa casa.

Noutro dia, na última vez que saí com papai, enquanto estávamos descansando depois da primeira transa, ele começou a lembrar uma vez em que fugi de casa.

Lembrei-me também.

É que eu estava revoltada, fugi e fiquei escondida na casa do menino.

Nem seus pais sabiam que eu estava lá e quando descobriram, três dias depois, me levaram de volta.

Foi uma bronca só e um castigo dos mais duros.

Só podia sair de casa para ir à escola e, assim mesmo, acompanhada do nosso motorista.

Mas eu morria de saudades do menino e tentava subornar o motorista para que ele relaxasse a vigilância.

Mas como ele era mais fiel aos meus pais que a mim, foi contar a eles.

Hoje eu entendo que, por também ter uma filha, ele compreendia a preocupação dos meus pais, mas na época eu não queria saber disso.

Só queria odiá-lo, assim como já estava odiando meus pais.


Papai adora fazer tudo comigo, mas principalmente anal.

E, de tanto fazer, eu também estou gostando.

Fazemos sem camisinha pois ele diz que assim é mais gostoso e que atrás não tem perigo de engravidar.

E falando em engravidar, lembramo-nos, desta vez os dois juntos, do dia em que bolei um plano.

Acho que foi o meu primeiro plano.

Consegui um jeito de ligar para o menino e combinamos que eu iria fugir novamente, mas só pelo tempo da gente se encontrar e transar, pela primeira vez.

Assim eu ficaria grávida e eles teriam de aceitar o nosso casamento.

E realmente eu consegui fugir, com a ajuda de uma colega do colégio, que trocou de roupa comigo.

Corri para a casa do menino e me enfiei em seu quarto.

Ele já estava curtindo um barato e me ofereceu, falando que assim a transa ficaria mais gostosa.

Eu nunca tinha experimentado, nem a transa e nem o cigarro, mas topei.


E realmente tudo ficou mais gostoso, mas ao mesmo tempo fiquei tão aérea que nem sequer me lembro direito como foi que tudo aconteceu.

Lembro que me deitei com ele, que transamos, sem camisinha sem nada, que era para eu engravidar, mas não lembro o que senti ou deixei de sentir.

Voltei para casa antes de ser descoberta novamente.

Afinal, eu precisa mesmo voltar e dizer que estava grávida.

Que bobeira a minha!

Só por causa de uma transa já achava que tinha engravidado.

Nem sabia se estava nos meus dias férteis ou não.

Mas quando contei em casa, papai ficou possesso. Mamãe, então, chorava e se perguntava por que aquilo tudo estava acontecendo.

Mas ambos diziam que, grávida ou não, não iriam me querer junto dele.

Antes disso me mandariam para fora do país.

E ficaram de me levar a um médico, fazer exame.

- Foi então que sua cabeça começou a funcionar como a de uma assassina - disse meu pai, num momento em que deixávamos a água da banheira massagear nossos corpos.

No dia em que tivemos essa conversa, e que não faz muito tempo, estávamos muito próximos um do outro, parecendo mesmo dois amantes apaixonados.


Normalmente, eu transava com papai, gostava das transas, sentia enorme prazer, principalmente quando ele beijava meus seios e meus órgãos genitais, como tanto gosta de fazer.

Papai adora quando eu gozo apenas sob o sabor da sua língua.

Mas o que acontecia antes é que, mesmo tendo esse prazer, o gozo vinha de uma forma fria, não muito diferente das vezes em que eu me masturbava.

Naquele dia nossa conversa havia pendido para esse lado e ele me dizia que eu tinha de arrumar um namorado, alguém por quem que me apaixonasse e sentisse tesão de verdade.

Perguntei então se eu tinha esse direito, pois desde que aceitei cumprir a minha sentença com ele para não ter de ir para a cadeia, eu achava que ele não iria me deixar namorar mais ninguém.

Mas eu estava enganada, pois ele disse que não se importava que eu namorasse, desde que continuasse a sair com ele.

Mas como posso namorar alguém, me apaixonar, se tenho de me deitar com meu pai? - eu perguntava.

Isso, no mínimo, não seria justo para ele, o meu possível namorado.

Então ele me dizia que ninguém precisava saber disso, assim como ninguém, além de nós dois, sabia daqueles meus antigos planos.

E que planos! - eu me lembrava então, junto com ele.

Naquele tempo, nos momentos em que ficava fora da vigilância de alguém, trancada em meu quarto, com o telefone cortado, sem o celular, internet, sem nada, eu só tinha minha agenda e o computador para escrever, xingar e, também, fazer planos.

Fui anotando tudo, numa pasta que abri especialmente para esse fim.

Pensava, então, nas muitas maneiras possíveis que eu podia usar para matar meus pais.

Eu queria me ver livre deles.

Deles e também daquele motorista sem coração, que não fazia a mínima questão de entender o meu sofrimento.

Eu já praticamente nem estudava mais, apesar de ser obrigada a ir para a escola todos os dias.

Só pensava nos meus planos.

Pensava e escrevia, a cada ideia nova que surgia.

Pensei em tudo, em comprar uma arma e matá-los eu mesma, em contratar dois bandidos para fazerem o serviço, em pedir ajuda ao meu namorado que há muito tempo estava impedida de ver.

Por fim, bolei um plano que resolveria tudo, causaria a morte de meus pais e ainda por cima levaria o motorista para a cadeia como o culpado.

- Você queria me envenenar - dizia meu pai, enquanto me deitava de bumbum para cima na cama e brincava com seu dedo em meu reguinho, insinuando que logo mais iria fazer anal comigo, novamente.


Como ele gosta disso!

Mas a ideia era essa mesmo, envenená-los e colocar a culpa no motorista.

Mas o motorista teria de ter uma razão para querer matar meus pais.

Então, coloquei minha cabecinha para funcionar com mais objetividade - mesmo porque eu tinha todo o tempo do mundo para fazer isso, já que não podia mesmo fazer outra coisa.

Comecei a escrever algumas coisas como se fosse meu pai quem estivesse escrevendo.

- Foi aí que você teve a ideia das orgias - continuava ele, enquanto já passava creminho em seu pênis e também em mim.

E continuávamos relembrando.

Nas coisas que eu escrevia, o "meu pai" falava das orgias que promoviam, ele e a mamãe, comigo ou então com a filha do motorista, ou com as duas juntas.

Meu pai transava comigo e com ela, e minha mãe também, pois era bi-sexual.

Papai me obrigava a transar com ele e, por isso, não queria deixar eu namorar, é que eu não podia ser de mais ninguém além dele e da mamãe.

Quanto à filha do motorista, ela era paga em dinheiro, para participar das orgias.

- Me aproveitei do fato de que você realmente sempre dava dinheiro a ela. - eu disse, enquanto já sentia as primeiras forçadas de papai para me penetrar.

- Mas não era por esse motivo que eu dava dinheiro a ela. - disse ele, dando uma forçada mais violenta e empurrando para dentro, como se estivesse me castigando por ter tido aquelas ideias.

- Ai, pai! Vá mais devagar.

E então tudo se encaixou, papai lá dentro de mim.

Mas se encaixava também as peças do plano que eu havia montado.

Se o motorista sabia das orgias que papai comprava da filha dele, tinha pelo menos uma boa razão para querer matar a ele e a mamãe.

Papai enfiava tudo em mim e depois trazia de volta. Quando enfiava pedia para eu abrir as nádegas.

Então pedia para eu fechar e ele puxava o pênis para fora. Pedia novamente para eu abrir e voltava a enfiar tudo. Sempre gosta de brincar assim e eu também gosto.

Fico abrindo e fechando as nádegas enquanto ele entra e sai.

Quando eu já estou bastante relaxada, então ele fica brincando só na portinha, tirando e colocando, às vezes pedindo para eu fechar, as vezes pedindo para eu abrir.

Tudo aquilo que eu escrevia, é claro, não era eu quem estava estava escrevendo.

Eu escrevia, como se fosse meu pai, contando as nossas orgias e acrescentando ainda outros detalhes incriminatórios.

- E as fotos? - Lembrou ele.

É que eu também havia juntado um monte de fotos que copiei do computador do meu irmão. Eram fotos de menininhas novinhas, para dar a entender que papai e mamãe só gostavam de menininhas.

No final de tudo, quando eu colocasse o meu plano em ação, eu deveria transferir todos aqueles arquivos para o computador de papai.

Dessa forma, era lá que seriam descobertos numa futura investigação policial, incriminando meu pai, que já estaria morto, juntamente com mamãe, e levantando suspeitas sob o motorista.

Papai pedia para eu levantar o bumbum e me abrir toda.

Queria brincar só na portinha, enfiar a cabecinha e tirar.


É gostoso.

Mas faltava ainda a parte do motorista, e nos lembrávamos.

Como ele não largava do meu pé, me levando e buscando na escola. Eu iria dizer a ele que precisava de um material para uma experiência escolar.

Ele deveria entrar numa loja que vende artigos para fazenda e comprar veneno para rato - o mesmo veneno que depois eu usaria para envenenar meus pais, deixando a suspeita sobre ele, que havia comprado.

Nessa parte do plano houve até a colaboração involuntária do meu pai.

É que num daqueles dias ele havia pedido ao motorista que comprasse algum material para ser levado à chácara, e nesse material estava incluso veneno para rato.

Tudo se encaixava!

Tanto se encaixava que papai já dava mostras de que logo iria gozar, mais uma vez, em meu traseiro. Iria me lambuzar toda.

Depois, eu ficava toda larga e aquele creme ficava escorrendo para fora.

Mas havia uma falha no meu plano que precisava ainda ser consertada.

Minha mãe já tinha me levado a um médico e comprovado que eu não estava grávida.

Mas, de qualquer forma, eu já não era mais virgem e poderia, depois do ato consumado, sustentar na polícia que de fato meus pais me obrigavam àquelas orgias e eu que nunca tivera coragem de contar a ninguém por pura vergonha.

Mas e a filha do motorista?

Ela, com certeza, iria negar tudo.

Papai gozou.

Gozou como sempre goza, gritando, me apertando e querendo entrar ainda mais fundo dentro de mim, não se importando se está em minha vagina, em minha boca ou em minha bunda.

Simplesmente se movimenta feito um louco e empurra fundo, bem fundo.

Eu não sou assim quando gozo.

Sinto que é gostoso mas não sinto aquela vontade louca de abraçar, apertar.

Ele então me explica que é porque não estou fazendo por paixão, não estou fazendo com alguém por quem eu realmente sinto tesão.

Já pensei em namorar algum menino lá da faculdade e então descobrir se é isso mesmo. Mas não tenho coragem, não enquanto continuar transando com papai.

Depois que papai gozou, mas ainda deitado em cima de mim, enquanto eu sentia o seu pinto amolecendo e a meleca escorrendo para fora, fez com que continuássemos nossas recordações, pela enésima vez.

Em outras vezes é em minha boca que ele faz essa sujeira.

Então - lembrei - o que eu precisava fazer era reescrever todas aquelas histórias, tirar a participação da menina e deixar escrito apenas as intenções de meus pais em aliciá-la.

Mas deixaria claro nos escritos que o dinheiro que ele dava a ela (e realmente dava) era com essa intenção, ou seja, para comprá-la algum dia.

Resolvida essa falha, eu iria envenenar meus pais numa sexta-feira, quando, geralmente, eles gostavam ficar no quarto, bebendo e transando.

Eu colocaria veneno na garrafa de whisky que guardavam lá cima, não deixaria impressões digitais, e ficaria trancada em meu quarto, como eu já vivia há um bom tempo.

Depois, enquanto os dois viviam os seus momentos, eu faria qualquer coisa para atrair a presença do motorista para dentro de casa, de modo que qualquer um, meus irmãos, a empregada, a própria mulher e a filha do motorista, pudesse comprovar que ele estivera lá dentro.

Faltavam então esses e outros pequenos detalhes que eu deveria ainda melhor pensar, antes de colocar tudo em prática, começando pelo veneno, que já estava guardado em casa, esperando ser levado para a chácara.

Eu só precisava pegar um pouco escondido, sem deixar impressões digitais.

A embalagem aberta também serviria para acusar o motorista, pois só ele tinha tido contato com todo aquele material.

- Mas, um pequeno detalhe viria alterar tudo. - disse meu pai, alterando também nossas posições, saindo de dentro e de cima de mim para me virar na cama com as pernas abertas enquanto ele lambia minha vulva até o meu gozo, como sempre faz.

É que nem sempre consigo gozar com ele na hora do anal. Então ele faz questão de me fazer gozar depois, sempre com a língua.

E de fato, algo viria alterar tudo.

Como já fazia algum tempo que eu estava presa àquela casa, àquela vida, e como eu já dava sinais de estar "recuperada", comecei a ter de volta certas regalias.

E uma delas foi o telefone e, depois, a internet, pois eu precisava para fazer meus trabalhos de escola.

Porém, não bastou apenas religar o fio do telefone, pois havia alguma coisa errada e nem eu, nem mais ninguém conseguia fazer a conexão.

Foi chamado um técnico e ele descobriu que havia um problema no computador. Levou tudo embora, enquanto eu estava na escola.

Mesmo assim eu ainda não conseguia perceber o risco que estava correndo.

Dois dias depois o computador voltou, mas como foi preciso formatar o HD, o técnico havia antes copiado todos os meus documentos num CD que, de boa vontade, entregou a meu pai quando foi reinstalar a máquina.

Depois o CD voltou para mim, mas meu pai havia feito uma cópia para o seu computador.

Já na iminência de ter o meu segundo ou terceiro gozo naquele dia, sob o sabor da língua de papai em meu clitóris, lembrei-me de como até fiquei brava com ele naquela noite, quando me chamou, dizendo estar por dentro do conteúdo dos meus arquivos.

Tentei mostrar que ele não tinha o direito de mexer nas minhas coisas.

E eu, que naquela noite comecei bronqueada por ele ter mexido em minhas coisas, agora estava, com outra coisa, muito mais íntima, completamente escancarada, gozando.

A língua de papai sempre me fez gozar gostoso.

Na verdade, papai sempre me faz gozar gostoso, apesar de eu não sentir paixão, como ele mesmo diz.

Mas naquela noite não foi nada gozado.

Em pouquíssimas palavras, papai havia dito que não podia me mandar para a cadeia, por eu ser menor de idade. Mas que uma Febem até que cairia bem para mim.

Disse que eu poderia ficar alguns anos lá e, quando atingisse a maioridade iria para a cadeia.

Ainda lembrou que, de qualquer forma eu iria mesmo para a cadeia, caso o meu plano tivesse dado certo, pois a polícia logo iria descobrir tudo, devido a algumas falhas grosseiras que o mesmo continha.

Nunca procurei saber que falhas eram essas, acho que só para não dar esse gostinho a papai.

Naquele passado, não foi só a ameaça de cadeia que papai me fez. Disse que podia simplesmente mostrar aquele CD para todo mundo eu seria então uma menina acabada, sem ninguém mais para gostar de mim.

Depois me mandou dormir, chamando-me de molequinha sem juízo.

Enquanto isso ele pensaria num castigo adequado para me aplicar.

- Mais de castigo do que já estou. - foi o que eu disse a ele naquele dia, mas ainda assim, lembro-me que lhe pedi que não contasse nada para a mamãe.

Já extasiada, deitada na cama e com papai colocado meio por cima do meu corpo, olhando em meu rosto, ouvi-o dizer que não conseguira entender na época porque eu não queria que mamãe soubesse que eu havia pensado em matá-la.

Então nos lembramos que dois dias depois, um sábado, ele me chamou para dar uma volta de carro, dizendo que ia relaxar um pouco a minha prisão.

Entrei quieta e permaneci quieta, olhando as ruas por onde passávamos, as pessoas.

Nem quando era levada e trazida da escola eu ficava tão quieta assim, pois costumava conversar com o motorista.

Mas eu estava quieta porque não sabia exatamente o que me aguardava, que tipo de castigo papai pretendia me dar, ou se ele tinha intenções de me entregar à polícia.

Foi então que me deu um estalo, e nem sei como não havia pensando naquilo antes.

Como ele poderia provar que eu é quem tinha escrito tudo aquilo?

Como ele provaria que não tinha sido ele?

Mas ele logo me esfriou, dizendo que bastava apenas analisar as informações dos documentos, as datas em que foram escritos, o computador onde foram escritos...

- E existe isso? - perguntei a ele naquele dia.

E praticamente estava repetindo a mesma pergunta ali na cama daquele motel.

E lembrei-me não apenas da resposta que ele me deu, como também do diálogo que se sucedeu naquele dia.

- A polícia pode saber exatamente onde e quando foram escritos cada um daqueles documentos. Você pode ser muito espertinha menina, mas tem muito ainda que aprender. Sabe que já reli aqueles planos várias vezes e percebi que realmente você usou de inteligência para bolar tudo. No entanto, como não existe crime perfeito, tinha de dar errado em alguma coisa, não é mesmo? Mas para sua sorte, tudo deu errado antes de acontecer. E digo que foi sorte sua, porque se tivesse dado certo, hoje eu e tua mãe estaríamos mortos e você na cadeia, para cumprir sabe-se lá quantos anos.

- Não existe cadeia para menor de idade. E também quem te garante que eu seria descoberta.

- Com certeza você seria. E com certeza você iria para a cadeia após completar a maioridade.

Eu não tinha certeza de nada do que ele dizia e, por isso mesmo, não podia argumentar. Só queria saber no que tudo aquilo iria dar.

- Tudo bem! E o que você vai fazer comigo então? - perguntei.

- Você podia pelo menos me pedir perdão. Talvez eu te perdoe e a gente volte a viver numa boa.

- E eu posso namorar quem eu quero?

- Quanto a isso precisamos conversar e muito. Acho que você ainda não entendeu o perigo que aquele sujeito representa para você.

- Não quero discutir isso. Se não for para eu conquistar a minha liberdade de poder amar a quem eu quiser, então não vejo razão para pedir perdão.

- Melhor assim. - disse ele. - Dessa forma eu me sinto à vontade para falar sobre o castigo que pretendo impor a você.

- E que castigo é esse?

- Bom... Eu gostei da ideia das orgias que você escreveu. A gente pode concretizá-las, mas sem a sua mãe, apenas eu e você.

- Você está louco! Prefiro morrer, me suicidar.

- Então aproveita que estamos em alta velocidade e pule do carro.

- Eu não quero morrer.

- Nem ir para a cadeia, certo?

Papai procurou-me para um beijo.

Eu aceitava beijá-lo, gostava. Não tinha o mesmo gosto do beijo daquele meu namorado, mas mesmo assim eu gostava.

- Você se aproveitou de mim. - eu disse. - E continua se aproveitando.

- E o mínimo que posso fazer, não é verdade? Para quem tentou me matar. Além do mais, o seu castigo não é tão ruim assim. Vai me dizer que você não gosta?

Como eu não respondi, ele voltou às recordações.

- Lembro da nossa primeira vez. Você entrou no quarto na hora marcada. Ficou parada, me olhando.

- Eu queria te matar naquela hora.

- Só naquela hora? Para quem estava planejando me matar antes.

- Mas naquela hora o meu ódio por você era maior ainda.

- E eu sabia disso. Tanto sabia que fui devagar com você, procurando mais te agradar do que ser agradado, te beijando, te lambendo. Pensa que eu não sei que você gozou logo na primeira vez que te lambi.

- É que eu estava nervosa. Aquele gozo foi de susto.

- E agora, seus gozos ainda são de susto?

- Não. - respondi.

- E você ainda deseja me matar?

- Se desejasse já teria matado. Mesmo que depois fosse para a cadeia.

Papai me beijou novamente.

Depois beijou os meus seios e foi descendo para o meu sexo.

- Não! - sentenciei.

- Não quer mais? - perguntou ele.

- Não! - respondi. - Hoje não.


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