sábado, 22 de junho de 2024

O homem que queria comer a bunda da pastora

 

O homem que queria comer

a bunda da pastora


100% Anônimo

Vila Prudente - São Paulo - SP

Nascimento: 1992

Acontecimento: 2024

  

Sou proprietário de uma loja de veículos usados na Avenida Luís Ignácio de Anhaia Melo e chega!

Sou casado, tenho filhos, nome a zelar, etc. e tal... não posso falar mais nada.

Certo dia entrou na minha loja uma puta... uma puta dona super lindona e tri-super gostosa. Só não era mais gostosa por falta de bunda.

Quer dizer, bunda é o que não faltava, então, a mulher era gostosa e pronto.

Ela entrou, olhou para um carro, olhou para outro, fui me aproximando pra atender, e a Dona Ivete já achou que eu estava de sacanagem pra cima da mulher.


Mas eu só estava querendo vender um carro pra ela.

E ela não estava a fim de comprar nada. Simplesmente olhou para vários carros até que parou num seminovo, joia rara, único dono, carro de mulher, perguntou o preço, financiamento, falou que era para o marido, e que depois ele próprio apareceria para ver melhor o carro e, talvez, comprar.

- É casada, é fria. - meio que resmunguei, quando ela já estava saindo.

- É pastora. - falou o Bacamarte, meu faz tudo na loja.

- Pastora, Simão?

- É. Pastora lá da igreja que frequento.

O nome do meu ajudante é Simão, mas uma vez um cliente perguntou se ele era o Simão Bacamarte, fiquei curioso, fui pesquisar, e descobri que se trata do personagem principal do conto O Alienista, de Machado de Assis.


É a história de um médico que estuda a loucura e vai internando todo mundo na cidade, até que, no final, acaba soltando todo mundo e se auto internando, como o verdadeiro e único louco.

- Simão Bacamarte, onde é a igreja que você frequenta?

- Vai virar religioso, patrão?

- Não. Claro que não! Só quero ir lá... ver se fecho negócio com o marido da mulher.

- Sei. Fechar negócio com o marido ou abrir o negócio da mulher?

- Que ideias poluídas, Simão! Aliás, qual o nome dela?

- Pastora Alberta. Mas cuidado, hem! Tem gente que pode não gostar.

- Quem pode não gostar?

- Lá na igreja, o marido dela, claro! E aqui na loja...

- O que tem aqui na loja?

- A Dona Ivete, oras!

- Dona Ivete! Ela é minha mulher, por acaso?

- E não é? Pode não ser esposa, mas...

- Fecha essa matraca, Simão. Quando é que tem culto lá na igreja, que dia e hora?

...

Mas não precisei ir na igreja do Simão.

Eu ia, até que ia. Não sei como, com que desculpa, mas eu ia dar um jeito de ir.

Mas não foi preciso.

E também acabei mudando de ideia.

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Este relato faz parte do ebook The Black Ebook69 Contos Eróticos, publicado na amazon.com.br
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Dois dias depois, e a mulher parece novamente na loja.

- Pastora Alberta! Resolveu comprar o carro?

- Você me conhece, sabe o meu nome, que sou pastora...!

- Claro! Não perco uma das suas pregações.

- Mas eu nunca te vi na igreja.

- É que fico meio escondido, sabe? Sou meio tímido e...

- E o quê?

- Bom... é que, na verdade, não é bem para ouvir as pregações que vou lá.

- Não? É pra fazer o quê, então?

- Para ver a pregadora.

- Ver a prega... E ainda se diz tímido. Mas olha, já vou adiantando, não posso te proibir de me olhar, mas nem venha com certas esperanças, porque isso aqui não é para qualquer um não.

E falou correndo as mãos ao longo do corpo.

Ah filha de uma puta! - me deu vontade de falar.

- Mas eu não sou qualquer um, sou?

- É só você se enxergar um pouco para descobrir. E passe bem!

Falou e saiu.

Ah filha de uma puta! - me deu vontade de falar.

Fiquei olhando para a bunda que se afastava, fiquei olhando.

Pois é a sua bunda que vou comer! - decretei.

Mas como?

 

(...)

 

Passei uma semana pensando, só pensando, maquinando, até que tive uma brilhante ideia.

- Simão, como é que eu faço para comer o cu da Pastora Alberta?

- Que isso, patrão!?

Claro que não foi assim! Apenas cheguei no meu velho e querido empregado e perguntei se ele, por acaso, não sabia, assim, de algum podre da vida da mulher.

- Podre?

- É, Bacamarte. Você sabe... de repente ela tem algum segredo, andou aprontando alguma...

- Como botar chifre no marido, por exemplo?

- Isso! Isso! Te dou um beijo, Simão. Me fala! Com quem ela trai o marido? Quando costuma se encontrar com o outro... ou os outros?

- Pera aí, patrão! Eu dei como exemplo, não falei que ela trai.

- Não? Mas então...?

- Agora, se você quer saber se ela desvia dinheiro da igreja...

- Mas só quero. Fala! Ela desvia? Quanto? Como? Fala, homem!

- Bom...

- Te dou um aumento.

- Assim é melhor. Beijo eu não ia querer, não.

- Então fala!

- Vou falar. Eu não tenho muita certeza... quer dizer, é quase certeza, mas não posso provar...

- Não enrola!

- Calma! Acontece que um troquinho ou outro sempre vi ela pegar, mas até entendo, pois ela e o marido vivem numa pindura sem tamanho. Eles têm dois filhos e...

- Vivem na pindura e ela se acha a tal!

- Ela gosta mesmo de se mostrar o que não é, mas é boa gente, sabe?

- Sim. Mas o que mais essa boa gente andou aprontando, o que é que ela faz que você não pode provar?

- Bom... eles não têm um gato para puxar pelo rabo e agora estão querendo comprar carro.

- Sim...

- Acontece que eles resolveram isso depois que a sede da nossa igreja, enviou uma remessa de dinheiro para fazer algumas reformas na nossa igrejinha.

- Hum....! Isso é interessante. Muito dinheiro?

- Não muito. Deve dar para fazer as reformas e ainda desviar um tanto para comprar o carro.

- É? Mas como é que você sabe disso?

- Sei porque sou eu quem vai fazer as reformas, já dei orçamento, já listei o material necessário, e ela já deixou escapar que o total das despesas deve chegar a uns 60% do montante que a sede enviou.

- Sim. Mas qual o montante?

- Aí eu não sei. Só sei que entre a minha mão de obra e o material vai ficar em 75 mil.

- Mas aí tá fácil, é só calcular. Pera aí... (peguei a calculadora e lembrei meus tempos de escola)... 125 mil total... eles têm 50 mil para comprar o carro... e eu comer o cu dela.

- Como é que é?

...

Eu só tinha um problema.

Para comer o cu da mulher eu precisava que ela fizesse a coisa errada, e ela não tinha feito ainda.

Na verdade, eu tinha dois problemas, pois ela havia saído da minha loja indisposta comigo; não creio que voltaria para comprar algum carro.

Só se eu ficasse vigiando a mulher, sondando se ela comprasse o carro nalguma outra agência...! O Bacamarte podia me ajudar nisso.

Mas acabei tendo uma outra ideia: me humilhar.

Como dizem que no amor e na guerra vale tudo, na vontade de comer um cu vale também.

Juntei fotos e fichas de uma meia dúzia dos carros que eu tinha na agência e fui pra igreja.

- Olha... sei que naquele dia fui meio inconveniente, mas estou aqui para me desculpar e... blá, blá., blá... e também mostrar os carros novos que entraram e...

- Ah! Então o senhor veio para tentar vender um carro, não para se desculpar.

- Não é isso... quer dizer...

- Pois podemos fazer negócio, sim.

- Podemos?

- Podemos. Mas tem um problema. Posso ir na sua loja amanhã para explicar?

- Explica agora.

- Amanhã.

...

E amanhã... quer dizer, no dia seguinte, sentada à minha escrivaninha, sob o olhar implacável da Dona Ivete, a Pastora Alberta foi curta, mas não grossa.

- O senhor sabe, negócios são negócios. Eu tenho 50 mil para comprar o carro, mas não posso simplesmente fazer isso. Preciso comprovar que gastei esse dinheiro em material de construção.

- Entendi. Mas isso é fácil, o Simão pode...

- Nem pense. Ele é o fiel mais trouxa... quer dizer, mais honesto que existe.

Já comi! Já comi! - eu pensava, rindo por dentro.

E enquanto ria, eu me comprometia a arranjar algumas notas fiscais frias com alguns conhecidos meus.

E assim eu fiz.

Nunca vi uma reforma tão pequena gastar tanto cimento, areia, argamassa, tinta, mas a venda do carro estava garantida.

E o cuzinho também.

A Pastora Alberta juntou nas mãos as notas fiscais no montante de 50 mil, e escolheu um carro de 42 mil.

- O senhor sabe, temos de ter uma reservinha.

- Sei.

Nada mais aconteceu, até que, um mês depois, procurei a mulher.

- Estou correndo risco de vida, e você também.

- Pelo amor de Deus, homem! O que aconteceu?

- Não aconteceu, está acontecendo, e pode acontecer o pior.

- Fala logo! O que é?

- Fui procurado por dois sujeitos mal-encarados. Pelo visto eles são capangas lá do seu bispo.

- Misericórdia! Vão me destruir, vão acabar comigo lá na igreja.

- Ou pior.

- Pior?

- Ou melhor.

- Quer se explicar, favor!

- Explico. Pelo que entendi, eles foram enviados pelo bispo, pela cúpula da sua igreja, e têm carta branca para matar.

- Meu Jesus! O quê que eu fui fazer?

- Mas calma, tem a parte melhor... quer dizer, que pode ser melhor.

- E o que é?

- Os capangas são mais corruptos que você e...

- Eu, corrupta?

- E não é? Mas então, eles não querem matar e nem devolver o dinheiro para o bispo, eles querem o dinheiro pra eles. Você dá os 50 mil pra eles, e fica tudo resolvido.

- Mas onde que eu vou arranjar 50 mil? Só se eu der o carro.

- Eles querem o dinheiro.

- Então eu vendo o carro. Você me compra e...

- Compro, pago 22 mil.

- Só 22 mil? Paguei 42.

- Você pagou, não. Seus fiéis é que pagaram. E você sabe, qualquer loja vai te oferecer esse valor ou até menos.

- Ladrões!

- Quem é ladrão?

- Desculpe! Mas o que é que vou fazer? Me fala.

- Eu tenho os 42 mil.

- Tem? Você me empresta? Eu ainda tenho os 8 mil. Depois eu te pago.

- Claro que paga!

- Como assim?

- Você me devolve o carro, a gente desfaz o negócio, eu te devolvo os 42 mil e...

- Maravilha! Jura que você faz isso? Nem sei como te agradecer.

- Sabe sim. É só deixar eu terminar de falar.

- Deixo. Termina. Fala!

- Motel Salve Jorge.

- Como é que é?

- Isso mesmo que você ouviu. É pertinho da estação do metrô. Podemos ir de carro ou a pé.

- Você acha mesmo que vou trair o meu esposo?

- Não sei. Talvez você prefira morrer. Mas nem precisa trair, viu. Só tem uma coisa que eu quero de você.

- Uma coisa... o que é?

- O cu.

- Que horror!

Ela falou tão alto que até a Dona Ivete ouviu.

Disfarçou, disfarçamos, combinamos.

- Quinta-feira, 15:00 hs., saída Norte da Estação Tatuapé.

- Tá! Eu vou. Só não sei se vou ter coragem de entrar num motel.

- Entra sim, é tranquilo.

- Lugar de pecado, coisa do demo, isso sim. Mas olha...

- Fala!

- Eu vou... mas vamos fazer o normal, nada de sodomia, eu nunca fiz isso.

- Pois vai fazer. Vamos fazer o normal e a sodomia... vou comer sua precheca e o seu cu.

- Que horror! Não fale assim. Vamos desfazer o negócio, então, eu trago o carro.

- Negativo. Primeiro vamos fazer o negócio.

- Como assim?

- Motel Salve Jorge, estação Tatuapé.

- Mas...?

- Quem me garante que depois você não foge? Primeiro o nosso encontro. Falo com os caras, peço um tempo para arranjar o dinheiro.

- Tá bom! Tá bom! Mas você entende que está me submetendo a uma coisa vexaminosa, não está?

- Entendo. Claro que entendo.

 


No dia e horário combinado encontrei uma loira à minha espera, e a Pastora Alberta é morena.

- Comprei essa peruca para me disfarçar, não quero ser reconhecida por ninguém. Deus me livre. - foi a primeira coisa que ela disse, alguns passos depois, já na suíte do Motel Salve Jorge.

A segunda coisa foi um pedido para apagar todas as luzes.

- Negativo. Quero ver esse teu corpão gostoso por inteiro.

- Mas nem o marido... ele nunca viu.

- Mas hoje eu vou ver.

E assim falando, fui chegando, fui tocando, fui soltando o seu vestido, fazendo cair aos seus pés, fui tirando o seu sutiã.

A calcinha deu um pouco mais de trabalho, ela queria que eu só tirasse quando já estivéssemos na cama, sob o lençol.

- Mas que mané lençol! - falei, deixando-a peladinha, aquela buceta peludona, igual à da Dona Ivete.

Concordei em darmos a primeira no modo normal, papai e mamãe, tive de me esforçar um bocado até conseguir fazer a mulher gozar.

Na segunda, já um pouco mais solta, e contando das suas singelas transas com o esposo, e só com o esposo, consegui que ela ficasse por cima, que me cavalgasse.

No início ela ainda cobria os seios e a xerenca com o lençol, mas acabei vencendo e tirando, seus seios balançavam diante dos meus olhos, enquanto a sua vagina subia e descia, molhadíssima, escorregando no meu pau.

Gozou mais fácil.

A terceira, por mais que ela resistisse e me implorasse, foi com ela de quatro, eu em pé ao lado da cama, foi com muito gel, foi com muito cuidado, e uma certa ponta de orgulho, vingança.

Fala agora que você não é material para qualquer um, fala! - eu sentia vontade de falar, mas não falava.

Me contentava apenas em ficar olhando o meu pau sumir no seu cu, reaparecer, sumir, reaparecer...


Moral ou, na verdade, resultado da história:

Além de ficar bastante interessada num possível novo encontro, dando sinais evidentes de que queria mais, dias depois a Pastora Alberta me entregou de volta o carro e mais os 8 mil para completar os 50 mil.

Os 50 mil que eu, perigosamente, ia entregar aos homens mal-encarados.




 

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