sábado, 15 de junho de 2024

João e Maria

 


João e Maria

 

Anônima (2006)

Anônimo (2000)

São Paulo - SP

 

Este é um daqueles muitos acontecimentos em que os protagonistas não podem se identificar muito.

 

Maria

Numa certa quinta-feira, não faz muito tempo, não tive aula, e tudo o que eu tinha para fazer era comprar algumas coisas para a minha mãe no Public, supermercado que abriu novo perto da minha casa.

Estava calor, e fui bem fofinha, blusinha preta, shortinho preto, tudo bem combinando com a minha pele morena, e realçando as curvas do meu corpo.

Dizem que tenho uma bundinha demais da conta.

Dizem, dizem...

Mas ninguém tinha comido... ainda.

Na verdade, para minha tristeza e salvação, ninguém tinha me comido de jeito nenhum.

Entrei bem virgem no Public. Só não era virgem nas mãos, porque já tinha pegado o pinto de um menino, num baile que fui, e no pinto de um outro menino, que mora na minha rua.

Transar eu nunca tinha transado, a bunda eu nunca tinha dado, chupar eu nunca tinha chupado.

E nunca tinha sido chupada.

Mas andava interessa, interessadíssima em fazer tudo isso, interessadíssima mesmo.

Já até andava depiladinha, prontinha.

...

Fiz minhas comprinhas e, como eu tinha planejado, fui até a praça de alimentação pensando num lanche e num belo sorvete.

 

João

Fui demitido do meu emprego, e bem quando eu havia acabado de trocar de carro e assumido uma dívida meio brava.

O jeito era logo procurar outro emprego, e como sou cartazista, comecei a rodar os supermercados.

Mas logo no terceiro dia de procura, uma quinta-feira, fui até o supermercado Public, por indicação de uma amiga da minha mãe que conhece uma pessoa que trabalha lá.

Não só ela me indicou, como também me acompanhou... levei uma cantada, mas arranjei o emprego.

A amiga da minha mãe é bonita, é gostosa, mas tem 39 anos e é casada. Ela já tinha me jogado uns milhos algumas vezes, mas eu sempre desbaratinava, não tanto por não querer comer, mas por medo do marido dela, um sujeitão metido a valentão, e que só anda armado.

Tô sabendo que o cara já matou dois de uma vez lá no Norte e está fugitivo aqui em São Paulo.

Mas... pensando nas prestações do carro, me ofereci ao risco em troca do emprego.

- Qualquer dia a gente marca. – falei. - Agora vou comer um lanche, que estou morrendo de fome.

- Vou com você.

- Pelo amor de Deus! Não quero que o seu marido veja a gente juntos.

- Mas então, como é que a gente vai no motel?

- Sei lá! Acho que vou colocar insufilme preto nos vidros do carro.

...

Saí do Departamento de Pessoal, deixei a mulher que eu teria de comer e fui comer na praça de alimentação do Public.

 

E na praça de alimentação...

- João! É você!?

- Maria! Como você está gatinha!

 

Maria

Ele é meu conhecido dos tempos em que comia... quer dizer, namorava a minha irmã mais velha.

Verdade é que ele só comia mesmo, pois só aparecia na nossa casa para pegar ela e levar pro motel, isso ando não comia em casa mesmo... e eu ficava ouvindo, algumas vezes, ou olhando, noutras vezes.

Que horror!

Em casa era tudo rapidinho. Ela chupava o pinto dele e ele dava umas lambidas na perereca dela... e croft, croft, croft... gemidos e mais gemidos.

Que horror mesmo!

Aí, minha irmã arranjou um namorado de verdade, e ele, pelo que fiquei sabendo, engravidou uma outra namorada e casou.

Mas, mesmo já namorando outro, e ele casado, minha irmã ainda deu ele mais algumas vezes, e então não deu mais... e eu não vi ele mais.

Naqueles tempos eu pagava o maior pau pra ele.

E também percebia que ele me comia com os olhos.

Só que naqueles tempos eu ainda não estava na época de ser comida. Acho que ainda não estava, não sei.

...

 

E na praça de alimentação...

E então... naquele encontro, aquele abraço gostoso, beijo no rosto, quase na boca.

- Pago o teu lanche.

- Imagina! Não precisa.

- Te dou carona.

 

E no carro...

- Nossa! Que carro da hora!

- O que vai fazer agora à tarde?

- Nada. Não tenho nada pra fazer.

- Não tem? Não quer ir na minha casa?

- Na sua casa! Fazer o quê?

- Estou sozinho lá.

- E a tua mulher?

- Está trabalhando. Tá tranquilo. Vamos lá.

- Não sei. Preciso por as coisas na geladeira.

- Eu te espero. Vai lá!

- Melhor não.

- Melhor sim (passando a mão na coxa dela).

- Faz assim, então... vai pra tua casa que daqui a pouco eu vou.

 

Maria

Preferi assim, porque eu não queria que um certo menino que mora em frente à minha casa, e com quem eu estava engatinhando um namoro, me visse saindo de carro com alguém.

Na verdade, já estávamos namorando fazia quatro meses, só que ainda não tinha rolado grandes lances... e nem era por falta de vontade dele ou minha. Era falta de oportunidade.

Preferi ir a pé.

Antes, aproveitando que entrei em casa, tirei toda a roupa, fiquei só de calcinha, coloquei um vestidinho básico, e então saí, imaginando coisas.

Lá é só tirar a calcinha, nem preciso ficar pelada... – eu pensava.

Meu medo era a mulher dele aparecer.

Mas quem apareceu foi o meu namorado, dei o azar de encontrar no caminho e ele andou comigo um bom pedaço. Só voltou quando falei que ia passar a tarde na casa de uma tia.

Se ele soubesse que eu ia dar pra outro!

Quer dizer...

Na minha cabeça eu ia dar mesmo, não pensava em outra coisa, estava cansada de ser virgem.

Mas como o menino podia adivinhar?

Mais um pouquinho... quer dizer, menos um pouquinho, não fosse aquele encontro no supermercado, e era quase certeza que ele seria o primeiro.

Bateu na trave.

É o que costuma dizer o meu pai quando uma coisa não acontece por pouco.

 

E na casa...

- Uau! Tirou o shortinho tesão, colocou vestido...

- Não gostou?

- Claro que gostei! Ficou mais tesão ainda. Só que...

- Só que o quê?

- Shorts ou vestido... vou tirar tudo mesmo.

- Vai?

- Vou te deixar peladinha.

- Isso não. Sua mulher pode chegar e...

- Ela não chega não... quero te ver peladinha.

- Nunca me deixaram peladinha.

 

João

Me engana que eu gosto.

A mina chegou muito a fim de transar, mas veio com uns papos de que ainda era virgem.

Já conheço esses papos, e tirei proveito.

- Quer fazer aqui, na bundinha, então?

- Hum hum! Quero!

Sei de meninas que primeiro liberam a precheca, e só depois liberam a bundinha, algumas nem liberam, dizem que não é lugar, que têm medo.

Sei também de meninas que, por algum tempo, só deixam na bundinha, com medo de engravidar e outros grilos.

E agora sei de uma menina que chegou falando que era virgem, mas liberou as duas coisas num dia só.

Primeiro foi na bundinha.

Não.

Primeiro ela me chupou bastante. Eu sentado no sofá, ela ajoelhada.

E como chupou direito, gostoso!

Já entendia do assunto, com certeza.

Depois ela passou o gel que eu despejava na mão dela... passou bastante no meu pau, passou também no cu... já sabia.

E então, aí sim, conforme eu a orientava com as mãos, ela se levantou, virou de costas, abriu a bundinha com as duas mãos... e sentou.

Entrou que nem quiabo... quer dizer, ela até se apavorou um pouquinho quando passou a cabecinha, mas logo soltou o corpo e fez a mágica... a cobra desapareceu.

- Mexe! Mexe gostoso.

Como mexia a danada!

E dizendo que era a primeira vez.

Também mexi... na prechequinha dela, fiz ela gostar e gozar.

Mas para eu gozar, coloquei ela ajoelhada no sofá, fiquei em pé atrás, com o corpo livre para me esbaldar naquele cuzinho.

Socava de cabo a rabo... no rabo.

Enfiava tudo, trazia na portinha, enfiava... demorei o máximo que pude até que, sem aguentar mais, soltei a primeira carga.

A meleca que fez lá dentro nem se fala, misturou uma coisa com outra...

Melhor nem falar mesmo.

Mas que é uma loucura, isso é.

Ficamos meia hora no banheiro, ela lavando o meu pau, eu lavando o cuzinho dela.

E lavei também a precheca. Lavei, enxuguei, levei pro quarto, deitei na cama... e devolvi a chupada que ela tinha me dado.

Em outros tempos eu chupava a irmã dela, e bem sei que ela ficava olhando por trás da porta.

Mas um dia peguei a irmã dela entrando num motel com outro e... 

Deixa isso pra lá.

Eu também não era nenhum santo.

...




Este relato faz parte do ebook

Nem todo mundo come a Cris

a ser lançado em breve na

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Por precaução, com medo de que a minha mulher chegasse, ela recolocou o vestido e...

Alguns bons minutos depois.

Depois de uma chupada caprichada, que ela dizia ser a primeira.

Vesti uma camisinha, que não sou doido de engravidar periguetes...

Tá certo que engravidei minha namorada, casei, mas periguete eu não engravido, não.

Então, na cama, na posição de mamãe em que ela já estava, subi por cima, por entre suas coxas... e cravei.

Tá bom que era a sua primeira vez!

Já foi logo me abraçando com as pernas e mexendo como uma... uma veterana.

Tu tens mais horas de cama que urubu de voo.

Era o que eu pensava, fingindo acreditar quando, já depois, ela dizia que tudo naquele dia havia sido a sua primeira vez.

- Volta noutro dia? - perguntei, bem mais tarde, quando já não tínhamos mais forças pra nada, e ela saía a caminho de casa.

Fiquei olhando aquela bundinha... quer dizer, olhando o seu vestido e imaginando a bundinha, lembrando da bundinha.





Maria

Eu imaginava uma coisa, deu outra.

Na verdade, deu tudo como eu imaginava, só que noutra ordem.

E também... e também eu queria oferecer a ele o sabor de ter sido o primeiro, mas parece que ele não acreditou nem um pouco que eu era virgem.

Até fingiu acreditar, no começo, mas acho que foi só para comer a minha bundinha.

Gostei, viu! Gostoso mesmo.

E foi aí que inverteu tudo.

Eu pensava em primeiro perder a virgindade e depois fazer anal.

Mas primeiro fiz anal, depois perdi a virgindade, e perdi bastante mesmo, várias vezes, e terminei fazendo anal novamente.

Tarde esplendorosa.

...

Estava chegando em casa, meu namorado me esperando no portão.

- Onde você estava?

- Na minha tia. Não falei eu ia lá?

- É que... fiquei te esperando... estou sozinho lá em casa e...

- Hoje não, hoje não dá.

- Por quê? Não quer?

- Quero, mas... noutro dia. Minha mãe já está chegando e também...

- Também o quê?

- Não tô legal hoje, você não ia gostar.

 

Bateu na trave...

Por pouco o namoradinho, agora namoradão, teria sido o primeiro, por pouco mesmo.

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